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A VERDADE

31.08.2003 | Fonte de informações:

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EDITORIAL QUEM SOU ? Muitas vezes me perguntaram isso!

São pessoas de todas as classes, que se confundem com o meu modo de ser.

Gostaria muitas vezes de responder, uma resposta compreensível. Mas se eu confessar que não sei, Vocês acreditarão? Acreditem ou não, essa e a pura verdade. Não sei realmente quem sou ?

Posso dizer onde nasci, onde cresci, onde vivi e onde vivo! Mas,..quem sou ? Estudei obrigado, li dezenas de milhares de livros, por TOTAL prazer, mas...quem sou?

Nunca trabalhei (na máxima expressão da palavra) no que não gostava, e conseguia viver, assim como vivo, realizando os meus objetivos; mas,...quem sou?

Penso sempre em ajudar aos outros, e quando não consigo, afasto-me, sem nunca prejudicar conscientemente ninguém; mas,...quem sou?

Sou escritor aos 11 anos de idade, quando escrevo historias varias, e vendo-as para os meus colegas de colégio.

Escrevo poesias, ditados filosóficos; hora expressando minha alegria interior pela vida e ao mesmo tempo profunda tristeza pelo sofrimento dos outros. Mas,...quem sou?

Em Brasília, no ano de graça de 1990, em dois meses preparo, programo e edito um jornal, cujo nome era “Socialismo Hoje” e que tinha entre os meus colaboradores: Roberto Freire e o presidente do Brasil (senador na época), Fernando Henrique Cardoso. Recebo uma mensagem de congratulações do então presidente de Portugal, Mario Soares, mas,...quem sou?

Ano de 1999, chego novamente em Brasília, completo 70 anos, edito um livro, cujo nome é: "As verdades nunca ditas sobre Kosovo". Visito varias embaixadas apresentando um projeto cultural, “Centro de Cultura Universal”.

Ao chegar de volta a Guaraparí, converso com o Vigário da Igreja Católica sobre o meu projeto cultural e ele, o vigário, resolve me ajudar na implantação do mesmo. Apresenta-me ao povo, em uma de suas missas televisionadas de domingo, e diz: “Eu não o conheço!” Nessa hora, lá dentro, bem dentro de mim, uma voz repete: Quem sou?

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL A PROCURA DO AMOR, capitulo IX Não se compra o AMOR

Este capitulo tem como finalidade provar a vocês, que NINGUEM pode comprar o AMOR, apesar dos homens pensarem ao contrario.

A confusão do homem está na sua concepção do AMOR. Confunde-o com o sexo! Creio que no seu total desconhecimento do que é AMOR, o homem acredita que o dinheiro compra tudo, até o AMOR!

O homem compra, isso sim, a matéria que vai fazer ele satisfazer sua necessidade fisiológica mas, NUNCA o AMOR!

De acordo com o capitulo numero 4, onde analiso esse sublime sentimento, vocês chegarão a conclusão de que, não existe dinheiro no mundo que compre um AMOR.

Se vocês compreenderam o significado do sentimento emanado por uma criancinha, vocês chegarão a conclusão de que não existe dinheiro que possa criar artificialmente tal sentimento.

Não sei o por que resolveram chamar a necessidade fisiológica e a atração sexual, de maior ou menor intensidade , de AMOR?

Creio que o latino-americano designa corretamente os desejos, com as palavras: te quiero e não: te amo, que tão banalmente e com ânsias de impressionar, nós usamos!

Como é difícil mudar um costume usado a tantos e tantos séculos; o de chamar de AMOR a uma situação tão banal e simples.

Posso agora, no embalo, analisar também a palavra paixão, que desde tenra idade compreendia ser uma auto-sugestão, uma atração, que dependendo da dificuldade de realizar o objetivo se tornava em uma loucura, que no passar do tempo, em vez de diminuir aumentava.

Paixão: tara! Desculpe-me quem venera essa palavra, ou acredita no significado romântico da mesma. Fixação mental! Descontrole da emoção! Idéia fixa, sem controle!

As minhas escritas são para serem lidas e para que os meus leitores não pensem que tenho como objetivo a destruição de seus sonhos. Faço isso mais para proteger os que nasceram ou nascerão de um desejo fisiológico, e nada mais do que isso, e que muito em breve não terão mãe e nem pai.

Armando COSTA ROCHA

REMINISCÊNCIA

Vamos fazer vocês voltarem novamente ao passado, e por mais incrível que pareça, ele se parece muito com o presente.

O artigo de hoje se chama: “A África e o mundo” e tem muito contacto com os dias de hoje, onde Bush é o nosso patrão. O artigo foi escrito em 10-9-1985. (atenção ao fim do artigo!)

No norte, milhares morrendo de fome, enquanto os que os exploravam a muitas centenas de anos decidem se vala a pena ajuda-los. E quando decidem, enviam (publicado em todos os jornais, em letras maiúsculas) muito pouco, para os tantos e tantos que morrem de fome.

No sul, onde se encontra uma nação que se diz civilizada, eles são escravizados, torturados e mortos, sem que NENHUMA nação ou organização branca reaja com a energia que a situação exige! A nação que comanda o mundo, dito livre e democrático e que enche nossos olhos e ouvidos com declarações em defesa da liberdade no mundo, nada faz! Pior ainda, nos da indiretas e diretas para que não o façamos, pois estão em jogo os seus interesses! E nós? Nós...

O negro só deixará de ser escravo, quando muitos dirigentes brancos deixarem também!

Armando COSTA ROCHA

Elói

Motivo e inspiração: tive um primo que se chamava Elói. Sempre o considerei um amigo, apesar de encontrar-lo raríssimas vezes.Ele gostava muito de rir mas, atrás seu riso eu sentia muito sofrimento.Várias vezes convidei-o a viajar comigo mas, sempre encontrava uma razão de fundo material para não faze-lo. Ele era obcecado pelo dinheiro e pelo poder.Daí o meu poema:

Como é triste te ver, como te vi agora! Risonho, cheio de vida....vida? Como é triste te ver, como te vi agora! Cercado de amigos...amigos? Não consegues ver nada, além dos seus objetivos. Procurando se mostrar, ser alguém Não conseguindo compreender quais são os motivos Que lhe fazem tão triste, que lhe fazem ninguém!

Ensinaram-lhe que vencer é ter dinheiro Razão que, muito e muito o faz pensar Por que eu com tudo o que tenho, Ainda não consegui ninguém para me amar?

UM CAPIXABA PELO MUNDO parte 10

Em Paris aconteceram coisas fantásticas. Vou contar uma. Quando saí do Rio, minha irmã que morava na Rua Domingos Ferreira, em Copacabana, pediu para que eu levasse uma peça da maquina de costura Singer para uma de suas amigas que, tinha vivido muitos anos no mesmo edifício, e que no momento morava em Paris (não confundir com a praça do mesmo nome que se encontra no Rio).

Logo depois de descansar na pensão, fui de metrô, à procura do endereço que minha irmã tinha me dado.Qual foi a minha surpresa ao me encontrar de fronte a uma pequena mansão. Pensava: como é que uma amiga de minha irmã depois de morar em um pequeno apartamento na Rua Domingos Ferreira pode, em tão pouco tempo, estar morando em uma mansão e em Paris?

Mas as surpresas não terminariam aí, pois depois de ter sido recebido por ela, e ser convidado a almoçar veio uma pergunta, que mais tarde me deixou confuso: “quanto tempo você pretende ficar aqui em Paris?” Respondi que pretendia ficar uns três dias. Ela então declarou que tinha um chofer de nome Antonio (que tinha sido chofer de Brigitte Bardot) e que como ela não precisaria dos seus serviços nos próximos três dias, poderia dispor dele e do carro Mercedes.

Alguém pode imaginar como eu estava me sentindo? Se uma mansão já me deixava tonto, imagine um Mercedes com chofer que fala português!

O mistério que, eu só viria a desvendar quando de minha volta ao Brasil abordo do navio “Enrico Costa” era o seguinte: ela era a esposa do “Bom Burguês”. Para quem não se lembra ou nunca ouviu falar dele informo que, esse senhor trabalhava no Banco do Brasil e se tornou secretario financeiro do Partido Comunista, seção do Rio de Janeiro.

Pois bem, administrando tanto dinheiro, ele mandou (esquecendo que o dinheiro não era dele) a esposa para Paris, com dinheiro à vontade. Daí a mansão, o Mercedes, e vida de milionária.

No navio, quando voltava para o Rio, soube por intermédio de oficiais brasileiros, que ela tinha aceitado a proposta das nossas autoridades em devolver o que restava do dinheiro em materiais como: quadros, tapetes persas, jóias, etc..etc..etc.. E em troca lhe ofereceram a liberdade, e a volta ao Brasil. Razão pela qual encontrei-a novamente quando voltava para o Brasil.

Mas, voltemos para Paris, onde já tinha encontrado uma turma de hippies portugueses e espanhóis (no mesmo dia que cheguei) e esperava manter contacto com eles O grupo se reunia em uma praça perto dos Campos Elíseos.

Marquei com Antonio para vir me apanhar na pensão. Calçando alpargatas, vestindo calça curta e sem camisa, pois estava fazendo muito calor, saí.

Sempre levava uma pasta preta, onde tinha o meu passaporte e outros documentos e com ela em baixo do braço segui para a praça, onde se encontravam “meus” hippies.

A coisa mais engraçada foi quando o Mercedes parou e Antonio veio abrir a porta do meu lado, segurando o chapéu na mão, e eu figura impar, saindo do carro com a minha pasta. Os hippies não paravam de rir, ao mesmo tempo surpresos pelo acontecimento. Pedi Antonio para vir me apanhar as 17,00.

Armando COSTA ROCHA PRAVDA.Ru BRASIL

 
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