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Se o Brasil não vai à guerra...

11.03.2021 | Fonte de informações:

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Se o Brasil não vai à guerra, a guerra vai ao Brasil

 

 

Dívida pública dos Estados Unidos atingiu, em 2020, a astronômica cifra de US$ 25 trilhões  

(R$ 145 trilhões, pelo câmbio de hoje: US$ 1,00 = R$ 5,80)

 

por Fernando Soares Campos

 

 

"Deixando o Brasil, Ford destrói 900 unidades de KA e Ecosport (VÍDEO)"


Empresa encerrou a produção de carros no país em janeiro deste ano. Veículos estão sendo destruídos na fábrica de Camaçari (BA). Equipamentos e máquinas estão sendo desmontados e retirados e trabalhadores ficam desempregados.
247 - 7 de março de 2021
Confira AQUI 

 

Se uma empresa como a Ford, com uma filial centenária no Brasil, está se retirando do País a toque de caixa, ou seja, em regime de urgência, com isso incentivando outras importantes empresas multinacionais a fazerem o mesmo, como está acontecendo, então, pode ter certeza: vem guerra por aí; a América do Sul, que ainda concentra as mais cobiçadas riquezas naturais do Planeta, transforma-se em barril de pólvora. O Brasil pandêmico, sob um governo capacho dos EUA, militarizado, incompetente, covardemente ameçador, pode vir a ser o estopim daquilo que muitos chamarão de Inferno Planetário, guerra se alastrando por todos os quadrantes do Planeta.   

O Brasil, hoje praticamente na condição de "protetorado" (considerando que, apesar de ainda manter determinados aspectos de Estado independente, renunciou à soberania, delegando-a), está subordinado às decisões do decadente império ianque, que, depois de amargar derrotas pelo mundo afora, volta-se para o "quintal", transformando o território brasileiro em sua base de apoio para eliminar "inimigos" regionais. Com o Brasil abatido pelo golpe de Estado de 2016, Venezuela, Equador, Bolívia e Argentina hoje seriam os alvos mais visados. 

 

"Para governo Biden, descontrole da pandemia no Brasil é uma ameaça a todo o mundo"
O QUE QUEREM DIZER COM ISSO?
TALVEZ, ESTEJAM DIZENDO QUE O BRASIL PRECISA DE "INTERVENÇÃO HUMANITÁRIA".
Quer saber em que isso pode dar? Pergunte aos sírios, aos líbios, aos iranianos, aos vietnamitas e tantos outros povos que já sofreram a tal "intervenção humanitária".

O Brasil de hoje é um dos poucos países, em todo o mundo, que deflagraria uma guerra contra outra nação por motivos ideológicos. Ou mesmo uma guerra civil, com milicianos fortemente armados, aterrorizando a população e eliminando os inimigos do governo.

 

"Biden oferece proteção temporária a 320.000 venezuelanos nos Estados Unidos"
Medida é o primeiro sinal de mudança de estratégia no duradouro conflito com Caracas.

A Administração de Joe Biden anunciou nesta segunda-feira que garantirá o status de proteção temporária a cidadãos venezuelanos que se encontrarem nos Estados Unidos por razões de "crise humanitária", o que lhes permitirá continuar residindo e trabalhando legalmente no país. [AMANDA MARS, EL PAÍS - Washington - 09 MAR 2021]

 

Bomba!

 

Komila Nakova, ex-KGB, esteve com Steve, positivo e operante agente da CIA, que deitou e rolou confidências com a russa. Segundo Komila, durante uma hora de vuco-vuco, Steve lhe contou o plano de Biden, que você, leitor, certamente já sacou de que se trata. Isso mesmo, o governo Biden vai oferecer cidadania norte-americana aos venezuelanos que se alistarem na Academia de Mercenarismo do Exército dos Estados Unidos (USAAM, na sigla em inglês, de United States Army Academy of Mercenarism).

 

Pelo seu velho Telex dos tempos da Guerra Fria (Komila só usa e-mail com os seus clientes em causas triviais, como, por exemplo, infidelidade conjugal, sua especialidade), ela me contou que o benefício só será concedido aos que lutarem, juntamente com Brasil e Colômbia, na iminente invasão da Venezuela. 

 

***

 

Conheça mais sobre Komila Nakova, que os agentes ianques chamam de Betrayal Angel.

 

Komila Nakova, ex-KGB, revela como a CIA recruta estudantes estrangeiros nas universidades dos EUA

 

Trecho:

 

[Perguntei] - Como fazem para controlar todo esse contingente de colaboradores, ou subagentes, como você chama os vendilhões da pátria?

[Komila] - Todo esse pessoal, ao retornar aos seus países, passam a ser monitorados permanentemente. Todos recebem algum tipo de apoio, benefícios incomuns. Alguns, com os gabaritos das provas antecipadamente fornecidos, são aprovados em concursos, nomeados para cargos de muita importância e facilmente promovidos. Outros trabalham para multinacionais de ramos diversos, principalmente para as petroleiras. No serviço público, os antigos dão cobertura aos mais jovens, os recém-chegados. Esses elementos servem aos interesses do governo dos EUA e, de forma indireta ou mesmo direta, dependendo do caso, são sempre lembrados de suas marcas nas mãos da CIA. São uns fracos. E os que mais arrotam valentia em solo pátrio são os mais comprometidos, vivem se borrando de medo de serem desmascarados.

- Isso quer dizer que os ianques nem mesmo bancam todos eles. Na verdade, somos nós mesmos que pagamos para eles irem estudar lá e depois sustentamos esses canalhas aqui, ganhando os mais altos salários e trabalhando contra o Brasil, em prejuízo de todos nós, brasileiros.

- Pegou o espírito da coisa, chefinho... Então, meu caro, não tenho mais o que lhe esclarecer. Vou tirar o time... pois tenho cliente do outro lado para atender.

- Espere! Só mais uma pergunta...

- Mande...

- Posso considerar que todos esses nomes que você leu, na relação que lhe apresentei, são subagentes da CIA?

- Bem, alguns colaboram contrariados, sob pressão, estão por demais envolvidos, não têm como recuar. São permanentemente chantageados, chegam a receber fotografias, cópias de documentos comprometedores, coisas assim. Isso funciona como os jovens que se envolvem com o tráfico de drogas e não podem fazer mais nada sem autorização do gerente da boca. Outros, os preconceituosos, vira-latas de formação, odientos, racistas... estes se entregam de corpo e alma. Geralmente são separatistas, querem o retalhamento do Brasil, a entrega da Amazônia a um consórcio internacional para a sua governança e a formação de estados independentes, conforme a própria divisão regional do país. Quer dizer, com a entrega da Amazônia, os estados do Norte seriam agrupados em uma espécie de protetorado do tal consórcio. A ideia é que o Nordeste também seja submetido à condição de protetorado e se torne mero fornecedor de mão de obra em condições análogas à escravidão.

- Sem a Amazônia, sem o Nordeste, sem o pré-sal, sem o Brasil!

- Sem dignidade...

- O que você acha que devemos fazer?

- Isso vocês decidem. Agora vou partir... Tchau, querido!

Leia mais AQUI


Fernando Soares Campos é escritor, autor de "Saudades do Apocalipse  ̶  8 contos e um esquete", CBJE, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2003; e "Fronteiras da Realidade  ̶  contos para meditar e rir... ou chorar", Chiado Editora, Portugal, 2018. 

 

 
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