Cicarelli culpa namorado e YouTube volta ao ar

Na noite desta terça-feira(9) Daniela Cicarelli concedeu uma entrevista ao “Jornal da Globo”.Cicarelli diz que não tem culpa pelo bloqueio do site e que, há meses, ela e o namorado decidiram que entrariam na Justiça separadamente. A modelo diz que não moveu nenhuma ação, a não ser a que pedia a exclusão do vídeo dos veículos de comunicação.


Cicarelli afirmou que só ficou sabendo da ação movida pelo namorado na quinta-feira passada, após ler na internet que o YouTube poderia sair do ar. E que ficou surpresa. Lamentou o bloqueio, dizendo que costuma acessar o YouTube, mas não quis discutir a sentença: "Quem sou eu para julgar o que é a Justiça?" Cicarelli disse ter falado com Malzoni despois que o YouTube foi bloqueado, mas não deu detalhes da conversa. "Respeito a posição dele.

" Quanto à repercussão -a MTV, onde Cicarelli trabalha, recebeu milhares de e-mails ameaçando boicote caso não demitisse a apresentadora-, ela repetiu estar surpresa e afirmou que pode prejudicar a carreira dela muito mais do que ajudar.

A modelo disse que desejou, no fim de 2006, que o episódio do vídeo fosse esquecido e disse que tudo o que ela não queria era gerar mais polêmica.

Completou afirmando que espera que as pessoas entendam que ela não teve nada a ver com o ocorrido. E avaliou que não deve desculpas a ninguém, já que a culpa não foi dela.

O namorado de Cicarelli, Tato Malzoni, não se manifestou sobre o assunto.

Entretanto mesmo ontem um Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou um novo despacho nesta terça-feira (09) sobre o caso Daniela Cicarelli e o site de vídeos Youtube. No texto, o desembargador Ênio Santarelli Zuliani pede a liberação do Youtube e mantém a determinação “para que se tomem providências no sentido de bloquear o acesso ao vídeo de filmagens do casal, desde que seja possível, na área técnica, sem que ocorra interdição do site completo".

Apesar de Zuliani ter determinado a volta da página, ela continua inacessível para os usuários da Telefônica. A Brasil Telecom, outra empresa de telecomunicações que havia aderido ao bloqueio, já liberou o acesso para seus clientes , comunica G-1. A Embratel, a LANautilus (companhia do grupo Telecom Itália) e a Global Crossing não haviam instalado os filtros para impedir a navegação de brasileiros no YouTube.

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Author`s name Lulko Luba