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Montevideo Wanderers pode ser o próximo rival do Mengão

11.01.2008
 
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Montevideo Wanderers pode ser o próximo rival do Mengão

Jorge “Tito” Gonçalvez, o treinador do “boêmio” uruguaio na libertadores - o clube presenteia o pravda com o livro do “século” - o «Barão de Amazonas» teria sido torcedor dos boêmios.

O 15 de Agosto de 1902 os conhecidos “boêmios” uruguaios comemoraram o primeiro século de vida tendo como Presidente ao empresário Walter Devoto com seu cabelo cinza faz muitos anos, assunto que confirmamos pois conhecêramos ele sendo criança quanto o senhor “andava” da matriz do Supermercado Devoto para a primeira filial, as duas no adorável bairro Malvín de Montevidéu.

Na época que o Mateo Giri era o presidente dos alvinegros que conseguiam pela primeira vez uma das duas vagas uruguaias na Taça Libertadores de América deixando o Nacional fora, quebrando porém essa “parceria que tinham assinado” os dois grandões uruguaios no “único” torneio sul-americano montado para times.

No começo do decênio de 1960, a Libertadores tinha uma vaga só que colocava no bolso o Campeão. Essa tal vaga continuava indo e voltando da beira do Peñarol para a do Nacional.

Na hora que a Libertadores virava negócio e começava cheirar gostoso, a Confederação Sul-Americana de Futebol mudava os estatutos do torneio permitindo que cada um dos países do continente ganhasse duas vagas na primeira fase, que no caso uruguaio iam sempre para o Nacional e Peñarol que extremamente poderosos conseguiam atingir dez das doze finais desde o início no ano 1960 até 1971.

Do jeito que o “antigo” Club Atlético Defensor (hoje Defensor Sporting Club) quebrou uma história de 46 anos desde o início do profissionalismo uruguaio em 1932, obtendo o primeiro Campeonato Uruguaio um dos times em desenvolvimento. o 25 de Julio de 1976, perante o Rentistas de 2 x 1 no Parque Franzini; o Montevideo Wanderers conseguia quebrar esse pingue-pongue cansativo dos “tricolores” e “aurinegros” indo de mãos dadas para o grande torneio internacional do continente no finalzinho do decênio de 1960 e no início do 1970.

O ano 1975 foi marcante para o futebol uruguaio mas bem mais para o WANDERERS que ia jogar sua primeira Libertadores junto com o Peñarol, tendo como guardião áquele laçudo “Maluco” Ortiz que com “design” do argentino Hugo Orlando Gatti do Boca Jrs. mais logo ia jogar no futebol brasileiro.

Mais um desses jogadores que vestiram a camisa boêmia nessa histórica classificatória para a Taça Libertadores 1975 foi o agora treinador da seleção uruguaia, Maestro Oscar Washington Tabarez que “quase” do lado do goleiro do “W”, tentava afastar cada uma das bolas que caiam na grande área alvinegra.

Essa de ´75 foi a primeira sendo que a 2008 vai ser a última até uma outra participação que com certeza haverá pois Wanderers é um dos poucos times uruguaios com organização Nota Dez no futebol “celeste”.

Faz 33 anos o treinador foi o reconhecido careca Professor Omar Borrás, que logo segurou a barra daquela Seleção Uruguaia na Taça do Mundo México 1986 e agora é a vez do Jorge Gonçalvez, bem mais conhecido como “Tito” Gonçalvez, nome que é herança e tem história no futebol uruguaio pois seu pai foi um grande Campeão com o Peñarol desde 1957 até 1970 e a seleção uruguaia nos decênios 1960-1970, tendo inúmeras batalhas com aquele também poderoso Santos do Rei Pelé.

Felizmente os times uruguaios estão oferecendo seu apoio ao trabalho do PRAVDA desde Montevidéu. O 1° de Março de 2007 foi o Danubio que presenteou o jornal com o Livro dos 75 de vida do clube e agora mais um alvinegro como o Wanderers, presenteia-nos com o livro do primeiro século do clube, montado pelo advogado e pesquisador Manuel Paredes.

Quanto ao livro se refer o PRAVDA agradece ao Presidente, Dr. Advogado Álvaro Escurra, a Diretoria toda e ao Gerente Sr. Claudio Pagani que perceberam quanto é importante para nós aumentar nossa coleção de livros VIP que sejam plataforma para nossos leitores receberem as melhores matérias.

Aprofundando nossas pesquisas quanto ao Barão de Amazonas, esse herói brasileiro com monumento no Rio de Janeiro, temos certeza absoluta que mínimo no Uruguai teria sido torcedor do Montevideo Wanderers pois algumas dicas refletem essa possibilidade.

Foi, foi, foi ele quem o 11 de Junho de 1865, ficou na frente da Marinha Brasileira na Batalha do Riachuelo, obtendo-a. Vinte anos e uma semana antes da fundação do Wanderers de Montevidéu, foi o dia da “despedida” do Barão de Amazonas deste mundo e por incrível que pareça uma das duas pessoas que assinaram a ata de falecimento do Barão, amigo e português como ele, Dom José António Nicolich foi o Primeiro Vice-Presidente dos «boêmios» aquele 15 de Agosto de 1902.

Não da para imaginar o Barão torcendo pelo Wanderers nas arquibancadas da vida ?

Imagina só aquele barbudo impondo o respeito da torcida e jogadores rivais do jeito que conseguiu acima de seu navio “chutando” gritos tentando organizar estratégias.

Será que poderia ter torcido pelo autêntico decano do futebol uruguaio que foi o Albion (naceu Julio de 1891), pelo Libertad, Montevideo, Saturno, Júpiter, Uruguay Athletics, Universitario, Criket, Arroyo Seco, Defensa, Titan, River Plate, Progreso ou Beagle ?

Difícil né ?

Na pior hipótese pelo Beagle (nome de um navio), com jogadores-tripulantes ingleses que ancoravam no Porto de Montevidéu e treinavam o esporte que eles descobriram e fizeram conhecer para o mundo todo, tendo ganho alunos ótimos no Rio da Prata.

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