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Venezuela Povo e Forças Armadas

25.11.2007
 
Venezuela Povo e Forças Armadas

Palestra e Lançamento de Livro em Ribeirão Preto – SP Dia 29 de novembro de 2007 - às 19,30 horas - Local : Memorial da Classe Operária - UGT Rua José Bonifácio nº 59 - Venezuela Povo e Forças Armadas

De Izaias Almada

iva16@uol.com.br

A Venezuela bolivariana que propõe uma alternativa ao neoliberalismo econômico e que lança as bases para a discussão de um novo socialismo para o século XXI ainda é uma incógnita para muitos de nós. O livro que escrevi, a que chamo de um livro-reportagem, procura - na voz de alguns dos intervenientes do processo - civis e militares - sentir o pulso de alguns venezuelanos no avançar de sua revolução e num momento de grande expectativa internacional pelo que pode acontecer a partir de 02 de dezembro próximo. O que é, de fato, a integração cívico-millitar venezuelana? Uma experiência solitária ou um exemplo para outros países da América Latina?

(Se a natureza se nos opõe, lutaremos contra ela e faremos com que nos obedeça – Simón Bolívar)

"A Revolução Bolivariana, como muitas revoluções, aliás, tem a sua peculiaridade: o seu avançar na prática é superior ao seu avance teórico. Há muitas coisas nessa revolução que conformam um grande laboratório social, porém ainda longe de sua teorização. Lamentavelmente, a teoria está muito atrasada em relação àquilo que se está fazendo.

E isso se justifica por uma série de razões. Chamo a isso uma revolução de nova geração, porque, depois da experiência ocorrida com o chamado socialismo real, aparece algo novo, inesperado, um processo com uma força terrível, num país como a Venezuela, até então dentro de uma rígida esfera de influência norteamericana, onde não se imaginava um processo como esse e, de repente, renasce uma esperança para o mundo e não somente para a Venezuela.

Por isso digo que é uma revolução de nova geração, no sentido em que há muito de sui generis, em particular pela época em que se está dando tal revolução.

E, como toda revolução, se dá de uma maneira que rompe muitos esquemas teóricos. Se não se rompe um esquema, não é uma revolução... É uma revolução que não se pode compreender a partir de postulados teóricos já um pouco envelhecidos ou, digamos, dogmatizados ou com lentes de outras regiões ou países... A Revolução Bolivariana, como toda revolução legítima, é preciso entendê-la a partir da Venezuela..."

Prof. JUAN MIGUEL DIAZ FERRER

IZAÍAS ALMADA é escritor, dramaturgo e roteirista cinematográfico.

Autor, entre outros, dos romances O Medo por trás das Janelas e Florão da América , dos livros de contos Memórias Emotivas e O Vidente da Rua 46 , do livro de memórias Teatro de Arena: uma Estética de Resistência .

Ganhou o prêmio Vladimir Herzog de jornalismo com a peça Uma Questão de Imagem . Adaptou para cinema o romance A Selva, de Ferreira de Castro. É também colaborador da revista Caros Amigos . "A corajosa e oportuna abordagem do tema

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