Açores: Numa... de reflexâo...

Numa... de reflexâo...

 Publicado o nosso último texto de "Opinião" "2019 Para os Açores o Melhor" o que sucedeu nos primeiros dias do recém-chegado calendário anual para o agora, corrente ano de 2019, nas páginas de alguns dos nossos jornais locais e, outras publicações, a quem cujos Directores queremos, aqui e publicamente, agradecer o favor de nos acolher como seus "colaboradores", fomos atingidos pela necessidade de recolher em reflexão sobre o que, e como  transmitimos aquilo que escrevemos dentro da nossa limitada literacia como gostaria de o fazer na participação activa na cultura sociopolítica.

A todos os leitores que sabendo de antemão, não irem ler nenhuma peça de literatura "shakespeariana", ou de um escritor erudito, formado universitariamente nas matérias que nos atrevemos por vezes explorar e, a comentar, "Agradeço" (sim com maiúscula, o "tempinho" para passar uma vista de olhos pelo o que trazemos semanalmente, nas páginas de Opinião e que, os directores dos jornais, entenderam  adjectivarem de "politica" como rodapé da foto que  nos identifica.

Não é muito tempo. Há muitos comentadores e argumentistas que colaboram nos nossos órgãos de comunicação social há já longas décadas. A nossa primeira" actuação" teve lugar a convite do então Director do Jornal Açoriano Oriental Sr. João Manuel Alves, tendo o nosso primeiro artigo, saído na página "Perspectivas", intitulado Cinquenta e Quatro anos na defesa dos direitos da pessoa ... versava  o LV aniversário da proclamação da Carta de Declaração Universal dos Direitos do Homem...Jornal do dia 5 de Dezº 2002, nem que fosse um "desígnio" para o que viríamos  a "escrevinhar" a partir daquela data.

Em 16 de Fevereiro de 2006 publicamos um "Simplesmente" onde justificamos a suspensão da nossa colaboração semanal no AO conforme solicitação do Dr. Paulo Simões, por razões de revisão da página de Opinião e, de se ler outros colaboradores e articulistas embora, deixando em aberto outro qualquer tipo de colaboração esporádica. Compreensível porquanto o entendimento de diversificação de opiniões.

Terminei o artigo com a frase de Alexandre Dumas Filho "O que as grandes e puras afeições têm de bom é que, depois da felicidade de as ter sentido, há a felicidade de recordá-las". Assim foi. Em Agosto de 2013, timidamente, e na página "Diga Leitor" recomecei com alguns "textos" seguindo a abertura deixada pelo Director Dr. Paulo Simões numa colaboração esporádica.

O "Regresso" às páginas de "OPINIÃO" do nosso Açoriano Oriental dá-se no seu número datado de 16 de Janeiro de 2014, sobre um Lema que muito consideramos: SEM LIBERDADE A VERDADE NÂO APARECE, versando a nossa afirmação de: SIM!!! Sou independentista numa colectânea de 9 artigos onde justificamos, esta nossa afirmação.

Normal a um ser humano, meditar, reflectir sobre si próprio, sobre os seus actos, a sua afirmação como coo-construtor colectivo de uma sociedade que se quer livre e democrática reflectindo na responsabilidade que possui, na sua condição de homem livre.

Assim, e após um tempo que não tão curto como gostaria, retomei a "Vontade de contribuir para a realização dos nossos votos de "2019 Para os Açores o Melhor".

Dois Mil e Dezanove (2019) vai ser para o Mundo, para Portugal e para os Açores uma "Caixa de Pandora".

Dela e em relação aos Açores, preparam-se para sair um sem número de surpresas já pré-anunciadas, para quem tem estado atento às notícias.

São entre elas as eleições que se avizinham, em especial as que mais directamente dizem também espeito aos Açores, (Europeias e Legislativas à AR) a acção concertada entre as forças armadas com a frequente presença dos seus comandantes operacionais num reforço de  uma acção "psíco-social" de presença, Um "Orçamento de Estado" falseado nas suas intenções, um "Quer Posso e Mando" centralista e de índole colonialista no abuso do que nos pertence por direito internacional. A actuação de um sector dos" DDT" nas figuras dos ministros da Justiça, Administração Publica, do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros e, já agora também, do da Ciência e Tecnologia.

Nunca se assistiu a uma tão rápida solução para um projecto nos Açores como o do referente ao AIR CENTER. É de desconfiar. O mesmo deve trazer água no bico. Tenhamos olho aberto e pé ligeiro"

No que respeita particularmente aos DDT que também temos por cá, temos que estar atentos à Caixa de Pandora que poderá ser a tão badalada e esperada CEVERA.

Durante a Reflexão que fizemos, sentimos momentos de desânimo, raiva, medos, ira, dúvidas sobre o açorianismo de uns quantos, mas, veio-nos â memória a frase de Mahatma Gandhi "Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo".

Terminamos agradecendo a atenção e o apoio que sempre merecemos dos Directores não só do Açoriano Oriental onde começamos as nossas lides de escrevinhador sem talento bem assim, a todos os outros que nos deram o prazer de nos receberem nos seus jornais, e similares.

Se assim o entenderem, aqui estamos para continuar a respeitar e a lutar pelo estipulado na Declaração dos Direitos do Homem no que diz respeito à palavra LIBERDADE que aparece em destaque, sendo diversas vezes mencionada no seu prefácio e em vários dos seus 30 artigos.

Açorianos é dever de cada um de nós como ser humano libertar-nos do cárcere, da sombra e da dor de uma prisão sem barras....

José Ventura

2019-01-19

Porque somos livres, mantemos a nossa

opção linguística antes acordo

 

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Author`s name Timothy Bancroft-Hinchey