Author`s name Timothy Bancroft-Hinchey

Produção industrial cresce em sete das 14 regiões pesquisadas, em Agosto

Entre julho e agosto deste ano, na série ajustada sazonalmente, entre as sete áreas com aumento de produção, seis obtiveram taxas superiores à média nacional (1,2%): Pernambuco (7,4%), Espírito Santo (6,0%), Bahia (5,7%), região Nordeste (3,9%), São Paulo (2,5%) e Rio Grande do Sul (1,9%).

Com aumento de produção figura, ainda, Amazonas (1,2%), ficando as indústrias de Minas Gerais e do Paraná com crescimento nulo (0,0%). Já Goiás (-6,5%), Pará (-2,8%), Santa Catarina (-1,7%), Ceará (-1,1%) e Rio de Janeiro (-0,9%) registraram queda nessa comparação.

Frente ao igual mês do ano anterior, os resultados de agosto foram negativos em 13 dos 14 locais pesquisados, sendo Goiás o único com resultado positivo (3,2%). A maioria (8) registrou quedas menos intensas que a média nacional (-7,2%): Paraná (-0,9%), Pernambuco (-1,3%), Rio de Janeiro (-2,8%), Amazonas (-3,8%), região Nordeste (-4,8%), Rio Grande do Sul (-5,7%), Bahia (-6,1%) e São Paulo (-6,9%). Os recuos mais elevados foram registrados em Minas Gerais (-13,7%), Pará (-11,0%), Espírito Santo (-10,9%), seguidos por Santa Catarina (-9,9%) e Ceará (-9,1%).

Ao longo de 2009, a produção nacional avançou de forma permanente. Segundo o índice mês/mês imediatamente anterior, a indústria nacional cresceu desde janeiro, acumulando até agosto expansão de 13,5%. Onze dos quatorze locais também mostraram saldo positivo nessa comparação, com Espírito Santo (26,7%) e Minas Gerais (21,3%) apontando as trajetórias mais vigorosas, enquanto Amazonas (-0,1%), Pará (-1,4%) e Ceará (-1,9%) foram os locais com perdas no mesmo período.

O indicador acumulado janeiro-agosto, frente a igual período de 2008, mostrou queda na produção em todas as regiões, com quatro recuando em ritmo mais acentuado que a média nacional (-12,1%): Espírito Santo (-25,6%), Minas Gerais (-19,6%), Amazonas (-14,1%) e São Paulo (-13,1%), este último com a estrutura industrial mais diversificada e de maior peso. A perda de dinamismo nesses locais está relacionada à redução das vendas externas e ao intenso ajuste de produção, especialmente no setor de bens duráveis (automóveis e eletroeletrônicos). As demais taxas variaram entre os -2,3% em Goiás e -11,8 no Rio Grande do Sul.

AMAZONAS - Em agosto de 2009, a produção industrial do Amazonas avançou 1,2% na comparação com o mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segunda taxa positiva, acumulando ganho de 4,9%. O índice de média móvel trimestral aumentou 1,2%, mantendo sequência de quatro taxas positivas, com ganho acumulado de 8,9%.

No confronto agosto 09/ agosto 08, cinco dos onze segmentos contribuíram negativamente para a redução de 3,8% na média global, com destaque sobretudo para outros equipamentos de transporte (-23,8%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-13,1%). Em sentido contrário, os principais impactos positivos vieram de alimentos e bebidas (18,1%), edição e impressão (22,4%) e máquinas e equipamentos (21,8%).

O índice acumulado no ano ficou em -14,1%, com recuo em seis das onze atividades pesquisadas. O indicador acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde setembro (8,3%), atingiu, em agosto, -9,3%.

PARÁ - A produção industrial do Pará, em agosto, recuou 2,8% na comparação com o mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segunda taxa negativa consecutiva. Ainda assim, o índice de média móvel trimestral avançou 1,9%, segunda taxa positiva consecutiva, acumulando nesse período ganho de 2,6%.

O índice agosto 09/agosto 08 apresentou redução de 11,0%, com quatro dos seis setores pesquisados apontando queda na produção. A maior contribuição negativa sobre a média geral veio da indústria extrativa (-18,7%), com destaque para o decréscimo em minérios de ferro e de alumínio. Os segmentos de madeira (-38,9%) e minerais não metálicos (-21,0%) também exerceram pressões negativas relevantes. Por outro lado, os resultados positivos foram observados na metalurgia básica, com expansão de 5,0%, e em celulose e papel (8,7%).

No indicador acumulado para janeiro-agosto, a taxa global de -7,9% refletiu o desempenho negativo da maioria (cinco) das seis atividades pesquisadas. O indicador acumulado nos últimos doze meses, com queda de 4,3%, se mantém em trajetória declinante desde novembro do ano passado, com perda de 1,8 pontos percentuais em relação a julho (-2,5%).

NORDESTE - Em agosto, a produção industrial do Nordeste ajustada sazonalmente avançou 3,8% em relação ao mês imediatamente anterior, após ter registrado queda de 2,5% em julho. O índice de média móvel trimestral cresceu 1,4%, e acumula ganho de 2,2%, nos últimos dois meses.

No confronto com agosto de 2008, a indústria nordestina recuou 4,8%, assinalando o décimo primeiro resultado negativo seguido. Dos onze setores pesquisados, nove apresentaram queda na produção, com destaque para produtos químicos (-10,0%). Em seguida, vale citar também, máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-41,4%) e metalurgia básica (-10,7%). Por outro lado, refino de petróleo e produção de álcool (3,9%) e minerais não metálicos (2,4%) foram os impactos positivos.

No indicador acumulado no ano, a produção nordestina recuou 8,9%, com todas as atividadesindustriais mostrando queda. O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -6,1% em julho para -6,6% em agosto e continua em trajetória decrescente (4,4%), desde setembro de 2008.

CEARÁ - Em agosto, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 1,1% em relação ao mês imediatamente anterior, após crescimento de 0,7%. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral decresceu 0,6%, assinalando a quarta taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 4,0%.

No indicador mensal, a indústria cearense apresentou queda de 9,1% com resultados negativos em cinco das dez atividades industriais, com destaque para alimentos e bebidas (-25,2%), em função da menor produção de castanha de caju torradas e refrigerantes. Vale citar ainda, as retrações assinaladas por calçados e artigos de couro (-7,7%) e refino de petróleo e produção de álcool (-16,2%). Em sentido contrário, as principais contribuições positivas vieram de minerais não-metálicos (34,6%), produtos químicos (6,0%) e têxtil (2,4%).

O indicador acumulado no ano recuou 7,1%, com resultados negativos em sete dos dez segmentos pesquisados, cabendo o maior impacto ao desempenho de alimentos e bebidas (-16,0%). O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -3,2 em julho para -4,5% em agosto, prosseguindo em trajetória decrescente desde setembro de 2008 (3,8%).

PERNAMBUCO - Em agosto, a produção industrial de Pernambuco ajustada sazonalmente cresceu 7,4%, após ter recuado 2,5% nos últimos dois meses. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral avançou 1,6% em agosto, após ter recuado por dois meses, acumulando perda de 1,3%.

O indicador mensal da indústria pernambucana assinalou a décima taxa negativa consecutiva, com queda em cinco das onze atividades industriais pesquisadas. O maior impacto negativo para a composição da taxa de -1,3% veio de produtos de metal (-17,3%). Vale destacar também as contribuições negativas vindas de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-16,5%) e têxtil (-31,2%). Já alimentos e bebidas (3,0%) e metalurgia básica (4,1%) ampliaram a produção, sobretudo devido ao aumento na fabricação de cerveja e chope, e refrigerantes; e vergalhões de aços ao carbono.

No indicador acumulado do ano, a produção pernambucana recuou 7,5%, com taxas negativas em nove dos onze setores industriais, cabendo a produtos químicos (-11,6%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-26,5%) e metalurgia básica (-9,7%) as principais influências negativas sobre a média global. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, passou de -4,2% em julho para -4,5% em agosto, e prossegue em trajetória decrescente desde outubro de 2008 (6,2%).

BAHIA - Em agosto, a produção industrial da Bahia ajustada sazonalmente avançou 5,7% em relação ao mês anterior, após recuar 5,5% em julho, voltando praticamente para o mesmo patamar registrado em junho. Ainda na série com ajuste sazonal, indicador de média móvel trimestral cresceu 2,2%, terceira taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 5,9% no período junho-agosto.

No confronto com agosto de 2008, a produção industrial da Bahia assinalou queda de 6,1%, com taxas negativas em seis das nove atividades pesquisadas. A principal contribuição negativa veio de produtos químicos (-14,4%). Vale destacar também as influências negativas assinaladas por metalurgia básica (-15,0%) e borracha e plástico (-16,8%). Já os maiores impactos positivos foram assinalados por refino de petróleo e produção de álcool (3,1%) e minerais não metálicos (8,0%).

No indicador acumulado no ano até agosto, a indústria baiana registrou queda de 9,5%, com resultados negativos em sete dos nove setores pesquisados. As maiores contribuições negativas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (-22,2%), metalurgia básica (-21,0%) e produtos químicos (-6,1%). O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -5,8% em julho para -6,9% em agosto, e prossegue em trajetória decrescente desde setembro de 2008 (5,1%).

MINAS GERAIS - Em Minas Gerais, a produção industrial mostrou estabilidade na passagem de julho para agosto (0,0%), na série livre de influências sazonais. Vale destacar que este é o oitavo mês consecutivo que a indústria local não registra recuo na produção na comparação com o mês anterior, o que resulta em um ganho de 21,3% nesse período. Com isso, o índice de média móvel trimestral, com crescimento de 1,7% entre julho e agosto, prosseguiu em trajetória ascendente desde março de 2009.

Em relação a agosto de 2008, a redução na maior parte (onze) dos treze setores investigados aponta para o resultado global de -13,7%. Cabe destacar as contribuições das as indústrias extrativas (-26,0%) e de metalurgia básica (-23,0%). Com resultado positivo figuram os setores de alimentos (3,2%) e de celulose e papel (1,5%).

No indicador acumulado no ano, a queda de 19,6%, também refletiu um perfil generalizado de resultados negativos que atingiu onze dos treze setores pesquisados. A taxa anualizada, acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde outubro de 2008, registrou um recuo de 15,7% em agosto.

ESPÍRITO SANTO - Em agosto de 2009, a produção industrial do Espírito Santo, ajustada sazonalmente, avançou 6,0% frente o mês de julho, segunda taxa positiva consecutiva, acumulando nesse período expansão de 16,1%. Com isso, o índice de média móvel trimestral também mostrou crescimento (4,5%) entre julho e agosto e manteve a trajetória ascendente iniciada em abril.

No confronto com agosto do ano passado, o índice geral recuou 10,9%, pressionado em maior magnitude pela queda do setor extrativo (-26,4%), seguida da indústria de transformação (-3,1%). Neste último segmento, as pressões negativas vieram da metalurgia básica (-7,4%) e de minerais não metálicos (-16,5%). Por outro lado, as taxas positivas foram assinaladas pelos setores de alimentos e bebidas (7,2%) e celulose e papel (3,6%).

A produção acumulada no ano recuou 25,6% frente a janeiro-agosto do ano passado, pressionada pela queda em todos os ramos investigados, com destaque para as perdas vindas da indústria extrativa (-45,1%) e de metalurgia básica (-30,2%). A taxa anualizada manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2008 (14,1%), atingindo uma taxa de -20,8% em agosto.

RIO DE JANEIRO - Em agosto de 2009, o índice da produção industrial do Rio de Janeiro ajustado sazonalmente recuou 0,9% frente a julho, primeiro resultado negativo desde fevereiro último (-1,5%). Vale destacar que neste período o setor acumulou ganho de 10,0%. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral avançou 0,9% na passagem dos trimestres encerrados em julho e agosto e manteve a trajetória ascendente iniciada em março.

Em relação a agosto de 2008, o setor industrial fluminense recuou 2,8%, décima taxa negativa consecutiva, explicado sobretudo pela contribuição negativa vinda da indústria de transformação (-5,9%), uma vez que o setor extrativo (10,0%), por conta da maior extração de petróleo, manteve a sequência de resultados positivos iniciada em abril de 2008. Na indústria de transformação, onde nove das doze atividades assinalaram queda na produção, o impacto mais significativo sobre a média geral veio de veículos automotores (-23,6%). Também vale destacar o desempenho negativo de alimentos (-12,8%), minerais não-metálicos (-14,4%) e outros produtos químicos (-9,0%). Por outro lado, os três ramos que apontaram expansão na produção foram farmacêutica (13,6%), bebidas (4,5%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (9,3%).

No indicador acumulado janeiro-agosto, frente igual período de 2008, a indústria fluminense recuou 7,0%, influenciada sobretudo pela queda em nove dos treze ramos investigados. A principal contribuição negativa sobre a média da indústria permanece vindo da metalurgia básica (-24,6%). A taxa anualizada, ao recuar 4,8%, mantém a trajetória descendente iniciada em setembro do ano passado (3,5%).

SÃO PAULO - Em agosto, a indústria de São Paulo avançou 2,5% frente a julho, na série ajustada sazonalmente, segunda taxa positiva consecutiva, acumulando aumento de 4,4%. O índice de média móvel trimestral (1,1%) mantém trajetória positiva há seis meses, acumulando ganho de 6,6% nesse período.

No índice mensal, a redução de 6,9% pode ser explicada pelo desempenho negativo de onze dos vinte ramos investigados, com máquinas e equipamentos (-27,4%), veículos automotores (-13,9%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-36,2%) e metalurgia básica (-25,1%) exercendo as contribuições mais relevantes na formação da taxa geral. Por outro lado, farmacêutica (10,6%), outros produtos químicos (5,6%) e alimentos (3,3%) apontaram as principais pressões positivas.

A produção acumulada no período janeiro-agosto caiu 13,1%, pressionada em grande parte pelos decréscimos em quatorze segmentos, cabendo a máquinas e equipamentos (-33,1%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-57,2%), veículos automotores (-20,8%) e metalurgia básica (-33,3%) as contribuições negativas de maior peso na média geral da indústria. O indicador acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde julho de 2008, atingiu -9,2% em agosto.

PARANÁ - A produção industrial do Paraná ficou estável (0,0%) em agosto frente ao mês imediatamente anterior, já descontadas as influências sazonais, após crescer 17,0% em julho. O índice de média móvel trimestral, com aumento de 1,4% entre agosto e julho, interrompeu sequência de três meses de resultados negativos, quando acumulou perda de 7,6%.

No índice mensal (-0,9%), oito das quatorze atividades pesquisadas reduziram sua produção em relação a agosto do ano passado, com a contribuição mais relevante na formação da taxa geral vindo de veículos automotores (-34,1%) e, em menor medida, de máquinas e equipamentos (-10,3%) e madeira (-22,8%). Os principais impactos positivos foram observados em edição e impressão (54,9%), outros produtos químicos, com o crescimento de 90,9% influenciado por uma base de comparação deprimida, e refino de petróleo e produção de álcool (24,4%).

O indicador acumulado no ano ficou em -5,2%, com nove ramos influenciando negativamente o resultado geral. As principais contribuições vieram de veículos automotores (-34,2%), máquinas e equipamentos (-20,9%) e madeira (-25,1%). A principal pressão positiva veio de edição e impressão (78,8%). O índice acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde março deste ano, atingiu -1,9%.

SANTA CATARINA - Em agosto de 2009, a indústria de Santa Catarina, após cinco meses consecutivos em expansão, voltou a registrar queda na produção (-1,7%) na comparação com o mês anterior, na série livre de influências sazonais. Os índices de média móvel trimestral, por sua vez, mostraram estabilidade no ritmo de crescimento entre julho e agosto (0,0%).

Na formação da taxa global de -9,9% observada no confronto agosto 09/agosto 08, contribuíram negativamente oito dos onze setores pesquisados, com destaque em termos de impacto para veículos automotores (-63,3%) e borracha e plástico (-27,4%). Com resultados positivos figuram apenas as indústrias de alimentos (2,7%), máquinas e equipamentos (0,1%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (17,2%).

O indicador acumulado ficou em -11,8%, com recuo na maioria (10) das onze atividades pesquisadas. O acumulado dos últimos doze meses (-9,2%) mantém a trajetória descendente iniciada em outubro de 2008.

RIO GRANDE DO SUL - A produção industrial do Rio Grande do Sul mostrou, na série dessazonalizada, acréscimo de 1,9% na passagem de julho para agosto, terceiro avanço consecutivo, acumulando nesse período expansão de 4,4%. Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral manteve trajetória ascendente desde março último, alcançando crescimento de 1,4% entre julho e agosto.

Na comparação com agosto de 2008, a queda de 5,7% reflete um quadro de taxas negativas na maioria (dez) dos quatorze setores investigados. Entre esses, vale destacar as influências vindas de veículos automotores (-23,4%), máquinas e equipamentos (-16,6%), calçados e artigos do couro (-19,3%) e produtos de metal (-21,2%). Dos quatro segmentos que assinalaram taxas positivas, refino de petróleo e produção de álcool (21,2%) foi o que mais influenciou o índice global.

O indicador acumulado ficou em -11,8%, com recuo na maioria (10) das quatorze atividades pesquisadas. O acumulado dos últimos doze meses (-8,7%) mantém a trajetória descendente iniciada em outubro de 2008.

GOIÁS - Em agosto, a produção industrial de Goiás recuou 6,5% frente a julho, na série livre de influências sazonais, após avançar 13,9% nos dois últimos meses. O índice de média móvel trimestral mostra crescimento de 2,0% entre julho e agosto e mantém a sequência de cinco resultados positivos, com ganho de 10,6% no período.

No confronto com agosto de 2008 (3,2%), três dos cinco ramos investigados assinalaram acréscimo, com destaque para a contribuição de produtos químicos (26,9%) e, em menor medida, de metalurgia básica (3,1%) e minerais não metálicos (2,9%). Por outro lado, os dois impactos negativos vieram de alimentos e bebidas (-0,8%) e da indústria extrativa (-0,9%).

No índice acumulado do ano, a taxa geral da indústria foi negativa (-2,3%), com três segmentos reduzindo a produção. Nessa comparação, as pressões negativas foram exercidas por alimentos e bebidas (-4,1%), metalurgia básica (-4,8%) e minerais não metálicos (-2,7%). A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, que permanece em trajetória descendente desde agosto do ano passado, atingiu -0,8% em agosto deste ano.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República