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Declaração de Piongueangue

08.01.2016
 
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Teve lugar um evento mundial grandioso, a ser registrado de modo especial na história nacional que se estende por mais de 5.000 anos, pelo qual todo o povo e servidores públicos da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) dão passo gigante, realizando milagres e explorações todos os dias. Esse evento agora se revela portador antecipado da vitória final da causa revolucionária do Juche - fiel ao apelo militante do Partido dos Trabalhadores da Coreia (PTC) [ing.Workers' Party of Korea (WPK)]. 


A primeira bomba H foi testada com sucesso na Coreia do Juche, às 10h da quarta-feira, ano 105 do Juche (2016), resultado da determinação estratégica do PTC. 

Com esse teste realizado com conhecimentos e competências nossas, e com nossa tecnologia e nossos esforços, a República Popular Democrática da Coreia provou acima de qualquer dúvida que todas as especificações tecnológicas da bomba H recém desenvolvida para esse teste eram acuradas, e comprovou o poder de bomba H menor. 

Ficou demonstrado que o teste da bomba H, realizado de modo seguro e perfeito não teve qualquer impacto negativo no ambiente ecológico. 

O teste marca um estágio superior do desenvolvimento da força nuclear da República Popular Democrática da Coreia. 

Com esse bem-sucedido teste da bomba H que merece ser registrado na história, a República Popular Democrática da Coreia une-se, com orgulho, ao grupo dos mais avançados estados mundiais possuidores também de bomba H. 

O povo coreano demonstrou cabalmente o espírito honrado de nação que se equipou, para a própria proteção, com o mais poderoso instrumento de contenção nuclear. 

Esse teste é medida de autodefesa que a República Popular Democrática da Coreia adotou para proteger firmemente a soberania do país e o direito vital da nação de se defender contra a sempre crescente ameaça nuclear e chantagem de forças hostis encabeçadas pelos EUA e garantir, com salvaguarda confiável, a paz em toda a Península Coreana e a segurança regional.

Desde que surgiu no mundo a palavra "hostilidade", jamais se viu ou ouviu precedente de política tão dura, profundamente enraizada e persistente, quanto a política de hostilidade que os EUA mantêm contra a República Popular Democrática da Coreia. 

Os EUA são gangue de ladrões cruéis, que trabalharam muito para ter meios para levar o desastre nuclear até a República Popular Democrática da Coreia. Não se satisfizeram com impor as três vezes amaldiçoadas políticas de isolamento político, bloqueio econômico e pressão militar contra a República Popular Democrática da Coreia, pela simples razão de que aqui temos sistema social e ideologia diferentes do que se pratica nos EUA.

Os EUA recusam-se a dar paz, porque a República Popular Democrática da Coreia não se rendeu ante os movimentos de agressão dos EUA. 

A Península Coreana e região estão sendo convertidas em o ponto mais criticamente perigoso do mundo, onde a qualquer momento pode haver um ataque atômico, porque por aqui circulam livremente - com todos os seus meios para ataque nuclear -, as tropas imperialistas agressoras dos EUA, com grupo de porta-aviões nuclear e escolta, e sua aviação nuclear estratégica. 

Ao mesmo tempo em que desencadeiam todas as modalidades de agressão, por sanções econômicas e ação de grupos conspiratórios de 'direitos humanos', contra a República Popular Democrática da Coreia, com mobilização das forças hostis, os EUA fizeram esforços desesperados para bloquear a luta da República Popular Democrática da Coreia para construir nação pujante e para melhorar o nível de vida da população. Os EUA não pararam um dia, de trabalhar para "derrubar o sistema social" da República Popular Democrática da Coreia. 

O acesso, pela República Popular Democrática da Coreia, à bomba H da justiça, que fortalece nosso país contra os EUA, cabeçorra que nunca dorme sempre à procura de uma chance para nos atacar com suas gigantescas bombas atômicas de vários tipos, é direito legítimo de estado soberano à autodefesa, e passo muito justo que ninguém pode desmerecer.

Não se alcança nenhuma paz e segurança genuínas, se a única armas é a humilhação nas mesas de negociação.

A realidade hoje prova claramente, mais uma vez, a imutável verdade segundo a qual cabe a cada um defender o próprio destino com esforços próprios[1]. Nada mais estúpido que depor armas diante de uma matilha de lobos ferozes.

O sucesso espetacular alcançado pela República Popular Democrática da Coreia no teste completado para a bomba H, afinal, é grande feito histórico, evento de significação histórica, que com certeza assegura futuro eterno para a nação. 

A República Popular Democrática da Coreia é estado amante da paz, que empreendeu todos os esforços para proteger a paz e a segurança na Península Coreana e na região, contra o vicioso cenário de guerra nuclear que os EUA anseiam impor contra nós.

A República Popular Democrática da Coreia, estado nuclear responsável, jamais será o primeiro a usar armas nucleares nem de modo algum jamais transferirá tecnologias e meios nucleares, como o país já declarou, desde que forças hostis não se atirarem contra a soberania do Estado. 

A República Popular Democrática da Coreia tampouco suspenderá o desenvolvimento nuclear nem de modo algum cogitará de desmontar seu arsenal nuclear, a menos que os EUA desmontem toda sua política viciosa e hostil contra nós. 

O exército e o povo da República Popular Democrática da Coreia escalarão firmemente seu equipamento de justiça, para contenção nuclear, igualmente na qualidade e na quantidade, para assim garantir de modo confiável o futuro da causa revolucionária do Juche por toda a eternidade. A Coreia do Juche será para sempre próspera, conectada à grande linha do Partido dos Trabalhadores da Coreia, de fazer avançar simultaneamente os dois fronts.*****

 


[1] É um dos pilares da filosofia Juche: A linha básica do Partido dos Trabalhadores da Coreia é "[direito à] soberania, respeito mútuo e não interferência entre partidos comunistas e de trabalhadores". Dessa linha partidária, deduzem-se quatro princípios de autodefesa [Juche, em coreano; literalmente, "dever de só depender de si mesmo"]: [dever de alcançar] "autonomia, na ideologia; independência, na política; autossuficiência, na economia; e de construir os próprios meios de autodefesa e protegê-los" [NTs, com informações de Enciclopaedia Brittanica].

6/1/2016, Piongueangue, República Popular Democrática da Coreia (RPDC)
 
(in International Business Times, IBT, aqui trad. do inglês e vídeo)
(Tradução não oficial)

 


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