Com a chegada do inverno, a demanda por pneus aumenta, atraindo também a venda de produtos falsificados. Para evitar fraudes, Alexander Parkhomchuk, chefe do suporte técnico da Ikon Tyres, recomenda a adoção de critérios técnicos e digitais de verificação.
O método mais seguro é o uso do sistema estatal "Chestny Znak". Através do aplicativo, o consumidor deve escanear o código QR da etiqueta de fábrica. O sistema revela a marca, o país de origem e a data de fabricação do pneu. A ausência do código ou a impossibilidade de leitura são indicadores de que o produto pode ser contrafeito.
A inspeção visual deve descartar cortes, furos ou deformações na borracha. Em modelos de inverno novos, a profundidade do desenho do pneu costuma variar entre 8 e 10 mm; medidas inferiores sugerem que o pneu já foi utilizado ou é falsificado.
No caso de pneus cravejados, a precisão da instalação é o principal ponto de análise. Produtos de fábrica apresentam cravos alinhados e preenchendo todos os nichos de encaixe. Buracos vazios ou cravos tortos indicam fabricação rudimentar ou cravejamento artesanal.
Outro ponto de segurança é a garantia. Marcas consolidadas oferecem obrigações de serviço claras, o que serve como proteção contra defeitos de fabricação.
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