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31 de Julho: Movimento de apoio ao ser humano e à família

26.07.2009
 
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ajustar à homossexualidade (o que o Conselho de Psicologia quer impor aos seus profissionais e as que procuram o profissional) ou decidir deixá-la, voluntariamente, se esta for a sua escolha ao procurar o apoio terapêutico". Portanto, o ser humano em estado de sofrimento está recebendo os respingos da briga teórica e da imposição das “imposturas intelectuais” à prática psicológica caso opte, por razões próprias, por deixar a homossexualidade.

A postura do CFP e Regionais não seria, portanto, mais uma forma de violência social contra o ser humano a partir de uma violência intelectual ou violência teórica?

Os reflexos da minha condenação no MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA:

A minha condenação abrirá um precedente para que mais psicólogos sejam julgados e condenados por apoiar os que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, reforçando a mordaça que o próprio Conselho Profissional nos impôs. Nós, Psicólogos, nos encontramos sem liberdade de pesquisa científica, pois a única linha de pesquisa aceita é a dos “pseudo intelectuais” pós-modernos, conformados com a “teoria queer”. Os profissionais que têm uma linha de pensamento diferente desta abandonarão, forçosamente, as suas pesquisas e produções teóricas e é o que já tem ocorrido.

Além dos Psicólogos, esta mordaça também vem sendo colocada, ao longo dos anos, em líderes de instituições de apoio ao ser humano e à família que professam a fé cristã e que apóiam os que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. Aliás, esta Resolução ‘queer’ foi adotada para perseguir os profissionais que participaram de um evento religioso em Viçosa, MG, visando o apoio aos que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, declaração feita pela então presidente do CFP , Ana Bock, em 2000, à Revista VEJA (busquem na internet).

Antes mesmo da Resolução ‘queer’ ser imposta aos profissionais de psicologia, o Movimento de Apoio já trabalhava em constante tensão, num verdadeiro clima de terror, obrigado a se comportar como se estivesse cometendo um crime. Não manifesta opinião acerca da homossexualidade, não diz o que faz ou onde funciona, pois a perseguição e pressão de grupos opostos são tão fortes que parece ser muito errado apoiar as pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade!

Tanto os profissionais quanto os conselheiros desta área sofrem desgastes físicos, emocionais, financeiros, além de terem a sua imagem pessoal comprometida por se disporem a ajudar os que os procuram com tal demanda na sexualidade. Apoiadores já tiveram fezes atiradas em suas casas e têm sido constantemente ameaçados através de e-mails e cartas. Tudo isso tem refletido nos muitos ministérios de apoio existentes no Brasil. Muitos apoiadores querem proteger suas famílias e, se um for profissional da área de Psicologia, acabam por colocar em risco o seu sustento pessoal.

O maior problema a enfrentar é o da violência por parte de alguns repórteres da mídia, defensores com este movimento desconstrutor social que inescrupulosamente atentam contra o seu próprio código de ética profissional, além de irem de encontro à própria lei da imprensa, como foi o caso do Repórter da Folha de São Paulo, Vinícius Galvão, que se disfarçou de paciente para me comprometer (cf. blog: http// rozangelajustino.blogspot.com ). Espero que a Rede Globo, e outros veículos de comunicação que estão me entrevistando, também não contribuam para meu prejuízo pessoal, pois muitos comprometem outros, mas não se comprometem com os seus próprios atos. Por exemplo, depois de eu dar uma entrevista para o Fantástico do próximo dia 26, a repórter da Rede Globo, Luciana Osório, não quis assinar o termo de compromisso que apresentei como condição para continuarmos a entrevista (v. informações no site da ABRACEH e no meu blog).

O que vemos na prática é a mídia (com exceções) trabalhando em conjunto com o movimento da desconstrução social “queer”, de forma a minar os alicerces do ser humano até destruí-lo, assim como aos profissionais que trabalham para apoiar o seu próximo e fortalecê-lo. Faz parte da política e da pedagogia “queer” perseguí-los usando todos os recursos da sua ditadura, até a inquisição.

Por todas estas razões, caso eu seja condenada à censura pública, maior temor haverá entre os psicólogos e muito mais nas instituições de apoio existentes no Brasil, todos estarão sob um clima de tensão constantes, devido a esta ditadura, a quase um passo da inquisição gay!

Qualquer punição que me venha a ser imposta será um ato de injustiça e violência não só contra a minha pessoa e contra o meu papel profissional, mas também contra o ser humano e à família, contra a sociedade brasileira.

Por isso, faça a sua parte, participe do abaixo-assinado on line no site da ABRACEH: WWW.abraceh.org.br (final do menu, do lado esquerdo). Ou imprima o documento abaixo e passe em sua comunidade. Divulgue, veicule em sua instituição e entre amigos. Envie as páginas assinadas para a CAIXA POSTAL 106.075 – Niterói – RJ CEP 24.230-970

ABAIXO-ASSINADO

Considerando os termos dos Arts. 3º, IV; 4º, II; e 5º, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XIII, XIV, XV, XVI, XVII, XVIII da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, que nos assegura o direito de:

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