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Gripe suína – real tratamento e prevenção - o uso inteligente dos fitoterápicos/alopático BPTUZ e BPUZ

21.01.2010
 
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Gripe suína – real tratamento e prevenção - o uso inteligente dos fitoterápicos/alopático BPTUZ e BPUZ

A gripe, suína ou não, é doença viral grave, pode deixar seqüelas incapacitantes, é potencialmente fatal e a técnica atual desconhece tratamento eficiente e sua prevenção. Não há viricida disponível no mercado, inexiste medida profilática segura, eficiente e barata.

Crianças previamente sadias que tem gripe no seu primeiro ano de vida tem sérios riscos de desenvolver doenças graves como arritmia cardíaca, mortalidade neonatal precoce, morte súbita, sangramento gastrointestinal e morte. A infecção pelo vírus da influenza A é causa significativa de hospitalização por convulsão febril em crianças na China. Doença crônica subjacente aumenta ainda mais este risco.

A infecção pelo vírus da influenza durante a gestação aumenta o risco de aborto espontâneo, contrações pretermo, comprometimento fetal e neonatal, e de esquizofrenia no concepto na idade adulta. A gripe é tratada como se fosse apenas doença respiratória e só de fase aguda, mas há a fase crônica (ninguém fala nela) e complicações não respiratórias –demência, epilepsia, doenças cerebrovasculares, convulsão febril, encefalopatia tóxica, encefalite, meningite, leucoencefalite hemorrágica, hemorragia subaracnóidea (abaixo da meninge), encefalite letárgica, psicose, aumento do número de casos de doença de Parkinson, além de pneumonia viral e bacteriana, infarto agudo do miocárdio, rabdomiólise (destruição maciça dos músculos), tromboembolismo pulmonar.

Diante deste fato, a influenza na fase crônica pode ter relevância social, econômica e política muito maior que durante as pandemias. Os vírus da gripe tem sido apontados como o problema central da virose. O vírus da gripe suína H1N1 foi apresentado à população mundial como terrível assassino, causador de pandemia devastadora, que não aconteceu. Mas culpar e transformar o H1N1 em assassino sanguinário gerou pânico e a histeria coletiva rendeu bilhões de dólares a empresas farmacêuticas (1), que teriam igual prejuízo se os estoques dos anti-gripais, com data próxima do vencimento tivessem que ter sido jogados no lixo.

Drogas antivirais atuais, como o oseltamivir (tamiflu) são caras, ineficientes e tóxicas – não destroem completamente a carga viral circulante, podem fazer seleção de vírus resistentes, tem efeitos colaterais graves, potencialmente fatais, afetam o sistema nervoso central provocando cefaléia, irritabilidade, ansiedade, dificuldade em concentrar-se, insônia, confusão, delírio, alucinações, agitação, convulsões, coma, automutilação, anorexia, frio, náuseas/vômitos, diarréia, dor abdominal, hepatite, choque anafilático, síndrome de stevens-johnson, necrólise epidermica tóxica, arritmia cardíaca, agravamento do diabetes, colite hemorragica, edema angioneurótico, tosse, insuficiência respiratória, broncoespasmo, dor de garganta, congestao nasal, infarto agudo do miocardio, não é recomendado para menores de 18 anos devido a SUICIDIO EM ADOLESCENTES ENTRE 10-20 ANOS, fato que determinou a proibição desta droga para uso nesta faixa no Japão.

É dito que a passagem de vírus da gripe de uma espécie para outra (sem dar lucro a ninguém), potencializa a infectividade e a letalidade do vírus, como acontece naturalmente a passagem de vírus entre aves e porcos na China, recentemente no México criando o H1N1. Mas quando o vírus é passado de humanos ou de outros animais artificialmente para ovos de aves embrionados em laboratórios farmacêuticos, para produção de vacinas e atender os interesses capitalistas, o vírus é atenuado, mesmo passando de uma espécie para outra – são os milagres da Ciência!

Nem mesmo aparecem atiradores em tais laboratórios para abater tais aves ainda bebês e já portadoras de vírus assassinos. A vacina anti-influenza não é uma medida inócua, também apresenta graves efeitos colaterais, particularmente após repetidas vacinações tais como febre, efeitos cardiotóxicos - arritmias, pericardite aguda, penfigóide bolhoso em crianças (tipicamente esta doença afeta idosos), púrpura trombocitopênica aguda, síndrome de meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré, arterite de células gigantes, rinite, sinusite e bronquite alérgica, síndrome oculorespiratória. Apesar de todos estes riscos, a vacina não impede o desenvolvimento de epidemias de influenza. O problema não é só o vírus da gripe suína ou não, mas principalmente a resposta do hospedeiro. Principalmente, três fatores são responsáveis pela gravidade da doença: 1. A resposta imunológica do hospedeiro frente a agressão do vírus com a produção de citoquinas; 2. A ação de destruição celular do vírus, cuja disseminação hematogênica não afeta somente o aparelho respiratório mas também se dissemina para outros órgãos tais com os dos aparelhos cardiovascular, sistema nervoso central, etc; 3. Superinfecção bacteriana.


O hospedeiro produz citoquinas em níveis adequados para a destruição dos vírus, outros micróbios, cânceres, etc. O H1N1 reforça a elevação dos níveis de citoquinas previamente aumentados no hospedeiro, como interleucina-1 (IL-1), IL-2, IL-4, IL-6, IL-8, IL-10, interferon-gama (IFN-g), fator de necrose de tumor-alfa (TNF-a), interferon-alfa (IFN-a), entre outras.

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