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Tecno Têxtil Brasil 2009

17.04.2009
 
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JOÃO LUIZ: Nesse episódio específico é como eu disse, eu tenho uma relativa experiência internacional por ter tido oportunidade de fazer curso no exterior, na Holanda, fiz curso na Áustria, fiz curso, na Espanha e fiz curso na Espanha. Mas o meu primeiro curso foi no Uruguai. Minha primeira viagem para o exterior foi para ir até Montevidéu no vôo da Pluna (www.flypluna.com) e de Montevidéu pegar o ônibus ONDA (já não existe) 177 km até Colônia onde eu comecei o meu estágio.

Mas esse relacionamento nós temos muitos colegas na Associação por isso que a gente trabalha em conjunto, e aí a gente procura trazer o que há de melhor e aqui nesse congresso são 72 conferências e 8 painéis, nós temos 115 participantes. Desses 115 participantes, além dos brasileiros que são a sua maioria, nós temos mais 8 países, nós tmos Japão, Índia, EUA, Portugal, Espanha, Bélgica, Alemanha e Suíça.

P: Qual é o alvo desta Feira e Congresso?

JOÃO LUIZ: O tema principal desse Congresso, lembre-se que nós começamos trabalhar nesse congresso em Janeiro de 2007. Em Dezembro de 2006, um mês antes da gente começar trabalhar a Assembléia Geral das Nações Unidas da ONU, lança um decreto determinando que este ano 2009 seria promovido mundialmente como o «Ano Internacional das Fibras Naturais». Então nós adotamos este decreto da ONU como tema principal do nosso congresso.

Fizemos gestões junto á ONU para trazer um representante da ONU para participar do Congresso junto a Greenpeace mas nesse aspecto nós não fomos felizes agora a iniciativa privada, as empresas estão aqui.

P: Para aprimorar a qualidade do seu congresso, resulta interessante visitar outros congressos pelo mundo tentando atrair destaques?

JOÃO LUIZ: Não só eu, não é porque, eu tenho uma atividade associativa na ABTT, não só na ABTT mas também na ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), participo na ABIT desde 1976, eu faço parte do Sindicado Têxtil aqui de São Paulo mas além de min, nós temos outros colegas na Associação ABTT, que por dever de oficio, por condição de trabalho, também tem a sua oportunidade de viajar. Eu especificamente participo desde 1979, quando foi a primeira versão da ITMA, você sabe que é a maior Feira de Máquinas e Tecnologia Têxtil do mundo realizada a cada quatro anos no continente européio. Então desde 79 quando foi a ITMA não me lembro qual versão, acho que começou por volta de 1955, por aí, foi a primeira ITMA que eu participei, de lá para cá, estive em todas. É uma feira que quem é do setor têxtil realmente não pode perder. A ITMA é uma feira que sempre procura visitar...a FLAQT que é a Federação Latino-Americana de Químicos e Coloristas Têxteis, uma época era parceira da ABTT, ou já algum tempo é parceira da ABQCT (Associação Brasileira dos Químicos) é uma promotora também dos congressos latino-americanos que eu também participo. Em vários deles participei, na Colômbia, na Argentina, agora recentemente no Chile, ou seja, a gente participa de vários eventos.

P: As empresas têxteis brasileiras se dão bem com o meio ambiente?

JOÃO LUIZ: O Brasil tem muitas indústrias têxteis e esse tema de meio ambiente é um tema que nós procuramos trazer muito forte ao congresso, porque...aqui no Brasil quem conhece um pouco a estrutura legal de Brasil, legal de Legislação, você vai verificar que as exigências ambientais em muitos casos são iguais ou superiores ás exigências européias...as exigências por exemplo no meu Estado,aqui que é São Paulo, do órgão que é a CETESP, elas são realmente de rigor extremo. E o Brasil e o Estado de São Paulo se destacam porque é o primeiro setor que por iniciativa própria buscou o órgão ambiental junto com a academia, junto com as empresas, e criou um procedimento, uma cartilha chamada P mais L, produção mais limpa. Então o industrial têxtil brasileiro tem essa característica também de se preocupar como eu lhe disse, tem que ser um diferencial pois nós que somos sul-americanos temos que mostrar para os européios que é muito fácil chegar aqui um espanhol, um holandês, um italiano e dizer que nós temos que preservar o nosso país porque eles já acabaram lá com o deles e agora temos que preservar o nosso aqui.

Agora nós temos essa consciência, evidentemente como em todo lugar podem existir empresas que não tem o mesmo cuidado que outras mas o que a gente acha muito importante é que se nós aqui temos que seguir essas normais de devemos seguir porque elas são importantes para o futuro de cada um. Aqueles que nos vendem lá da China, lá daqueles países asiáticos que sabem que eles também precisam da economia mas eles também deveriam respeitar as mesmas normas que nós respeitamos aqui, o que não acontece. Seja na área ambiental, seja na área social, a gente sabe quanto custa de obras sociais um funcionário, um colaborador na Argentina, no Uruguai, no Brasil e quanto custa nesses países asiáticos para as empresas o custo social.

P: A balança comercial das associações não é favorável na maioria dos casos, o que acontece no segmento têxtil no Brasil?

JOÃO LUIZ: Quanto aos orçamentos? A entidade ABTT, desde o início pelo estatuto ela não tem fim lucrativo agora ela também não é instituto de caridade, não é uma obra social. Então o que a gente faz? Quanto a gente promove um evento, a gente busca parceiros então como a gente tem indústrias têxteis associadas e parceiras, como nós temos indústrias de máquinas associadas e parceiras, indústrias químicas, indústrias de software,

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