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Truman, Stalin e Churchill em Potsdam

25.08.2009
 
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Outros chefes militares em posições sensíveis achavam a mesma coisa. Antes e depois das explosões atômicas, o almirante William Daniel Leahy, chefe de gabinete de Truman, estava convencido – como contaria em seu livro I Was There – que “o uso dessa arma bárbara em Hiroshima e Nagasaki não representava qualquer ajuda material na guerra contra o Japão”, pois os japoneses “já estavam derrotados e prontos para se renderem”.

E na sua autobiografia (Fleet Admiral King) o almirante Ernest Joseph King, chefe das Operações Navais, disse que durante a maior parte de 1945 considerou desnecessário usar a bomba. Quanto à posição da Força Aérea, foi definida assim pelos generais Henry Harley Arnold e Curtis Emerson LeMay: “Se a bomba seria ou não lançada, não cabia à Força Aérea decidir. Mas a explosão não era necessária para ganhar a guerra ou evitar uma invasão.”

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