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Ele está de volta

26.04.2005 | Fonte de informações:

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A propósito, os tempos não são assim tão velhos. Talvez não sejam também tão bons, pois para os fãs do esporte, deve haver sempre disputa, como houve nas voltas finais do Grande Prêmio de San Marino. Não obstante todos os esforços que Bernie Ecclesatone e seus comandados despenderam para refrear o ímpeto de Schumacher por vitórias, a sua competência aliada ao bom desempenho do conjunto do carro Ferrari, estão novamente fazendo a diferença. Aparentemente, a estratégia da FIA logrou algum êxito nos três primeiros GP’s, embora Rubens Barrichello tenha conseguido colocar seu Ferrari na segunda posição em Melbourne. Dessa forma, os estrategistas da FIA imaginaram que as alterações feitas no regulamento haviam dado resultado. Entretanto, não foi a ridícula configuração dos dois treinos de classificação para se estabelecer a média, embora neste grande prêmio em Ímola, a segunda tentativa de Schumacher tenha sido frustrada por um erro, o que deixou Bernie Ecclestone, contente, ou a exigência de que um motor deva servir para duas provas, pois o motor Ferrari, já demonstrou sua durabilidade, Este parte do novo regulamento, a propósito, foi prejudicial para os motores Mercedes, que equipam a McLaren e que na temporada passada foin responsável opor várias quebras e o motor Honda que equipa a BAR, que também apresentou falhas no início desta temporada.. No entanto, foi a parte do novo regulamento que não permite a substituição dos pneus que colocou os pneus Bridgestone, que equipam somente Ferrari, Jordan e Minardi, à prova com resultados negativos. Enquanto os pneus Michelin, melhoram seu desempenho nas altas temperaturas como nos grandes prêmios da Malásia e do Bahrein, os pneus Bridgestone, somente podiam suportar tais condições por um número limitado de voltas, o que foi comprovado na temporada de 2004, quando Schumacher venceu na Malásia, a despeito da alta temperatura da pista. Todavia, uma vez que não é mais permitida a substituição dos pneus, mesmo com o árduo trabalho de pesquisa dos japoneses da Bridgestone na busca por um composto mais resistente ao calor, isto não foi possível e os usuários dos pneus Michelin puderam desfrutar de superioridade total sobre os da Bridgestone, por dois GP’s, face à inclusão do Grande Prêmio do Bahrein em que a temperatura da pista chegou aos 57 graus. Em Ímola, no entanto, em que a temperatura da pista foi de cerca de 28 graus, não há mais diferença entre o desempenho dos pneus. Apenas o motor e a habilidade dos pilotos é que fizeram a diferença e mais ainda, a habilidade do piloto pois, com as modificações do circuito em Imola, não ha pontos de ultrapassagem e somente manobras arrojadas contando com a colaboração do piloto da gente poderia surtir algum efeito como foi o caso da ultrapassagem de Takuma Sato, da BAR sobre Mark Webber, da Williams.r Fernando Alonso deve agradecer sua vitória a Janson Button que, apesar de sua BAR estar em média, 1 segundo e meio mais lento que a Ferrari de Schumacher, conseguiu retê-lo pelo número de voltas necessárias para que após a parada nos boxes de Schumacher, houvesse tempo necessário para que ele voltasse ainda na primeira posição. O jovem e competente piloto da equipe Renault, deve colher os frutos de seu sucesso o quanto possível, pois no circuito da Cataluña,, em Barcelona, diferentemente de Ìmola, há pontos de ultrapassagem. Isto se Michael Schumacher não estabelecer a pole position, o que é bem provável, pois não é sempre que Schumacher comete erros e, após três vitórias consecutivas, a vitória que seria a mais importante, pois seria em seu país natal, poderá ser frustrada e mais uma vez teremos, no pódio, o hino alemão seguido do hino italiano sendo executado o que seria uma pena pois, com o devido respeito aos hinos de outros países, é muito agradável ouvir “La Marseillese”. Jose Schettini Petropolis BRASIL

 
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