Israel, Catar, Emirados Árabes e Kuwait: parceiros do regime americano no lucrativo negócio das guerras
O regime de Trump acelerou a venda de bilhões de dólares em armas para Israel, Catar, Emirados Árabes Unidos e Kuwait, de acordo com declarações divulgadas pelo Departamento de Estado dos EUA no último dia 1, cujo valor total das ultrapassa 8 bilhões de dólares.
Este negócio inclui sistemas de defesa aérea para Kuwait e Catar, além de mísseis guiados a laser a Catar, Emirados Árabes Unidos e Israel.
Entre as vendas para o Catar estão os mísseis Patriot. Um relatório de abril do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na silga em língua inglesa) constatou que os estoques desses mísseis nos EUA haviam sido significativamente reduzidos por semanas de guerra de agressao contra o Irã, tão criminosamente mortñifera quanto lucrativa
Ao justificar a decisão do Departamento de Estado de ignorar o Congresso para aprovar a venda de armas, cada declaração demonstra que o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, “determinou e forneceu justificativas detalhadas de que existe uma emergência que exige a venda imediata” das armas para os países envolvidos em mais este negócio beilcista.
A rede de notícias americana CNN relembrou neste dia 2 que não é a primeira vez, desde o início da guerra ao Irã, que o regime americano cita emergência para dispensar a revisão do Congresso para venda de armas. No início de março, apontou a CNN, o Departamento de Estado tomou a decisão emergencial de contornar o Congresso e vender, de maneira imediata, 12 mil bombas para Israel.
Mais tarde naquele mês, prosseguiu a reportagem da TV estadunidense, Rubio declarou estado de emergência e acelerou venda de armas multimilionária aos Emirados Árabes e ao Kuwait, junto de apoio aéreo e de munições para a Jordânia.
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