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Biguá Campeão da Liga Uruguaia de Basquete 2007-2008

14.03.2008
 
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Biguá Campeão da Liga Uruguaia de Basquete 2007-2008

Em vôo raso o “Pato” arrasou o maná dos “judéus” uruguaios. Biguá (Campeão) e Hebraica Macabi (Vice) conseguiram as duas vagas uruguaias para a próxima Liga Sul-Americana 2009.

Na música, “Gato com pato” quer dizer: Cravo e Canela, por enquanto, no basquete “Pato com Caneco” é sinônimo de Campeão da LUB 2007-2008.

No começo deste ano o Comité organizador da LUB escolheu o nome do troféu para o 2007-2008: Bartolomé “Tito” Colom sendo que foi um dos maiores lutadores desde a Federação Uruguaia de Basquete tendo sempre como alvo o progredir deste esporte que amou tanto quanto seu time do peito, Biguá.

Alguns anos atrás o clube entrou em um aparente declínio deixando o basquete morrer até que alguns seguraram a barra e lembraram-se de uma música incrível fazendo-os refletir e multiplicar o esforço:

Não deixe o Samba morrer, não deixe o Samba acabaaaaar…

A nova era deu início com uma turma de moleques que conseguiram atrapalhar o Paysandú que tinha tirado crachá de Campeão…isso foi apenas o começo e dava para imaginar um futuro bem melhor.

Ano retrasado, o time bem “montado” alcançou a Final perante Malvín sem atingir o alvo e sem o melhor jogador do basquete uruguaio (Leandro García Morales) na quadra.

Após dessa dor, a torcida e diretoria acreditaram que essa tinha sido uma ótima pré-estréia de olho na conquista desta LUB 2007-2008.

Nessas faixas que a torcida leva a cada jogo tentando aumentar o astral dos jogadores do time e procurando que o rivais saibam da história do clube, Biguá mostraba as suas: Campeão Federal Uruguaio 1988, 1989 e 1993 além de Campeão Sul-Americano 1992.

Mauro Mas, jornalista esportivo da Rádio Sport 890 e do programa da tevé “Punto Penal” de Canal 10 foi mais uma torcedor do lado dos reservas do Biguá na última das três partidas, pulando, suando e gritando os epicínios que a torcida dava início desde a arquibancada assim que esticava a vantagem para o “Pato” ou na hora que os grandões do “Azul” afundavam a bola na argola ou na pior hipótese quando os cestinhas arremessavam de três pontos com sucesso.

Marcelo Galicchio – O Rey das Estadísticas do basquete é tão grande assim que no decorrer desta LUB foi apoio de todos os jornalistas amadores desde esporte além do Canal VTV (cabo) pertencente á Tenfield que é proprietária das emissões do basquete, futebol, ciclismo e carnaval uruguaio.

As vitórias sustentaram-se sempre nessas turmas fortes e desta vez os ianques do time são membros mesmo da família do “Pato”, percebendo-se como poucas oportunidades tem acontecido no histórico do basquete uruguaio.

Desde o ano 1979 quando o Joe Bruce Mac Coll foi o primeiro ianque em ter feito pouso neste basquete vestindo a camisa “14” do Peñarol, a grande maioria dos jogadores vindos de fora Uruguai, aterrizam nestas quadras tendo como único alvo colocar a grana no bolso a cada mês e continuar a carreira esportiva em um outro país.

Uruguai foi sempre o primeiro degrau de uma escada esportiva para todos aqueles jogadores norte-americanos que davam o primeiro pulo fora dos EUA.

Só alguns como o caso do panamenho Adolfo “Fito” Medrick, e os norte-americanos Jeffrey Granger e Trelonie Owens decidiram ficar no país pela acolhida que as próprias torcidas e o povo uruguaio todo deram desde o começo, vestindo todos eles a camisa “celeste” inúmeras oportunidades.

Quanto tem a ver com os estrangeiros do “Pato”, a cada instante encontram-se os dois jogadores apoiando seus colegas vindos do banco mesmo tendo que sair da quadra, percebendo-se que isso acontece de um jeito sincero.

Mark Bortz é o gigante “caucásico”, absolutamente raspado e com faixa na cabeça tentando deter o suor que as partidas vão gerando e as sobrancelhas e os cílios das pálpebras juntos não iam conseguir por sí próprios.

Nas partidas finais ele ganhou uma faixa na arquibancada que fala mais alto quanto ao sentimento da torcida ou mínimo de alguma “gata” torcedora:

Bortz, I love you.

O Kevin Young, é o outro gringo grandão desta vez negro que adora afundar a bola na cesta rival é assim que consegue, comemora de cara fechada e do jeito que nem o King Kong segurado daquele aranha-céu de Nova Iorque protegindo a loira que sustentava na palma da mão.

Só está faltando imaginá-lo batendo uma e mil vezes os punhos em alternância no peito…mesmo que da pra tremer !!!

Uma cerimônia na própria cerimônia após a conquista do caneco é ficar com as duas redes no bolso do time Campeão pois nelas mais nenhum jogador vai colocar a bola dentro.

No caso do Biguá as duas bundas que apoiaram-se nas duas argolas (uma em cada) na procura desse prêmio foram do Juan José “Sapo” Rovira (a boca fez seu trabalho na hora de imaginar o apelido e o capitão Martin “urso” Osimani, apelido ganho pela semalhança do sobrenome, OSIMANI com a palavra “OSO” em português: URSO).

Se está querendo conhecer bem mais do Campeão, dá um mergulho na “piscina virtual” do “Pato”:

www.biguabasket.com

Quanto as três finais foram perante o time dos “Judéus” uruguaios, o Hebraica Macabi.

1ª partida – Biguá 90 x Hebraica Macabi 58

2ª partida – Biguá 86 x Hebraica Macabi 70

3ª partida –Biguá 95 x Hebraica Macabi 77

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