Pescas: Experiência inglesa reduz custos de produção

No Reino Unido, Gregolin assinou acordos de cooperação técnica. "Assinamos com o Instituto Internacional de Pesquisa Agrotecnológica que é o principal instituto de pesquisa do Reino Unido na área de aqüicultura. Eles têm tecnologias muito sofisticadas, especialmente nos interessa o sistema de produção de recirculação". Ele consiste no reaproveitamento de água em todo o ciclo da produção de pescados em cativeiro. “Do ponto de vista ambiental é 100% sustentável, e reduz muito os custos de produção", diz Gregolin.


A missão brasileira também participou da Aqua Nor, um dos maiores eventos do mundo sobre pesca e aqüicultura, realizado em Trondheim, que fica ao Norte de Oslo, e contou com a participação dos técnicos do governo brasileiro que integram a missão num seminário sobre a pesca e aqüicultura desenvolvida no Brasil.

Ponto a ponto


ALIMENTOS: Cooperação com o Instituto Norueguês de Pesquisa de Alimentos, Pesca e Aquicultura (Nofima) e Embrapa para desenvolvimento de pesquisas nas áreas da pesca e aquicultura.

INTERCÂMBIO: Entre o Instituto de Pesquisas Marinhas da Noruega e Instituto Nacional de Veterinária e universidades brasileiras.

EXTENSÃO: Entendimentos com o grupo privado Sintef de Pesquisa Marinha e Consultoria para a criação de extensão dos serviços voltados para pesca.

TECNOLOGIA: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade de Ciências da Vida visa o intercâmbio e transferência de tecnologia.

FEIRA: Aqua Nor, um dos maiores eventos do mundo na área de pesca e aquicultura

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