Maior República de Bananas latino-americana sempre se supera na grotesca arte de horrorizar o mundo todo concedendo direitos humanos a políticos corruptos, terroristas de Estado e oligarcas em geral, enquanto subjuga com requintes de violência extrema classes menos favorecidas, sem nenhuma pena
NOTA DO AUTOR: Todas as afirmações e cada palavra e vírgula desta nota de repúdio a seguir são de total responsabilidade deste comunicador. A diretoria de Pravda-ru não assume nenhuma responsabilidade pelo texto que segue.
Beneficiado agora pelos mesmos direitos que tanto criticava, ataques indiscriminados que lhe valiam votos eleitorais especialmente por parte da direita radical e extrema tupiniquim.
Trata-se de vergonha mundial, altamente ofensiva à gente decente na maior República de Bananas da América Latina (um dos últimos colocados, historicamente, em notas escolares avaliadas pelo trianual PISA, Programa Internacional para a Avaliação de Alunos), a prisão domiciliar “humanitária” concedida ao líder miliciano Jair Bolsonaro na última terça-feira (25) pelo “ministro” do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
O “ministro” (outro quadrilheiro, que deveria dividir cela com Bolsonaro na capital federal) da instituição que se encontra em quase total descrédito perante a sociedade neste momento concedeu prazo inicial de 90 dias para que Bolsonaro cumpra a pena em sua residência. Assim, o ex-presidente da República, eleito ao cargo com base em notícias falsas, será tratado em casa da broncopneumonia de que padece.
Enquanto classes mais vulneráveis como negros, mulheres, travestis e pobres em geral momentaneamente apanham e são sumariamente executadas pelas ¨forças de ordem¨ do putrefato Estado brasileiro, por estar no local errado na hora errada, surge o humanitarismo judicial em favor de um dos políticos mais corruptos e intelectualmente mais baixos, além de ser abertamente golpista desde tempos de parlamentar (sempre apoiado por seu eleitorado), tendo atingido o ápice da usurpação violenta do Estado (de novo, amplamente apoiado por seus eleitores) no final do mandato em 2022 — motivo pelo qual tem estado detrás das grades.
Como diria um dos amigos de favela dos tempos de adolescência deste autor, na cidade de São Paulo: “É embaçado ser brasileiro!¨
´Saneamento Público´ na Republiqueta Bananeira dos Privilégios para Poucos
Quase metade da população carcerária da República de Bananas do Brasil está encarcerada preventivamente: ou seja, sem julgamento definido, o que contraria a presunção de inocência. Agravando o quadro de superlotação nesta que representa a terceira maior do planeta: a taxa de ocupação dos espaços destinados à prisão na terra dos supersalários chamada Brasil é de 150,3 por cento. Há no depósito de seres humanos 483 mil vagas para 726 mil encarcerados. Ou seja: o excedente é de nada menos que 242 mil pessoas privadas de liberdade.
Diante deste “excedente humano”, vivia na cela da Papudinha em Brasília com TV e outras mordomias (imagem abaixo) em melhores condições do que ao menos (ao menos) cem milhões de cidadãos em um país miservável, governado por uma besta nazista até ¨antes de ontem¨, qualificada por seus eleitores, sua espécie moral e intelectual que prima pela irracionalidade, hipocrisia e ódio, de “mito” e “antissistêmico”.
Política, Milícia: Negócio ‘Dominante’ no Brasil
O chefe miliciano que tanto vociferava abertamente na frente das câmeras, como presidente da republiqueta sul-americana e no Congresso quando era deputado federal em 199, pelo fuzilamento de opositores políticos, ativistas por direitos humanos, jornalistas e qualquer cidadão que pensasse diferente dele (¨o grande erro da ditadura foi ter torutrado e nao matado pelo menos 30 mil opositores do regime militar¨ para para “consertar” o Brasil), já preso e recuado ao ver o sol nascer quadrado late manso como poodle por “direitos humanos” para si, teve a disposição na cadeia da capital federal instalação hospitalar, que incluía centro fisioterápico, nutricional, grades de apoio em corredores e boxes de banho do alojamento, além de botões de pânico.
“Através do voto você não vai mudar nada nesse país, nada, absolutamente nada! Só vai mudar, infelizmente, quando um dia partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez, matando uns 30 mil. Começando com FHC, não deixando ir para fora, não. Matando! Se vai morrer alguns inocentes (sic), tudo bem“,
Jair Bolsonaro (deputado federal, 1999)
Atendimento médico MUITO superior ao de 150 milhões de desgraçados brasileiros ¨em liberdade¨, dependentes do famigerado (para dizer o mínimo) sistema público de saúde, muitos dos quais morrem nas filas por tratamento e exames (no Brasil, cerca de 76 por cento da população depende do Sistema Único de Saúde, SUS).
Este cafajeste e seus filhos, líderes do Escritório de Crime em dezenas de casos de violência e corrupção, sempre se opuseram a direitos humanos e continuam atacando seus defensores e carentes desses direitos. Especialmente, o ex-¨galinha-verde¨ expulso do Exército pelos próprios milicos sempre atacou as mínimas condições de sobrevivência dos detentos, ainda que tivessem cometido delitos leves. NUNCA teve pena de nenhum cidadão que não fosse de sua corja.
Até hoje, esses quadrilheiros de Estado aprovam ataques policiais nas favelas que horrorizam o mundo — com exceção nada honrosa de grande parcela de uma sociedade, a brasileira, completamente passiva; crítica dos mesmos meios de comunicação que formam suas opiniões, e moldam seu comportamento.
CHEGA de prisões domiciliares “humanitárias” para políticos corruptos e terroristas no Brasil! NÃO à prisão domiciliar a Jair Bolsonaro! Mais uma vergonha mundial para um país já, historicamente, enlameado e motivo de chacota em todo o mundo.
Tão amargamente quanto mais este patético espetáculo à brasileira exportado ao globo agora, é a passividade total da sociedade diante desta sucessão interminável de abusos de poder.
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