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O Euro e a Crise das Dívidas

28.10.2011 | Fonte de informações:

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O Euro e a Crise das Dívidas. 15835.jpegConferência Internacional

O Euro e a Crise das Dívidas

5 de Novembro - Sábado - 9h30m - 18h30m

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto

(Metro Pólo Universitário - Rua Alfredo Allen)

Entrada livre - Tradução simultânea.

Transporte para o Porto na Sexta, dia 4 de Novembro, a partir de:

Lisboa - Sete Rios - 18h

Coimbra - Estação de Camionagem - 20h

Inscrições LIMITADAS para almoço (5€) e viagem para conferenciadivida@bloco.org

Evento no Facebook aqui

Programa da Conferência

9h30m - Sessão de abertura

Marisa Matias (Eurodeputada, Bloco de Esquerda, Vice-Presidente do PEE) - "O Euro e as Dívidas - Diagnóstico e Soluções"

Eugénia Pires (Economista, Portugal) - "O que é a Dívida?"

10.30h - Os PIIGs: Diagnóstico dos países com as maiores dificuldades

Nuno Teles (Economista, Research on Money and Finance, Portugal)

Eoin O'Broin (Sinn Féin, Irlanda)

Nikos Pappas (Synaspismos, Grécia)

11.30h - Coffee break

12h - Segundo painel: Os que se seguem

Ricard Fernández (Iniciativa pela Catalunha, Espanha)

Alfonso Gianni (Esquerda, Ecologia e Liberdade, Itália)

Pedro Filipe Soares (Deputado, Bloco de Esquerda, Portugal)

13h - 13.30h - Debate

13.30h - 15h - Almoço (5€)

15h - Terceiro painel: Respostas europeias

Michel Husson (Economista, França)

Elisa Ferreira (Eurodeputada, Partido Socialista, Portugal)

Jeremy Corbyn (Deputado, Partido Trabalhista, Reino Unido)

Miguel Portas (Eurodeputado, Bloco de Esquerda, Portugal)

16.20h - 17h30m - Debate

17h30m - Encerramento: Francisco Louçã

O Partido da Esquerda Europeia e o Bloco de Esquerda irão organizar no próximo dia 5 de Novembro, no Porto, uma Conferência Internacional sobre O Euro e a Crise da Dívida. Dirigida aos movimentos sociais e economistas, este debate terá lugar em três painéis sucessivos com o objectivo de estabelecer (1) Um diagnóstico da situação nos países com as maiores dificuldades, (2) um levantamento crítico de algumas das experiências mais recentes de restruturação da dívida, em diferentes contextos e (3) resposta europeias nas dimensões institucionais, económicas e fiscais e da regulação dos mercados financeiros.

As políticas de austeridade, ligadas a uma coordenação económica baseada na disciplina fiscal do Pacto de Estabilidade e Crescimento e na punição dos desvios, exigem das esquerdas europeias soluções coerentes e articuladas, como uma base para a sua resposta política.

 

 

 
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