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Policial venezuelano morto por tiros, durante protestos da oposição de direita

31.10.2016 | Fonte de informações:

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Policial venezuelano morto por tiros, durante protestos da oposição de direita

 

Outros policiais ficaram feridos em confrontos com a oposição.

 

26 de outubro de 2016 / Tradução de Edu Montesanti

 

http://www.telesurtv.net/english/news/Venezuela-Police-Officer-Shot-Killed-During-Right-Wing-Protest-20161026-0023.html

 

 

Um policial venezuelano morreu após ter sido baleado durante protesto da oposição na quarta-feira (26), na província de Miranda, disse o ministro do Interior e Justiça, Nestor Reverol, acrescentando que havia dois outros oficiais feridos.

 

Reverol afirmou que o oficial foi baleado depois que a polícia tentou dispersar uma marcha da oposição para preservar a ordem pública na rodovia Panamericana em San Antonio de los Altos, acrescentando que dois suspeitos estavam sob custódia.

 

"Há duas pessoas detidas para interrogatório, e uma ordem será emitida para iniciar as investigações para esclarecer este assassinato", disse Reverol.

 

Os policiais feridos foram levados para uma clínica particular, onde Jose Alejandro Molina Ramirez morreu com um tiro no abdômen e outro no braço. Medouza Dany Daniel Briceno foi baleado na mão, Davis Jose Laya Ayala foi atingido no braço, e Miguel Antonio Cuevas Pirela foi ferido no rosto de um objeto cortante, mas todos estavam fora de perigo, informaram os médicos.

 

Reverol disse que a oposição de direita foi a responsável pela morte do oficial Molina. Ele também confirmou que quatro policiais ficaram feridos no estado de Zulia durante os protestos.

 

A direita tinha convocado uma marcha pela "Tomada da Venezuela" na quarta-feira, provocando confrontos que levaram a mais de uma centena de feridos.

 

Apesar de algumas facções da oposição concordarem em negociações com o governo, alguns membros da direita dividida se recusaram a participar do diálogo e, em vez disso, convocaram uma greve nacional para a sexta-feira (28) e uma marcha mais provocativa ao palácio presidencial de Miraflores, em 3 de novembro

 

O governador de Miranda é o líder da extrema-direita Henrique Capriles, quem negou que as forças de oposição concordaram com as negociações com o governo socialista na terça-feira, e tem sido fundamental na convocação de manifestações de rua e pela deposição do presidente Nicolás Maduro.

 

"Isso precisa continuar crescendo para que o governo entenda, de uma vez por todas, que estamos agindo sério", disse duas vezes o perdedor presidencial Capriles.

 

A Assembleia Nacional, agindo em desprezo à Constituição, votou na terça-feira pelo início de um processo de impedimento contra Maduro, apesar de que todas as suas medidas tenham sido anuladas pelo Supremo Tribunal do país.

 

Multidões em protesto, onde o oficial foi baleado, gritavam: "Este governo vai cair!".

 

Os confrontos também eclodiram na cidade ocidental de San Cristobal, epicentro da violência em 2014 nos protestos anti-Maduro, que deixaram 43 mortos.

 

 
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