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Tecno Têxtil Brasil 2009

17.04.2009
 
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P: Você percebeu que os auditórios estiveram lotados na grande maioria das palestras, está sentindo-se orgulhoso por isso? ABTT acabou sendo o grande parceiro da FCEM?

JOÃO LUIZ: Normalmente os congressos que entidade promove cada dois anos, dois anos e meio conforme o local ou a disponibilidade, a gente tem um público de inscritos, de congressistas em entorno dos mil, mil e cem. O congresso anterior teve 1.120 congressistas, então a nossa expectativa para este era superar este público em dez por cento. Chegar a 1.200, 1.300 e pelas notícias que eu tive no primeiro dia nos estávamos alcançando 1.400, ou seja que nós tivemos um número muito grande de público interessado no conteúdo das palestras e foi uma coisa trabalhada, planejada, nós criamos um comitê, nós convidamos um dos maiores especialistas do Brasil e do mundo, me Coordenação de Comitês Técnicos, que se chama Fritz Herbort, eu convidei o Fritz para ser o Coordenador Técnico, criamos onze comitês setoriais, envolvemos trinta e quatro pessoas, são pessoas cada uma especialista na sua área, e nós procuramos fazer o quê...selecionar, o que havia de melhor e de mais interessante para o nosso público. Quais são as novidades, quais são as tecnologias.

P: Por quê escolheram o Expo Center Norte e quais são as vantagens da escolha?

JOÃO LUIZ: É a primeira vez que a gente realiza um congresso no Expo Center Norte mas em São Paulo é a terceira vez que a gente realiza. Em uma outra vez nós realizamos em um lugar chamado «Centro Empresarial» que fica na Zona Sul, aqui no Center Norte provou-se uma localização muito boa, o ECN está localizado muito próximo da Marginal Tietê, muito próximo de duas estações de Metrô, Portuguesa – Tietê e Carandiru que é aqui pertinho, bom acesso por Metrô, o estacionamento aqui no Pavilhão é muito bom, então acho que isso na parte logística ajudou muito. O pavilhão é climatizado, que talvez numa época como essa, não se sinta tanta diferença mas o conforto para o público, para o expositor, para o visitante é maior...as instalações para a realização das palestras, se elas não são em tantas salas...os nossos congressos...nós já tivemos congressos com dez palestras simultâneas, nós já tivemos congressos com 118 conferências, então em três dias você tinha período com dez palestras ao mesmo tempo, logicamente tentando não colocar todas do mesmo segmento para poder atender o maior número de pessoas. Aqui nós temos quatro salas, mas são salas com capacidade maior (duas de 230 e mais duas com 290), então eu acredito que tem dado um conforto e uma estrutura muito boa para os congressistas.

P: O qué é a Associação Brasileiras de Técnicos Têxteis, apresenta para nós?

JOÃO LUIZ: A história da Associação é bastante comum em outros países. No Uruguai eu me lembro que havia uma Associação de Profissionais, não me lembro se era específica de técnicos ou de químicos. Algum tempo no Brasil como em vários países da América do Sul, você não tinha técnicos formados, então, as indústrias têxteis que estavam nascendo, ou crescendo, elas precisavam trazer os seus técnicos principalmente da Europa, Inglaterra, Espanha e Itália. Então decidiu-se criar uma Escola no Brasil para formar técnicos profissionais para atender essa demanda dessas indústrias que estavam crescendo no Brasil, então no Rio de Janeiro em 1949 começou a funcionar a ETIQT que é a Escola Técnica de Indústria Química e Têxtil. A primeira turma formou cinco pessoas, começaram trinta e pouco e se formaram cinco depois de quatro anos. A segunda turma, formaram-se nove, começaram trinta ou quarenta e depois de quatro anos saíram cinco...Então no início foi assim. Só que em 1962 quanto já tinha sete ou oito turmas formadas, oitenta e três ex alunos dessa Escola, e muitos desses alunos, filhos de empresários que foram para lá para estudar, para aprender a tomar conta do negócio do pai. Então eles resolveram que eles precisavam formar uma associação clube de ex alunos, para fazer o que..para se manter atualizados naquilo que eles escolheram como profissão, técnica têxtil, dirigir uma empresa.

Então disseram, vamos criar uma associação, vamos dar o nome para essa associação de ABTT (Associação Brasileira dos Técnicos Têxteis) e vamos nós reunir a cada dois anos. Vamos trazer um convidado para fazer palestras, empresa química, empresa de máquinas, vamos convidar entidades dos países americanos, sul-americanos, vamos fazer esse intercâmbio. Então a idéia básica da Associação foi essa. Criada á partir da lida que os oitenta e três ex alunos, muitos eram empresários e alguns estão até hoje conosco, ainda existem fundadores da Associação participando né...e hoje nós somos 8.800 profissionais e a pesar de manter o nome, ABTT, desde 1980 mudamos o estatuto e passamos a receber não só técnicos, químicos, tecnólogos, engenheiros, profissionais de vendas, então nós temos hoje 8.800 profissionais cadastrados e perto de 52, 53 empresas parceiras associadas.

P: Sua ampla experiência internacional fez com que fosse muito mais simples realizar contatos convidando destaques para as palestras?

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