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Segundo Tempo vai beneficiar crianças e adolescentes com deficiência física

28.04.2008
 
Segundo Tempo vai beneficiar crianças e adolescentes com deficiência física

Crianças e adolescentes com deficiência física vão fazer parte do Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. A programação vai ser ampliada a partir do segundo semestre deste ano, com a instalação de núcleos em algumas regiões e depois no restante do país. O anúncio foi feito durante a oficina A Pessoa com Deficiência no Programa Segundo Tempo, na manhã de hoje (23), em Brasília.

Atualmente o Segundo Tempo atende a pouco mais de um milhão de jovens. Segundo o diretor do Departamento de Esporte Universitário do Ministério do Esporte, Apolinário Rebelo, esse número é pequeno em relação à população jovem brasileira, equivalente a 51 milhões de pessoas. “Queremos ampliar ainda mais o programa. De 2003 pra cá, dobrou o número de participantes e, este ano, com a inclusão de pessoas com deficiência física, daremos um grande passo”, afirmou.

Para o representante da Associação do Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe), do Distrito Federal, Ulisses Araújo, a maior abrangência do programa vai além da inclusão social. “A ampliação vai resgatar a cidadania da pessoa com deficiência. Muitas vezes, o irmão de uma pessoa com deficiência faz parte do projeto, mas ele não. Com a mudança, os dois vão poder brincar juntos."

O Segundo Tempo oferece aulas de reforço escolar, esporte e alimentação no turno contrário ao da escola. O projeto trabalha com base em quatro eixos: desenvolvimento do esporte de competição, inclusão social, ampliação da infra-estrutura esportiva no país e desenvolvimento institucional.

“Vamos universalizar o esporte como fator de desenvolvimento humano e como instrumento de inclusão social. Queremos promover a inclusão social e quem sabe descobrir novos talentos para o esporte de alto rendimento”, confirmou Apolinário Rebelo. De acordo com ele, o Ministério ainda pretende ampliar o programa para comunidades indígenas e quilombolas.

Fonte: Agência Brasil


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