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Fahed Daher: A família e o sexualismo

20.10.2008
 
Fahed Daher: A família e o sexualismo

Nós outros, que viemos da primeira metade do século XX, casamos e constituímos família, quando, como em todos os tempos, havia, sim, alguma indisciplina sexual, mas as mulheres eram, o mais possível, salvaguardadas das mazelas do sexualismo, mesmo com trabalhos no mundo econômico, protegidas, especialmente as adolescentes, e preparadas para a manutenção da estrutura da família, tendo por base a honra, base estrutural da sociedade, ainda sendo a mulher o símbolo da fidelidade e do amor.

Fahed Daher

Nós outros ficamos desconcertados e tentamos atualizar nossos conceitos e emoções, quando sentimos os responsáveis pela ordem social, os governantes, estimularem o sexualismo desenfreado e mais, os chefes de família de depois da metade do século vinte permitirem e participarem da plena liberação sexual, especialmente das adolescentes.

Analisando sociologicamente e psicologicamente o valor da família verificamos, seguindo os velhos ditos populares, que a família é a base da sociedade ou a célula básica do grande corpo chamado sociedade, salvaguarda do patriotismo.

Na composição da estrutura familiar está a disciplina dentro de conceitos de respeitos recíprocos, se não quisermos falar de amor, mas tratando, no mínimo, de simpatias e empatias, vida econômica regrada, com equilíbrio orçamentário, consumismo limitado às necessidades fundamentais, o endividamento limitado à capacidade orçamentária, as defesas e apoios recíprocos. Os estímulos eróticos entre o casal, para a geração de novos filhos, para as satisfações orgásticas, para defesa intransigente das crias..

Esta estrutura da família se fundamenta, alem dos aspectos psicológicos da união, também se fundamenta na disciplina e na fidelidade.

A indisciplina sexual gera o individualismo, que não conduz à organização familiar ou torna a família frágil e desunida, com o individualismo das crias e adolescentes também alheados à realidade de futuro, vítimas fáceis do consumismo e da alegria irresponsável dos barzinhos para a classe média e do perambular pelas ruas e bares para os pobres.

Também vítimas dos exploradores políticos, das eleições fraudulentas que elegem “espertalhões” parasitos.” : Uns incompetentes para a luta do dia a dia, uns financiados por empresas com interesses de aproveitamentos, ou abastados que se aproveitam de cargos e imunidades para maior proveito de seus bens materiais.

Na fragilidade da família o país torna-se presa fácil do poder econômico e político e ou da dominação de povos mais fortes no comércio, nas comunicações e mesmo militarmente.

Agora, quando o poder público propaga ou mesmo quando permite que os cartazes públicos e os clipes das televisões e os jornais façam a divulgação do “use camisinha e ande com quem quiser,” ou quando propaga “sexo com camisinha é bom,” numa flagrante pregação de que o sexo fica liberado para todos e todas as pessoas e classes, desde que possam evitar a AIDS e no beijo erótico pode ser transmitida a aids, a tuberculose, a lepra, proporcionando lucro para as empresas mercantes de preservativos... Motéis e pornografias. Assim fica a permissividade.

Não somente isto. Quando o código do menor e do adolescente determina leis que as novelas contestam inclusive no termo de proibição do trabalho dos menores. Nas novelas, alem de menores trabalhando ninguém fiscaliza menores nos barzinhos nas madrugadas.

Quando o sexualismo é propagado em novelas que se apresentam em plenos horários nobres e a lei determina que nos horários nobres os programas serão apenas educativos...Mas a lei não determina qual é o horário nobre... Nem o que é educativo...

O mais grave esta na informação da imprensa de que vinte e cinco por cento das evasões escolares, em adolescentes, é por causa da gravidez, ao mesmo tempo em que a informação de que oitocentos mil registros de nascimentos, por ano, se fazem sem o nome do pai.

O maior número desses registros de mães pobres que não têm condição de desenvolvimento de educação. Sobrecarga social.

Entre as várias formas de dominar um povo há três: 1O- a desestruturação da família. 2O- O suborno das lideranças. 3- A gula dos governantes. ou dos comandos políticos, nas várias formas.

Médico- Apucarana = Academia de Letras Centro Norte do Paraná

SOBRAMES- Sociedade Brasileira de Médicos Escritores


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