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Moçambique comemora 15 anos de paz

04.10.2007
 
Moçambique comemora 15 anos de paz

O Armando Guebuza, Presidente de Moçambique, impeliu hoje todos os moçambicanos a prosseguirem a consolidação da paz, alcançada há 15 anos, como condição para o crescimento económico e a prosperidade do país, de acordo com a SIC.

Guebuza apelou para a preservação da paz, numa comunicação dirigida hoje à nação, por ocasião da passagem do 15º aniversário do Acordo Geral de Paz, assinado em Roma a 4 de Outubro de 1992 e que pôs termo a 16 anos de guerra civil.

Num balanço sobre os 15 anos desde a assinatura do acordo, o chefe de Estado moçambicano assinalou que a estabilidade política "contribuiu para induzir o crescimento médio de sete por cento, que o país tem estado a registar".
"São estes sete por cento que se traduzem em mais escolas, mais postos de saúde e mais fontes de água potável para o nosso brioso povo", sublinha Armando Guebuza.

Os 15 anos de paz impulsionaram a participação de cidadãos mais escolarizados, saudáveis e melhor preparados na luta contra a pobreza, referiu Guebuza na comunicação.

"A paz tem estado a propiciar o crescimento económico e social que, por sua vez, tem estado a induzir a melhoria das condições de vida do nosso maravilhoso povo. Todavia, este maravilhoso povo merece mais. Continuemos pois a consolidar a paz e a trabalhar arduamente pela prosperidade de Moçambique", sublinhou o Presidente moçambicano na intervenção alusiva ao Dia da Paz.

O programa oficial das comemorações contempla diversos eventos políticos e culturais, com destaque para cerimónias de deposição de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos em Maputo e plantação de árvores na Praça da Paz.

Como é hábito, o acontecimento será marcado pela ausência das cerimónias oficiais do maior partido da oposição, RENAMO, e do seu líder, Afonso Dhlakama, que alegam a persistência da intolerância política no país.

Para marcar o Dia da Paz, Dhlakama limitar-se-á a ler uma comunicação à Nação a partir da sede do seu partido, em Maputo, disse hoje à Lusa o porta-voz da RENAMO, Fernando Mazanga.


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