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Ciência

Restos mortais de Afonso Henriques ninguém perturba

18.05.2007
 
Restos mortais de Afonso Henriques ninguém perturba

Um grupo de investigadores da Universidade de Coimbra pretendia analisar as ossadas depositadas de Afonso Henriques  na Igreja de Santa Cruz de forma a conhecer novos dados sobre o primeiro Rei de Portugal .

Mas a ministra da Cultura, Isabel Pires, decidiu não autorizar a abertura da tumba por considerar que a investigação podia pôr os restos mortais em risco. Isabel Pires subscreveu assim o parecer do Instituto Português do Património Arquitecténico (IPPAR).

Segundo o jornal Sol  a investigadora Eugénia Cunha a decisão não a surpreendeu o despacho da ministra . Eugénia Cunha explicou, contudo, que o estado de degradação das ossadas e da tumba do fundador da nacionalidade é tal que uma intervenção da sua equipa podia mesmo «ajudar à sua conservação» .

Apesar de ainda não ter tido acesso ao despacho de Isabel Pires – que foi remetido directamente para o reitor de Coimbra –, a investigadora promete «rebater ponto por ponto» para a semana e por escrito a decisão da ministra.

O túmulo de Afonso Henriques encontra-se na Igreja de Santa Cruz, em Coimbra, tendo a equipa de Eugénia Cunha conseguido a autorização da Igreja para a investigação.

Da equipa da professora universitária, que se propunha a analisar os restos mortais do monarca, fazia ainda parte o espanhol Miguel Botella, que participou na investigação antropológica ao túmulo de Cristóvão Colombo em Sevilha.


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