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Sinais inquietantes…

11.06.2009
 
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Sinais inquietantes…

Chegam-nos sinais inquietantes de diferentes origens que evidenciam estar em marcha uma campanha global inaudita contra a Liberdade de Pensamento, a primeira de todas as liberdades.

Tais sinais mostram que há quem esteja a manobrar para cercear administrativamente a opinião daqueles que não se conformam, como nós, com a desconstrução dos valores civilizacionais do Ocidente, para dar lugar a uma Nova Ordem Internacional. São promotores dessa empreitada agências internacionais, sob designações “inofensivas”, financiadas pelo Capital “vagabundo”, responsável pela actual Crise Económica e por outras que ocorreram no passado recente, incluindo guerras e revoluções.

Referimo-nos concretamente ao Grupo de Bilderberg, onde se destacam testas de ferro ou membros das famílias financeiras dos Rockfeller e dos Rothschild. Neste covil de conspiradores se acoitam aqueles que manobram para impor um Governo Mundial aos povos, incluindo muitos dos títeres que povoam a cena internacional, alguns dos quais integrando neste momento Governos Nacionais. Estão lá não para defender o programa que propuseram aos eleitores que os elegeram, mas para fazer o trabalho de sapa dos seus mentores políticos internacionais. Daí ter sido possível, por exemplo, a assinatura de um Tratado, o de Lisboa, nas costas dos cidadãos, que vai afectar negativamente a vida social dos países Europeus, retirando-lhes a Autonomia Económica, que aliás já está em grande parte perdida.

Para prosseguir tais objectivos, camuflados no discurso político da nomenclatura, com enfoque no termo Global (palavra mágica dos Opinion Makers globais de serviço), tudo serve e todos os meios servem, alguns candidamente inocentes… como por exemplo os Real Shows. Seus fautores socorrem-se desde a propaganda insinuante, para publicitar comportamentos sexuais desviantes, como o casamento gay, e a morte clinicamente assistida, como o aborto e a eutanásia, até à Jurisprudência para impor por decreto pseudo direitos humanos. Procuram institucionalizar e traduzir em lei a panóplia de conceitos e argumentos que sustentam as suas propostas fracturantes, visando destruir o Direito Natural, base da nossa identidade cultural. O absurdo vai ao ponto de criarem um léxico específico dos termos susceptíveis de enquadramento criminal, à luz dos princípios da Moral Relativista, em que supostas ofensas à homossexualidade, convivem com supostas suspeitas de ameaças terroristas. Uma espécie de sopa de pedra… onde tudo cabe.

Nem aqueles que se dedicam de boa vontade a ajudar, escapam à sua fúria, como veremos adiante. Pretendem sobretudo transformar a opinião contrária num delito de consciência, como se o direito de pensar fosse crime e pudesse ser condenado… Tal pretensão remete-nos para períodos da História de muito má memória como a Inquisição, o Nazismo-fascismo e o Estalinismo. O resto advinha-se…

Exemplo dessa sanha é o caso inédito que neste momento corre no Brasil. O Movimento Gay Brasileiro, pela mão da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), intentou uma acção contra a Psicóloga Rosangela Justino, junto dos organismos que tutelam o exercício da Psicologia, com o objectivo de retirar-lhe a licença de trabalho. Alega tal grupo, estar aquela Dr.ª. a ofender a honra e a dignidade da sua classe… Argumenta nomeadamente que ela “…se tem destacado no cenário nacional por apoiar e desenvolver programas de reversão e/ou resgate da homossexualidade à heterossexualidade”. Vejam que o “crime” da Psicóloga é o de tentar recuperar homossexuais que a procuram voluntariamente para se tratarem. Diga-se com êxito. Por este andar, qualquer dia um médico que cuida de salvar vidas, passa por criminoso… Estamos de facto perante uma situação caricata e obtusa. O que era há uns anos proibido passou a ser obrigatório… e ai de quem se atreva opor-se!

Estas organizações, evidentemente, não actuam isoladas. São instrumentos políticos e ideológicos de Agências Internacionais que visam a desconstrução moral e ética da nossa tradição judaico-cristã, que, pese todos os erros, constitui um grande obstáculo, talvez o maior, aos sinistros objectivos da Elite Global, que atrás nos referimos.

Outro sinal inquietante chega-nos dos USA, já no mandato do simpático Obama. De acordo com a Gacetilla n.º 975 de Noticias Globales, Buenos Aires, 25 de Maio último, o Departamento de Segurança Interior do Governo Federal, passou a incluir na sua lista negra de combate ao terrorismo, o chamado “The Domestic Extremism Lexicon”, pessoas e grupos que se oponham ao aborto e ao casamento gay, nem mais. A mídia alternativa que circula na Internet, que divulga factos e questões sociais contrárias ao pensamento da “nomenclatura”, com mensagens consideradas por esta de “politicamente incorrectas”, também está sob suspeita para os bufes daquele departamento.

Tememos que tal censura, como uma pandemia virulenta, já se encontre instalada entre nós. Recentemente fomos surpreendidos com uma mensagem automática de retorno que em inglês censurava um nosso artigo, “Olhai antes as moscas e deixai passar os camelos”, como contendo termos “politicamente incorrectos”. Nele referíamos a homossexualidade como um problema que está a servir para desviar a atenção das pessoas da Crise Económica… Ao menos a nossa PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), do tempo do Dr. Oliveira Salazar, era mais leal… pura e simplesmente truncava o texto ou o proibia com o lápis azul e nós ficávamos a saber quem efectivamente o fazia.

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