Pravda.ru

Sociedade » Curiosidades

Olhai antes as moscas e deixai passar os camelos…

01.03.2009
 
Pages: 12
Olhai antes as moscas e deixai passar os camelos…

Ninguém nos encomendou o sermão… até porque não somos católicos, nem protestantes ou evangélicos. Temos todavia Jesus Cristo como nossa referência ética e moral. E é em nome desta, por dever de consciência, que entramos na liça do chamado “casamento gay”.

Alguns dos temas actuais são como as “moscas”... São lançados à opinião pública simplesmente para confundir, dividir e distrair o vulgo dos reais problemas da sociedade. Os “camelos”, que representam aqui a realidade, que confrontamos no dia-a-dia, não são para ser vistos. E não o são, não porque a nomenclatura que nos governa esteja distraída, mas porque as “moscas” servem melhor os obscuros desígnios do Poder Oculto Internacional de que é cega seguidora. Daí que a discussão pública das chamadas “propostas fracturantes”, que têm vindo a lume como “grandes” causas sociais, de ingente justiça, sirva como uma luva para afastar a opinião pública dos problemas que importaria de facto discutir.

É certo que a “mídia” fala da crise económica e muito, mas só pela rama, para iludir o problema e cansar a opinião pública. Esta é aliás outra forma de manipular e condicionar aquela. Para além do aspecto ideológico, na verdade, por trás de cada um dos temas fracturantes, esconde-se uma teia de interesses políticos e económicos internacionais, que se apresentam dissimulados em causas aparentemente inocentes e nobres. Tanto que os movimentos e as ONGs que as veiculam, são financiadas discretamente por Fundações patrocinadas pela Oligarquia Internacional, como a Ford Foundation e a Rockeffeler Foundation, só para citar estas, que perseguem há muito o domínio dos povos. Tais organizações contam inclusivamente com o apoio financeiro “discreto” dos Estados, que evidentemente o retira dos bolsos do contribuinte. A Câmara Municipal de Lisboa, por exemplo, tem patrocinado eventos gays, embora o dinheiro falte para acudir problemas da cidade mais conforme com os anseios da sua população. A manobra está tão bem urdida que muitos dos seus colaboradores, cremos, nem sequer têm a mínima consciência que são instrumentos de um plano geral que visa, em última análise, a servidão dos povos. Veja-se, por exemplo, o testemunho de Frances Kissling, activista pro-aborto, que numa entrevista, manifestou as suas dúvidas quanto às boas intenções de tais patrocinadores financeiros. Há que ressaltar, contudo, que existem organizações não governamentais sérias, porém não neste âmbito.

Na nossa juventude, o homossexualismo era assunto tabu, hoje, além de tolerado (ainda bem), está prestes a impor-se como um comportamento obrigatório… Traduza-se: “natural”. Transformou-se num movimento político com poderosos apoios internacionais, e tem vindo a afirmar-se como uma espécie de doutrina política com laivos de jurisprudência, reclamando a dignidade por decreto, como se tal, por força da lei, pudesse ser adquirido. Certa esquerda, que decididamente parece ter abandonado a defesa do Trabalho, que era a sua grande causa quando militava na clandestinidade e ou na oposição, é agora a principal obreira da promoção do chamado “casamento gay”, resolvendo dedicar-se a tal minudência, talvez porque tenha consciência que o seu projecto social faliu.

O homossexualismo é de facto uma manobra deletéria e de diversão com claros objectivos políticos. O nosso socrático 1º. Ministro José Sócrates, um dos principais promotores internos do chamado “casamento gay”, recomendou recentemente aos portugueses, em entrevista televisiva, o filme “Milk”. Trata-se da história de um gay norte-americano que decide seguir a carreira política, tendo sido eleito para um cargo público em São Francisco. O seu protagonista, o actor Sean Penn, um gay assumido (ainda bem), não se coibiu de defender o “casamento gay” no momento em que foi premiado pela Academia. Interessante referir o seu subtítulo em português, “A voz da Igualdade”, não é de todo inocente… Os illuminatis sempre escondem os seus objectivos por trás de belos conceitos, de que a “igualdade” é talvez o mais fantasioso engano publicitado entre as massas, propagado desde a Revolução Francesa como grande promessa da Democracia, mas nunca concretizada, pelo simples facto de que cada homem é tão diferente do outro, como a infinitude de combinações possíveis do nosso ADN. Na mesma ocasião que aconselhou o filme, teve o nosso chefe do governo o desplante de referir que os direitos dos gays em matéria de casamento são há muito reconhecidos nos países da Europa mais evoluídos, para deixar perceber que Portugal não pode ficar atrás… Devia ter juízo porque o que é bom para os outros, pode não ser bom para nós. Mas esta é outra forma que os seguidores caninos da Globalização Cultural e não só, se servem para justificar toda a sorte de importações sem olhar para os prazos de validade da mercadoria… e se de facto a maioria dos portugueses as querem comprar...

Não é todavia a primeira vez que Hollywood produz uma película sobre o tema gay. Em 2006, lançou “O Segredo de Brokeback Mountain”, uma estória escabrosa de “amor” entre dois cowboys. É evidente que a produção hollywoodesca tem também outras motivações... Não sejamos ingénuos. Para além dos fins comerciais, os magnatas do cinema perseguem também objectivos políticos de controlo das mentes, que é afinal a alma do seu negócio… Mas não apenas servem os filmes. O marketing do movimento gay se espraia também

Pages: 12

Loading. Please wait...

Fotos popular