Author`s name Timothy Bancroft-Hinchey

Montevidéu tingiu-se Tricolor

 São Paulo (BR) 1 x Defensor Sporting (UY) 0

Nacional (UY) 3 x River Plate (AR) 0

O mítico Estádio Centenario de Montevidéu foi sede dos últimos dois jogos internacionais dos times uruguaios na 50ª. edição da Taça Libertadores sendo que foi derrota do Defensor Sporting perante o TRICOLOR PAULISTA e vitória dos TRICOLORES uruguaios perante o time do Bairro Núñez de Buenos Aires.

Fora o conteúdo da matéria de tudo quanto aconteceu nestas duas partidas da Libertadores é bom salientar que a prévia do jogo São Paulo x Defensor Sporting foi extremamente especial para nós como correspondente do PRAVDA pois estivemos do lado do Juca Pacheco (Assessoria de Imprensa do São Paulo F.C.) dando uma percorrida pelas cabines das diferentes rádios uruguaias levando o «dossier» do clube para eles tentando que a informação seja a melhor, negócio que teríamos que xerocar no Uruguai.

Mais logo, na Arquibancada América do lado da porta do vestiário tricolor, encontramos o Felipe Espindola, na Assessoria de Imprensa do clube junto com o Juca querendo saber se dava para encontrar o Diretor do Muséu do Futebol do Estádio Centenario pois o Rogério Ceni, tinha doado uma camisa autografada e estava querendo saber se a «amarelinha» está se comportando bem no tal Muséu...

Foi então que mais uma vez este correspondente começou andar pelo Estádio até o ponto de encontro das autoridades na procura do Dr. Mario Romano (Diretor do Muséu) quem até tirou foto segurando a camisa do Rogério. O PRAVDA «assinou» dois contratos nessa noitada montevideana dos tricolores..o primeiro montar uma reportagem para o jornal mostrando todas as vitrines com lembranças históricas do futebol que o Muséu recebe e compartilha.

Uma outra com o São Paulo F. C. fazendo a promessa de tirar foto da camisa do Rogério no lugarzinho certo que ela possui no Muséu.

Duzentas pessoas vindas de São Paulo foram a torcida dos são-paulinos no Centenario (parte dessa turma fretou quatro ônibus), negócio que um dos «chefões» da torcida tricolor pediu para este correspondente que salientasse nesta matéria. Pelo esforço dos 1964 km, ou seja, 30 horas nas rodovias, esta é nossa homenagem para ele e a torcida INDEPENDENTE. As faixas tricolores no Estádio Centenario lembraram-se de: LIMEIRA, FORÇA NADINE GUERREIRA, SÃO PAULO – RIO GRANDE, OCEANO FUPG, BRASILANDIA, DRAGÕES, V. PRUDENTE (IMPRUDENTE), BRINQUEDO TRICOLOR e PIRITUBA.

Trabalhar é saudável mas tendo parceiros ótimos como os funcionários da Associação Uruguaia de Futebol nos vestiários como o caso do Gabriel Chavez e Julio Buffoni, anda tudo acima dos trilhos sempre. Fazendo tudo quanto os times. a AUF e a CONMEBOL pedem para eles fazem sentir a imprensa de jeito confortável, no mínimo no caso do PRAVDA, que mais uma vez agradece o tratamento destes dois uruguaios.

Após a turma de jogadores tomar banho no final do jogo, o pedido do Juca Pacheco para os jornalistas presentes no vestiário são-paulino foi que ficássemos perto da «Faixa Oficial da Libertadores 2009» que o Borges ia começar conversando com a imprensa brasileira para logo continuar com a uruguaia. Ouvimos os comentários do Borges na primeira reportagem compartilhada e foi nossa chance de tirar fotos que fazem parte desta matéria.

Uma das glórias uruguaias dos Tricolores Paulistas no decênio de 1970, visitou a turma no Hotel, o Pablo Forlán que nunca esquece dos anos morando lá em Sampa, a até poderíamos dizer do futebol brasileiro pois a cada oportunidade que um time brasileiro faz pouso no Uruguai, aos poucos tem o Pablo compartilhando um papo nos hotéis.

Pablo, fora ter ganho fama internacional no Peñarol de 1966, deu um pulo até São Paulo para vestir a camisa Tricolor do lado de um dos melhores «Falcões» uruguaios da história, o Pedro Virgílio «Verdugo» Rocha. Uma década depois, no 1982, Pablo pendurou as chuteiras no antigo Defensor (hoje Defensor Sporting Clube)e até foi rival do São Paulo e Peñarol, nessa versão na qual o time uruguaio das «Onze Estrelas» (Peñarol) acabou conquistando o quarto título de América.

SÃO PAULO (BR) 1 x DEFENSOR SPORTING (UY) 0

Quarta, 18 de Março de 2009 – 21:50 h.

Lotação: 22 mil

SÃO PAULO: Rogério Ceni (1 – Goleiro e Capitão), Rodrigo Baldasso da Costa (04 – Rodrigo); João Miranda de Souza Filho (05-Miranda); Júnior César Eduardo Machado (06 – Júnior César); Jorge Wagner Goés Conceição (07 – Jorge Wagner); Washington S. Cerqueira (09 – Washington); Anderson H. de Carvalho V. Lima (Hernanes); Marcos Arouca da Silva (11 – Arouca); Renato Assis da Silva (Renato Silva – 14); Jean Rafael Venderley Moreira (Jean – 15) e Humberlito Borges Teixeira (Borges).

Reservas:

João Bosco de Freitas Chaves (Bosco – 22); Eduardo Nascimento Costa (Eduardo Costa – 08); Aislan Paulo Lotici Back (Aislan – 13); André Luiz Barreto Silva Lima (André Lima – 19); Hugo Henrique Assis do Nascimento (Hugo – 18); Richarlyson Barbosa Felisbino (Richarlyson – 20) e Dagoberto Pelentier (Dagoberto - 25).

Treinador: Muricy Ramalho.

DEFENSOR SPORTING:

Martín Silva (1 – Goleiro); Pablo Pintos (21); Mario Risso (04); Jorge Curbelo (02); Sebastián Ariosa (18); Julio Marchant (19); Miguel Amado (08); Pablo «Teca» Gaglianone (05); Diego de Souza (07); Diego «Chengue» Vera (09) e Rodrigo Mora (11).

Reservas: Fernando Rodríguez (12 – Goleiro); Robert Herrera (22); Leandro Cabrera (23); Carlos Díaz (15); Diego Ferreira (16); Mauro Vila (14) e Álvaro «Chinês» Navarro (20).

Treinador: Jorge «Polilla» da Silva.

Cartões Amarelos: 5´- Wsahington (SÃO); 45´Rodrigo (SÃO); 66´Júnior César (SÃO), 76´Jorge Wagner (SÃO) e 90´Rogério Ceni (SÃO).

Alterações: 62´Mauro Vila (DSC – 14) x Diego de Souza (DSC – 7 ) e Álvaro «Chinés» Navarro (DSC - 20) x Rodrigo Mora (DSC – 11). 70´ Diego Ferreira (DSC – 16) x Pablo «Teca» Gaglianone (DSC – 5); 80´ Richarlyson (SÃO) x Arouca (SÃO) e 88´Aislan (SÃO) x Júnior César.

Ártibro e bandeirinhas paraguaios chefiados pelo Sr. Amarilla.

Na primeira metade, o Defensor Sporting teve maiores mas não melhores oportunidades sendo que o Rodrigo Mora (11) foi o «pesadelo» são-paulino ultrapassando os defensores quase colado á faixa direita e na hora de fazer o cruzamento final paralelo á última linha, não teve camisa «violeta» que chegasse para tocar ou até soprar a bola na área pequena rumo ao gol.

No minuto 39, surgiu o Borges com chute canhoto que matou as intenções do goleiro Martín Silva fazendo que a rede desse um pulo rumo ao céu pela força que trazia com destino rede e saída do pé dezessete tricolor.

Nos últimos anos o Defensor Sporting tem ganho o respeito dos rivais no Estádio Centenario pelas tarefas feitas perante grandões brasileiros como o Mengão (3 x 0) e Grêmio (2 x 0) mas negócio com clube do Estado de São Paulo é ruim para os «Tortos» do Bairro «Punta Carretas» pois o Santos tinha conseguido vencê-lo de 2 x 0 e agora o São Paulo 1 x 0.

O time uruguaio não mostrou sua cara mais linda neste confronto com os tricolores e pelo azar dos dois empates entre os times colombianos (Deportivo Independiente Medellín – DIM e América de Cali) ainda continua com chance de se classificar para Oitavas desta versão tão especial da Libertadores.

No final o São Paulo com duas vitórias fora de casa vai acabar sendo o júri entre os três times que completam o grupo.

Os são-paulinos na segunda metade tiveram o controle de bola, e levaram mais perigo na cidadela uruguaia. Mesmo assim, houve sufoco para eles pois nos últimos oito minutos do jogo, um balanço da perna esquerda do Álvaro «Chinês» Navarro vindo do plantão, pifou a bola entrando na área pequena e um chute do defensor Jorge Curbelo deu rebote e quicando devagar, a bola acabou saindo rente a uma das colunas brancas do Rogério.

Quanto ao Rogério Ceni mostra que tendo mergulhado na faixa dos quarenta e vestido como guardião precisa-se apenas qualidade e não ficar de olho na idade pois toda bola difícil que possa ficar de perto da área pequena ele segura como se tivesse sido alcançada de presente impedindo até a própria gritaria da torcida rival percebendo que o goleiro vai ser negócio simples para o próximo chute dos atacantes do time que estiver na frente.

Nas fotos: Borges (17), o artilheiro de São Paulo em Montevidéu. Dr. Mario Romano mostrando a camisa doada pelo Rogério para o Muséu do Futebol.

NACIONAL (UY) 3 x RIVER PLATE (AR) 0

Quinta, 19 de Março de 2009 – 21:50 h.

Lotação: 52 mil

NACIONAL: Rodrigo Muñoz (25); Martín Rodríguez (06); Mauricio Victorino (04); Adrián «Osso» Romero (15); Federico Domínguez (03); Álvaro Fernández (22), Oscar Javier «Ojota» Morales (21 e Capitão); Diego Arismendi (08); Nicolás Lodeiro (14); Mondaini (16); «Cacique» Medina (09)

Treinador: Gerardo Pelusso.

RIVER PLATE: Mariano Barbosa (23 – goleiro); Nicolás Sánchez (02); Facundo Quiroga (06); Paulo Ferrari (04); Cristian Villagra (03); Oscar Ahumada (05 e Capitão); Augusto Fernández (08); Marcelo Gallardo (10); Cristian Fabiani (23); Rubens Sambueza (11) e García Zárate (09).

Reservas: Mario Veja (12 e goleiro); Gustavo Cabral (24); Nicolás Domingo (20); Matías Adelairas (18); Martín Galmarini (21); Diego Buonanote (15); Mauro Rosales (07).

Treinador: Néstor «Pipo» Gorosito.

Ártibro: Carlos Chandia (Chile). Bandeirinhas: Cristian Julio e Lorenzo Acuña, (Chile). Árbitro na reserva: Darío Ubríaco (Uruguai). Vistoria da CSF, Guido Chamorro (Paraguai) e médico anti-dopagem Dr. José Veloso (Uruguai).

DALE, DALE BOLSO, DALE BOOOOOLSOOO foi parte da artilharia da torcida tricolor uruguaia saindo do Estádio Centenario e acordando os vira-latas que estiveram cochilando entre as árvores do Parque Batlle (semalhante ao Ibirapuera paulistano).

Não tem sobrenome argentino mais envolvido com as vitórias internacionais de Boca Junior como o MACRI. Mauricio Macri com terno de Presidente dos «xeneises» foi vital nesse pulo que deu o Boca faz dez anos ficando na frente dessa tabela dos times do mundo inteiro em ter ganho maior quantidade de canecos.

Pois é...o NACIONAL tem como apoio financeiro, a empresa MACRI uruguaia e o olhar dos jogadores do River com certeza batiam de jeito continuo nessa faixa estampada na camisa branca do BOLSO. Daria para acreditar que hoje cedo de manhã, a cidade de Buenos Aires torcedora do Boca colocasse uma faixa xerocada pela cidade toda com foto dessa camisa uruguaia lembrando-lhes às «Galinhas» portenhas que o MACRI é pesadelo para eles, estejam onde estiverem.

Quanto teve a ver com o jogo, Nacional foi bem mais do que o River Plate quase que no decorrer do jogo inteiro. Na primeira metade, foi típico de Libertadores (não precisa nem falar disso, não é?) levando em consideração que foi o Nacional quem tentou alcançar sempre o primeiro grito de gol e atingindo os 40 minutos, uma bola para o «Cacique» Medina (09) no eixo da área pequena, ele não consegue detê-la ficando para o Álvaro Fernández (22), que magrinho que nem palito mas craque que só ele, chuta de perna direita fazendo «sofrer» a torcida local pois antes de entrar na cidadela argentina, bate na coluna direita do guardiã Barbosa. Logo, sim, felicidade tricolor. 1 x 0.

Na hora que o Nacional ficou sossegado no campo, mantendo o controle do jogo, houve uma mudança importante para movimentar o esqueleto da partida. O Sergio «Chapita» Blanco (11) pulou no gramado procurando ziguezaguear sempre rumo ao gol os defensores argentinos. No minuto 73´ foi ele quem na faixa central do campo, perto da grande área deu uma bola com certidão para o Nicolás Lodeiro (14) que com chute canhoto, raso, imperfeito e cruel, ia vencer o esforço do goleiro Mariano Barbosa (23), que dando um mergulho não consegue segurar a bola, e quicando devagar rebota na coluna esquerda para ultrapassar a linha de fundo além de mais um esforço do guardião argentino que não impede que o Estádio Centenario consiga explodir. Se por acaso o Barbosa tivesse «resolvido» essa bola ainda com muita dificuldade, o «Cacique» Medina estava respirando nas costas dele. Só por acaso, percebeu!!!

O River Plate tentou sempre tocar na frente mas encontrou uma muralha uruguaia na metade do campo que acabou impedindo eles progredirem até o guardião Muñoz. Muralha com muita espessura mas nem tão alta. O Oscar Javier «Ojota» Morales (21), um preto no eixo dos 30 que brilhou e continua cativando a cada dia mais os corações dos torcedores do «Bolso». Um «craque» do jeito que o futebol uruguaio gosta e precisa, com raça, muita raça, suando a camisa, indo e voltando inúmeras vezes de uma grande área para a outra e sem mostrar as travas da chuteira para o rival, fazer que os seus pés façam uma de imã recebendo todas as bolas que ficarem de perto dele. Noitada inesquecível para o OJOTA.

Descendo um degrauzinho apenas, Nacional mostrou mais dois grandes destaques, o goleiro Muñoz (25) e Álvaro «Magrinho» Fernández (22), que após o jogo de ontem, fez com que o treinador da seleção uruguaia, Maestro Oscar Washington Tabarez, colocaram-nos na tabela de jogadores «charruas» para os próximos jogos de olho na África do Sul 2010 perante os paraguaios em Montevidéu e Chile em Santiago.

Quanto ao guardião, bem simples...destacam-se inúmeras oportunidades na hora que tem chuva de bolas rivais caindo na grande área, pior ainda se for na área pequena, chutes fortes e precisos vindos de todas partes e resolvem ficando com todos, TODOS.

Ás vezes como no caso de ontem, o Muñoz pula alto e segura algumas bolas, defende alguns chutes difíceis mas isso tudo feito com classe, com tranqüilidade que reflete-se para todos cantinhos do Estádio. Os torcedores encontraram nele um guardião com muito futuro e também presente.

Álvaro Fernández...um jogador com estilo descontraído, desses que acabam incomodando defensores, requebrando e tanto vai progredindo em campo e fora isso é o fura-redes TRICOLOR uruguaio.

Foi grande a surpresa no entretempo no Setor de Imprensa. Um craque uruguaio dos decênios de 1970 e 1980, 1,92 m, primeiro com bigode e logo com cavanhaque tendo emigrado para o Santos, deu uma de comentarista do narrador Deva Pascovicci para Rádio Globo.

Deu no alvo? Rodolfo «Panteira» Rodríguez. Ele foi convidado pela Globo e tendo aceite, deu um pulo até o Centenario desde do Departamento (Estado) de Durazno, moradia atual do guardião uruguaio.

É bom salientar alguns canecos internacionais do Rodolfo antes da viagem para o Brasil. Nasceu no Clube Atlético Cerro de Montevidéu e estourou neste ambiente em 1975 tendo ganho o Sul-Americano Juvenil de Lima – Peru 1975, junto com uma turma de uruguaios que logo foram destaques pelo mundo todo. Hebert Revetria (famoso artilheiro no Cruzeiro de Belo Horizonte junto com o Nelinho), Juan Ramón Carrasco (ex treinador da seleção uruguaia), Ruben «Pico» Umpiérrez (saiu do Peñarol rumo á França sendo ainda muito novo), Alfredo de los Santos, Víctor Duque, Rafael Perrone e José María Muniz.

Os canecos internacionais arvorados pelo Rodolfo foram: Sul-Americano Juvenil 1975, Copa de Ouro (Mundialito de Campeões Montevidéu 1980), Campeão da Taça Libertadores de América 1980 naquela final perante os «colorados» gaúchos que acabou na conquista o 05 de Agosto de 1980 no Estádio Centenario com gol de Waldemar Victorino, tio do atual jogador BOLSO, Mauricio Victorino.

Logo veio a primeira final Intercontinental de Tóquio da história, perante o Nothingham Forest...essa também foi dele. Por incrível que pareça o Rodolfo não jogou nem um minuto numa Copa do Mundo pois mesmo sendo titular da seleção uruguaia, rumo á México 1986, uma lesão no ventre (o José «Charli» Batista camisa seis da seleção e também nascido no Clube Cerro em um treino no Centenario perante os «Grandões Uruguaios» deu com a chuteira na barrida dele e acabou machucando-o). Rodolfo acabou na reserva e o titular foi o Fernando Álvez. O terceiro goleiro foi o Celso Otero, amigo do Maestro Tabarez e treinador desta seleção uruguaia de hoje.

Do River Plate, um time histórico da Libertadores, que costumava atingir as finais em 1966, 1976, 1986 o seguinte:

O Cristian «Ogro» Fabiani, desquitado na atualidade da modelo argentina, famosa no ambiente da tevê portenha, Amalia Granata, continua «gordinho», e poderíamos dizer que até «gordão» se levarmos em consideração que no Século XXI, futebol é esporte profissional e não amador. A torcida está precisando ele do jeito que os argentinos conheceram vestindo a camisa daquele «Rubro-Granate» clube Lanús do sul portenho. Com certeza vai fazer mais um esforço, fala-se «regime».

O Marcelo «Boneco» Gallardo voltou ao time do peito, mas ainda não consegue aquela classe que mostrou até na seleção argentina. Está faltando tempo, só isso pois é um grande jogador.

Uns dois mil argentinos instalaram-se no mesmo bloco da arquibancada América que a noite prévia tinham se localizado os torcedores de São Paulo.

O Estádio Centenario de Montevidéu vestiu-se TRICOLOR. Na quarta 18 de Março, branco, vermelho e preto. Por enquanto, na quinta 19 de Março, também foi TRICOLOR com apenas uma mudança, o preto pelo azul. TRICOLORES brasileiro e uruguaios felizes e quase com vaga garantida nas Oitavas desta 50ª edição da Libertadores.

Gustavo Espiñeira

Correspondente PRAVDA.ru

Montevidéu – Uruguai