Distúrbios

Tratou-se de uma revolução de um grupo de polícia especializada, falado por “Ninjas” que tomou de ataque o domínio do comando geral da polícia nacional. Os sublevados exigem o aumento salarial e a demissão da actual chefia do comando, nomeadamente do, Armando Correia e do vice-comandante José Januário de Ceita.

A noite de terça-feira foi de agitação e pela violência dos disparos o que obrigou o ministro da Defesa e Ordem Interna, Óscar Sousa orientar a interferência da força militar que esta madrugada cercou o comando geral da polícia nacional, evitando deste modo que a revolta tivesse outros perfil.

Mesmo na madrugada o ministro da Defesa encontrou-se com uma delegação dos “Ninjas” para a primeira ronda negocial. Durante o encontro foi acordado a criação de uma comissão encarregue de elaborar um caderno reivindicativo.

Comissão que antes de partir par a segunda ronda negocial desta feita com a primeira-ministra exigiu a retirada dos arredores do comando da polícia de todo o aparato militar. Exigência que foi cedida pelo titular da Defesa e Ordem Interna.

Já com os ânimos controlados e com apoio de maioria dos agentes policiais do país, os revoltosos foram recebidos pela primeira-ministra. No encontro prevaleceu o diálogo e o caderno reivindicativo será apresentado nas próximas horas, conforme garantiu a imprensa a ministra da justiça, Elsa Pinto que esteve presente nas negociações. Entretanto os “Ninjas” formados em Angola há dois anos não retrocedem no pedido de demissão de Armando Correia, apontando-lhe como o principal culpado pela situação em que se encontram e que esteve na origem da revolta.

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