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Evo Morales: As ações dos Estados Unidos criam a insegurança internacional

31.01.2014 | Fonte de informações:

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Evo Morales: As ações dos Estados Unidos criam a insegurança internacional. 19712.jpeg

CELAC - em Cuba, 28-29 de janeiro em Havana, está levantando muito interesse na arena internacional. EUA e Canadá não entram na CELAC. Aquí, na CELAC em Cuba estão se consolidando as posições dos membros da CELAC assim como a  integraçao dos países latinoamericanos.


Atualmente os Estados Unidos estão passando por uma transformação na sua complexa condição de senhor das Américas. Estamos então, aqui e agora, vendo também a consolidação do novo quintal das américas, esse sendo o território ao norte do rio grande, ou seja, os estados unidos.
 
Para todo o texto do artigo de Nil Nikandrov acima excertado veja Nil Nikandrov - 29 de janeiro de 2014 - www.fondsk.ru
 
PÁTRIAS LIVRES! E VIVA CUBA! Aqui abaixo segue então a entrevista dada por Evo Morales a RT russa a qual foi hoje publicada em www.fondsk.ru


Evo Morales acha que a segurança no mundo aumentaria de muito se Barack Obama também fosse sujeito ao mesmo processo de vigilância e escuta que o resto do mundo. Não posso deixar de concordar com ele. Imagine, como diz Evo Morales, se pudessemos ouvir, vigiar, e gravar todos os encontros e reuniões de Obama, por ex. os que ele mantém atrás de portas fechadas... Não iria isso aumentar a segurança do mundo, e em muito? Na minha opinião isso aumentaria a segurança mundial muito mais do que todas as outras conjuntamente...


OBS. Como a tradução para o relatórios que aqui faço vem diretamente do russo, e sem revisão de algum conhecedor do russo, qualquer erro de interpretação então deverá ser de minha responsabilidade. (Anna Malm)
 
Com agradecimentos a RT e a Strategic Culture Foundation - www.fondsk.ru
 
Evo Morales: A Segurança do mundo aumentaria se Obama fosse ele mesmo espreitado e vigilado devidamente.


Numa entrevista para o telecanal RT o presidente da Bolívia expressou sua posição quanto a massiva espreita e vigilância, ou seja espionagem, dos Estados Unidos. Na opinião de Evo Morales uma tal ação de Washington, pouco provavelmente iria contribuir para reforçar a segurança internacional. Ele também disse que para o bem da comunidade valeria a pena espreitar e vigilar o próprio Barack Obama.


Comentando as palavras de Barack Obama, que antes tinha dito que ele tinha mudado a sua política quanto a espionagem, e que os Estados Unidos não mais iriam observar presidentes de outros países, caso para isso não houvessem motivos de força maior, ou seja perigo real, Morales remarcou. "Eu não compreendo o que é que ele tem que preliminarmente anunciar, quando ele se prepara para seguir e observar alguém. A nós eles, os americanos, já nos advertiram quanto a essa espionagem. Eles declararam que o que lhes dava licença a isso o fazer era que essa espreita e vigilância, ou seja essa espionagem, provia uma segurança para todo o mundo.


Na opinião de Evo Morales, para se prover a segurança do mundo deveria, em primeira mão, ser necessário que escutássemos as discussões e conversas do próprio Barack Obama. "Isso sim daria segurança para o mundo todo. Que segurança nós poderíamos prover aos Estados Unidos, uma vez que eles, e não menos a OTAN, entre outras coisas, dirigem suas guerras contra tantos países e lá depois alojam tamanhas quantidades de suas bases militares? Portanto  por isso eu digo que a segurança do mundo poderia ser aumentada caso o próprio Obama fosse sujeito a essas suas espionagens".


Depois disso Evo Morales disse na entrevista a RT, que cerca de  99% dos países membros da ONU apoiavam a Cuba e repudiavam a blocada econômica ao país. Por isso teria o Secretário Geral da ONU, Ban Ki Moon tomado a decisão de nesse ano tomar parte na reunião oficial da Comunidade dos Páises Latino Americanos e do Caribe - CELAC, em Cuba. Do ponto de vista de Evo Morales no caso da CELAC poder unir, como um único grupo, os países da América Latina, onde já aqui não entraria os Estados Unidos, isso já seria praticamente a liberdade para todos os países da América Latina, e para o Caribe.


Ainda uma outra inesperada visita na conferência da CELAC, realizando-se em Cuba. - Essa seria a do Secretário Geral da Organização dos Estados Americanos, OEA, César Trujillo. Ele seria o primeiro representante dessa organização que nos últimos 50 anos estaria visitando Cuba. Evo Morales persuadiu-se. O Secretário Geral da OEA queria participar da reunião oficial da CELAC.  Tinha-se aqui, entretanto, que na organização da OEA, da qual César Trujillo é o representante, que Cuba sempre tinha sido excluida abaixo do pretexto de que Cuba seria um país comunista.


Morales teria comentado que "poderíamos ter esperanças que o secretário geral da OEA pudesse com mérito superar as questões de desacordos significantes e de soberanidade com a ajuda de resoluções pacíficas, assim também que pudesse contribuir para que a política e os programas econômicos permitissem que as nossas populações pudessem superar as profundas assimetrias entre nossos diversos países".


Morales também disse que os Estados Unidos, no meio tempo, tinham reagido quanto a realização dessa grande e histórica conferência com chantagens tentando impor condições, as quais diziam então ser para resguardar o crescimento dos países, nações e povos, mas que na verdade só salvaguardariam mesmo era os interesses dos próprios.


"Lá onde se apresenta o governo dos Estados Unidos, alegadamente com o objetivo de amizade, essa sempre acaba se mostrando como avassalamento e subjugação, assim como uma dependência perniciosa. O império norteamericano nunca desejou nosso desenvolvimento. Como dantes, alguns países ainda continuam se paralizar, não se libertando e sofrendo chantagens sendo depois postos abaixo de condições. Por outro lado nós aqui poderíamos completar uns aos outros, para que possamos nos libertar conjuntamente, ressaltou então o Presidente Evo Morales.  
 
Todos os Direitos Reservados - RT / www.fondsk.ru
Anna Malm - http://artigospoliticos.wordpress.com
 Traduzido por Anna Malm - Correspondente de Pátria Latina na Europa


http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=130e2cf22996c69455ee7589cc8fed8c&cod=13166

 
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