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Reformas vão gerar empregos, avalia Pellegrino

28.08.2003 | Fonte de informações:

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“As reformas vão dar um estímulo à economia, para que o Brasil possa crescer. O presidente Lula tem dito que não valerá a pena o país voltar a crescer se não for para dar emprego aos brasileiros, melhorar a renda da população e dar oportunidade de trabalho. O presidente Lula dorme e acorda pensando nisso”.

Segundo Pellegrino, a reforma tributária não vai aumentar a carga de impostos no Brasil. “Não há nenhuma previsão de aumento de qualquer percentual de imposto, a reforma é neutra nesse sentido. Ela vai melhor distribuir a carga tributária: quem tem muito vai passar a pagar mais, quem tem pouco vai pagar menos”.

O líder do PT citou como exemplo a cobrança de impostos sobre a cesta básica. “A reforma tributária prevê a menor alíquota de ICMS para os produtos da cesta básica. O que significa isso? A cesta básica vai ter o menor imposto para que o alimento chegue mais barato à mesa dos brasileiros. A reforma tributária vai pegar o sonegador, que não paga imposto hoje”.

Nelson Pellegrino avaliou que a reforma tributária, aprovada nesta terça-feira pela comissão especial, deve ampliar a receita dos estados. “Há uma choradeira grande dos governadores com relação à reforma tributária. Mas, com a unificação do ICMS em cinco grandes alíquotas, a estimativa do governo federal é de que a arrecadação vai melhorar em torno de 10% a 15%. Isso é muito importante”.

Segundo o líder do PT, o governo federal acena em destinar aos estados 25% dos recursos da Cide (contribuição sobre a intervenção no domínio econômico). “Os estados vão poder ter uma parte dos impostos que hoje não têm para melhorar as estradas, melhorar a rede de energia elétrica, melhorar o sistema de abastecimento de gás”. Pellegrino ressaltou que o governo federal, “sensível à questão nordestina”, vai reestruturar os fundos regionais de desenvolvimento e destinar 3% da arrecadação do imposto de renda e do imposto sobre produtos industrializados aos estados do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste.

O líder do PT mostrou-se confiante em relação à política econômica do governo. “Vamos tem um crescimento econômico ainda neste final de ano. No ano que vem, vamos ter um crescimento maior. O presidente Lula cumprirá suas promessas de campanha. O mundo todo já aplaude a política econômica do governo”.

Nelson Pellegrino defendeu a instalação, em Salvador, do centro de atendimento telefônico do Banco do Brasil – o chamado call center. O empreendimento orçado em R$ 20 milhões representaria a geração de 2.800 empregos diretos. “Só tem uma coisa que está faltando para a gente bater o martelo: o governo do estado colocar suas contas, que hoje estão em um banco privado, no Banco do Brasil, que é um banco público”.

www.pt.org.brReformas vão gerar empregos, avalia Pellegrino

O líder do PT na Câmara, deputado Nelson Pellegrino (BA), afirmou nesta quarta-feira que a aprovação das reformas previdenciária e tributária vai gerar empregos no país. “As reformas vão dar um estímulo à economia, para que o Brasil possa crescer. O presidente Lula tem dito que não valerá a pena o país voltar a crescer se não for para dar emprego aos brasileiros, melhorar a renda da população e dar oportunidade de trabalho. O presidente Lula dorme e acorda pensando nisso”.

Segundo Pellegrino, a reforma tributária não vai aumentar a carga de impostos no Brasil. “Não há nenhuma previsão de aumento de qualquer percentual de imposto, a reforma é neutra nesse sentido. Ela vai melhor distribuir a carga tributária: quem tem muito vai passar a pagar mais, quem tem pouco vai pagar menos”.

O líder do PT citou como exemplo a cobrança de impostos sobre a cesta básica. “A reforma tributária prevê a menor alíquota de ICMS para os produtos da cesta básica. O que significa isso? A cesta básica vai ter o menor imposto para que o alimento chegue mais barato à mesa dos brasileiros. A reforma tributária vai pegar o sonegador, que não paga imposto hoje”.

Nelson Pellegrino avaliou que a reforma tributária, aprovada nesta terça-feira pela comissão especial, deve ampliar a receita dos estados. “Há uma choradeira grande dos governadores com relação à reforma tributária. Mas, com a unificação do ICMS em cinco grandes alíquotas, a estimativa do governo federal é de que a arrecadação vai melhorar em torno de 10% a 15%. Isso é muito importante”.

Segundo o líder do PT, o governo federal acena em destinar aos estados 25% dos recursos da Cide (contribuição sobre a intervenção no domínio econômico). “Os estados vão poder ter uma parte dos impostos que hoje não têm para melhorar as estradas, melhorar a rede de energia elétrica, melhorar o sistema de abastecimento de gás”. Pellegrino ressaltou que o governo federal, “sensível à questão nordestina”, vai reestruturar os fundos regionais de desenvolvimento e destinar 3% da arrecadação do imposto de renda e do imposto sobre produtos industrializados aos estados do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste.

O líder do PT mostrou-se confiante em relação à política econômica do governo. “Vamos tem um crescimento econômico ainda neste final de ano. No ano que vem, vamos ter um crescimento maior. O presidente Lula cumprirá suas promessas de campanha. O mundo todo já aplaude a política econômica do governo”.

Nelson Pellegrino defendeu a instalação, em Salvador, do centro de atendimento telefônico do Banco do Brasil – o chamado call center. O empreendimento orçado em R$ 20 milhões representaria a geração de 2.800 empregos diretos. “Só tem uma coisa que está faltando para a gente bater o martelo: o governo do estado colocar suas contas, que hoje estão em um banco privado, no Banco do Brasil, que é um banco público”.

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