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São Paulo desmente a interferência de Juvenal Juvêncio

15.05.2007
 
São Paulo desmente a interferência de Juvenal Juvêncio

Os jogadores e o técnico do São Paulo desmentiram qualquer interferência da diretoria, especialmente do presidente Juvenal Juvêncio, na escalação do time no jogo do último sábado.

"Conheço bem o Muricy, já trabalhamos juntos e sei que ele não deixaria que ninguém interferisse nas suas decisões", disse o meia Jorge Wagner, que ganhou um lugar no time titular. "Quem escalou a equipe foi ele."

 O próprio Muricy Ramalho negou. “Eu tenho total autonomia para escalar a equipe. Até porque o presidente Juvenal Juvêncio não conhece o dia-a-dia dos jogadores, eu vivo essa rotina. Ele, claro, tem o poder, mas não pode e nem interferiu no meu trabalho” disse o treinador.

O desconforto causado pela eliminação precoce na Libertadores da América, segundo o treinador, não justifica nenhum tipo de ordem da diretoria a respeito da formação da equipe titular. “Isso nunca aconteceu. Aqui não tem essa de diretor querer interferir no time. Até porque, no primeiro sinal de algo parecido com isso, eu deixo o clube. Eu preciso de liberdade para trabalhar, e não se pode vencer todo dia. Não é um resultado ruim que vai fazer isso mudar”, afirmou Muricy Ramalho.


A suspeita de interferência da diretoria na escalação do time cresceu com o afastamento de antigos titulares absolutos, casos do meia Souza e dos atacantes Leandro e Aloísio, que não vinham repetindo as boas atuações do ano passado e foram para o banco de reservas no triunfo por 2 a 0 sobre o Goiás, no Morumbi.

Jorge Wagner, no entanto, foi político ao analisar a escalação do time. "Pelo momento que passamos, com duas eliminações seguidas, era normal que a equipe sofresse mudanças. Tenho certeza de que o Muricy optou pelos jogadores que poderiam ajudar mais a equipe neste momento."

 Fonte AP, agências


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