Haiti: continua a revolta popular contra a pauperização causada pelo imperialismo

Haiti: continua a revolta popular contra a pauperização causada pelo imperialismo

Da redação - Na última quinta-feira (7) o clima político do Haiti amanheceu mais tranquilo na capital Porto Príncipe. O país vive há alguns meses uma intensa revolta popular contra a política de miséria levada adiante pela direita, capanga do imperialismo, sob o governo de Jovenel Moise.

As escolas e serviços públicos estiveram abertos. Haviam mais carros nas ruas e o transporte coletivo voltou a funcionar. Porém a revolta contra o governo continua, os manifestantes querem a derrubada do governo de Moise.

A esquerda haitiana, que tem como representante o agrônomo e ex-candidato às eleições presidenciais, Chavanne Jean Baptiste (CJB), líder do movimento camponês, Mouvman Peyizan Papay, teve uma atitude moderada e disse que as manifestações da quinta estava precipitadas. Porém, CJB chamou uma frente única da oposição contra o atual governo.

O líder de esquerda, que é perseguido pela direita - que inclusive tentou assassiná-lo; declarou que "o período de diálogo com o governo terminou". Entre as demandas do manifestantes estão: a diminuição dos preços e a renúncia do governo, que pressionado pelos manifestantes "anunciou recentemente a suspensão de impostos de 60 mil toneladas métricas de arroz, para contrapor seu preço no mercado interno", segundo a Prensa Latina.

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Pravda.Ru Jornal