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Federação Russa

Rússia Envia Ajuda Humánitaria aos EUA

07.04.2020
 
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Rússia Envia Ajuda Humánitaria aos EUA

Federação Russa fornece insumos hospitalares, incluindo máscaras, aos EUA. Enquanto Tio Sam repete a dose histórica: unilateralmente, embarga nações pobres afetadas por uma das piores pragas da humanidade, ameaça intervir militarmente e declarar novas guerras. Idiotas esquizofrênicos de plantão insistem em palrar o indefensável, pelo Império mais letal da história

 

Edu Montesanti

 

Um avião militar russo partiu de Moscou aos Estados Unidos nesta quarta-feira (1) carregado de equipamentos médicos, incluindo máscaras, a fim de ajudar o país norte-americano a combater a pandemia causada pelo coronavírus, onde cerca de 240 mil pessoas encontram-se infectadas, e mais de cinco mil já morreram de COVID-19. 

 

A decisão foi tomada na segunda-feira (30) através de conversa telefónica do presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, com o presidente estadunidense, Donald Trump, na qual ambos os mandatários discutiram com poderiam combater a COVID-19 de maneira mais eficiente.

 

O apoio russo, cordenado pelo Ministerio da Defesa, foi recebido com satisfacao pelo chefe de Estado norte-americano. "Trump aceitou com gratidão esta ajuda humanitária", disse Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin. "A Rússia nos enviou uma carga muito grande de equipamentos médicos, algo muito bom", disse o chefe de Estado americano nesta semana.

 

"É importante observar que, ao oferecer assistência aos colegas dos EUA, o presidente [Trump] assume que, quando os fabricantes de equipamentos e materiais médicos dos EUA ganharem impulso, eles também possam retribuir, se necessário", acrescentu Peskov quem, inclusive, lamentou dificuldades em se acelerar a ajuda aos EUA devido à objeção de algumas autoridades estadunidenses.

 

Em meio à profunda e bem conhecida esquizofrenia que a ajuda humanitária de Putin aflorou mais uma vez entre os patéticos hawks, discípulos de McCarthy de péssima memória dentro dos EUA, vale recordar que outras "ameaças à humanidade" segundo a Casa Branca, grandes meios de imbecilização em massa e seus cérebros lavados, exatamente Cuba e China,

somam-se a Putin no atual fornecimento indiscriminado de apoio aos povos do mundo, algo nada novo. Como sempre, fazendo com que reaças ignorantes, mundo afora, berrem histéricos, "propaganda!", enquanto silenciam cinicamente ou  aplaudem alegremente as unilaterais "intervenções humanitárias" (invasões militares e inúmeros bombardeios, inclusive contra civis) de Tio Sam.

 

Tem sido uma constante russa -  igualmente chinesa e, principalmente, cubana - tal prática que independe da ideologia do governo beneficiado, o que caracteriza autêntica ajuda com intenções humanitárias. A política exterior russa, assim como de Cuba e China, não possui o caráter do regime de Washington que impõe a força para alcançar seus almejos mesquinhos, de exploração das riquezas estrangeiras e acumulação indiscriminadas. 

 

O presidente Putin tambem tem enviado, nestes tempos de profunda incerteza e temores de pandemia, ajuda humanitaria a Itália, Espanha, China, Irã, Coreia do Norte e Alemanha, incluindo envio de especialistas em virose.

 

A diplomacia russa tem acreditado que apenas através da solidariedade, da ajuda recíproca todos ganham. E a crise profunda prenunciada pelo coronavírus vem a confirmar isso, joganfo por terra a paupérrima ideologia do individualismo e do livre mercado irrestrito. 

 

O Kremlin, obviamente, trabalha antes de tudo pelos interesses do povo russo, porém prima por relações internacionais baseadas na negociação, cooperação  e no respeito à soberania alheia. Tanto quanto possível, auxiliando humantariamente, como neste momento dos mais críticos da história contemporânea.

 

E não apenas no campo diplomático e de ajuda humanitária a Rússia tem estado na notável vanguarda global: tem sido o contrapeso de um moribundo Império, e por isso mesmo, pela vertiginosa queda, cada vez mais agressivo. Basta recordar a iminente guerra do Nobel da Paz, Barack Obama contra a Síria em 2014 evitada pela intervenção - pacífica, mas firme - do presidente Putin, com seu destacado ministro de Relações Exteriores, Sergey Viktorovich Lavrov.

 

Nao sem motivo, Rússia e Putin são demonizados pela grande mídia inversora da realidade social, financiada pelas oito familias detentoras de riqueza equivalente à metade da população mais pobre do planeta.

Edu Montesanti

 


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