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"Disney à portuguesa" em zona de Vale de Junco

25.05.2007
 
"Disney à portuguesa" em zona de Vale de Junco

Zona de Vale de Junco, nas imediações da freguesia de Atalaia, em Vila Nova da Barquinha em breve se transformará num parque temático de diversões de Portugal,  Galaxy Park, ocupando uma área equivalente a 59 campos de futebol, escreve Diário de Notícias.

 O megaprojecto recebeu luz verde, depois do último processo de consulta pública (relativo à construção do centro comercial) e a obra deverá arrancar em Março.

Da responsabilidade da empresa Galparque, detida pelo empresário de comunicação social Jacques Rodrigues, o Galaxy Park será uma espécie de "Disney à portuguesa" - com uma montanha-russa, cinco zonas temáticas e viagens simuladas em naves espaciais. Além do parque de diversões, o projecto prevê ainda a edificação de um centro comercial (com seis pisos, 132 lojas, 31 restaurantes, supermercado, 5 cinemas, discoteca, playcenter, bowling e kartódromo) e um hotel de quatro estrelas, com oito andares e concebido à imagem de uma nave espacial.

Ao criar mais de mil postos de trabalho directos na fase de construção (que deverá prolongar-se até finais de 2009) e outros 1700 quando entrar em funcionamento, o Galaxy Park promete muitas transformações - e não só na paisagem -, com um número estimado de 7500 visitantes por dia.
O presidente da Comunidade Urbana do Médio Tejo está optimista: "é um projecto-âncora, que toda a região vê com muito agrado, porque vai atrair muita gente e possibilitará que os nossos centros históricos sejam mais visitados".

Rui Constantino, vereador do Turismo da Câmara da Barquinha, acompanhou este mês uma comitiva formada por todo o executivo camarário e pela maioria dos deputados da assembleia municipal à sede da Impala, para observar in loco a maqueta do Galaxy Park. O autarca revelou que o novo cronograma da empresa - que tem o projecto no maior secretismo - aponta para que as obras sejam iniciadas em Março de 2008, embora se mostre cauteloso quanto a prazos.

 O maior problema do prioeto era o colossal consumo de água previsto, o que levou as autoridades a temer o esgotamento das reservas aquíferas da região. O projecto sofreu vários acertos, prevendo agora o recurso a sete furos próprios, apesar de, ainda assim, o empreendimento necessitar de recorrer à rede pú- blica de abastecimento. Para minimizar os impactes vai ser também construído um reservatório com capacidade de 12 000 m3, que possibilitará a recolha de água proveniente do sistema de drenagem pluvial do parque. |


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