ONU discute SRA na China

A Organização Mundial da Saúde ainda se declara preocupada com os novos casos do Sindroma Respiratória Aguda na China, embora haja sinais em Hong Kong que a doença está a ser controlada.

No final de semana, uma delegação da OMS chegou a China, onde esta doença apareceu e onde há o maior número de casos. Jong-Wook Lee, o futuro Diretor-Geral da OMS, se encontrou com o Vice Primeiro Ministro da China, Wu Yi e com oficiais do ministério da Saúde para discutir os desenvolvimentos do combate contra SRA.

A República Popular da China reportou até ao final de semana 6, 662 dos 7, 183 casos mundiais desta doença, e teve 453 dos 514 fatalidades. A OMS está especialmente preocupada na crescente incidência desta doença nas regiões no interior da China, temendo que a população de Beijing que fugiu às suas terras natais poderão ter transportado a doença, que tem uma taxa de mortalidade de entre 1% e 50%, dependendo na idade da vítima.

Nas crianças, há poucos casos fatais, enquanto no grupo etário acima dos 65 anos, a taxa de mortalidade vai até 50%, dependendo na saúde do doente e da quantidade da carga viral. Também chamado “Pneumonia atípica”, SRA afecta o sistema respiratória, que entra em colapso, a maioria dos doentes precisando de ventilação artificial.

Timofei BYELO PRAVDA.Ru

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