Roland Benjamin, porta-voz da Comissão Internacional da Cruz Vermelha em Bagdade, aformoi à imprensa que a situação é crítica no Iraque devido à falta de lei nas ruas e a falta dos medicamentos nos hospitais para tratar os muitos milhares de civis feridos pelo armamento dos militares americanos e britânicos.
Disse que os hospitais de Bagdade estão a funcionar a menos de 50% da sua capacidade devido à falta de medicamentos e de condições depois de terem sido ou bombardeados ou saqueados pelos desordeiros que apareceram depois do derrube do regime.
A falta de segurança em Bagdade, de acordo com o porta-voz, é o pior problema, porque além das pilhagens, nem todo o pessoal dos hospitais consegue chegar ao trabalho.
Outro problema é o fornecimento da alimentação. As sanções impostas pela comunidade internacional, ao mandato dos EUA, esforçou o regime Baath de Saddam Hussein distribuir os bens essenciais à população, 60% dos quais eram totalmente dependentes no governo para uma cesta básica de bens de consumo.
Uma quantidade de comida suficiente para milhões de pessoas tem de entrar no Iraque e tem de entrar já. Senão haverá uma explosão social, disse Roland Benjamin.
Timofei BYELO PRAVDA.Ru
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