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Ciência

Gripe: A chave é a informação

20.05.2009
 
Gripe: A chave é a informação

Dra. Margaret Chan, directora-geral da Organização Mundial de Saúde, declarou ontem que obter a informação sobre os aspectos diferentes da infecção da gripe A (H1N1) é crítica para tomar decisões informadas para controlar a situação e preparar-se para uma pandemia global possível.

“Nós estamos todos sob pressão para tomar decisões urgentes e de grande envergadura num clima da incerteza científica considerável,” disse Margaret Chan. Até à data de hoje, 40 países relataram oficialmente 8.829 casos da gripe nova, incluindo 74 mortes.

A OMS está em nível de alerta pandémica, fase 5 - em uma escala de aviso de seis pontos – significando que se provou a transmissão de humano a humano do vírus a nível de comunidade numa das regiões geográficas da agência, neste caso America do Norte.

“O que nós precisamos sobretudo, agora, é a informação,” acrescentou Dra. Chan. “Nós precisamos de informação, a muitos níveis de ciência, de medicina clínica, e de epidemiologia, na situação que nós estamos vendo hoje. Nós igualmente precisamos de informação para construir encenações possíveis para o futuro. Isto, também, ajuda-nos a avaliar e controlar riscos, e guiar medidas da preparação.”

“Nós somos afortunados que os países na maioria dos casos confirmados até agora já aprenderam tanto, e compartilharam tanto. Todos os países lucram com esta expressão da solidariedade,” afirmou.

Ela observou que 85 por cento da carga de doenças crônicas foi concentrada em países com rendimentos médios e baixos, o que significava que o mundo em desenvolvimento teve, de longe, o maior agrupamento de pessoas em risco de infecções graves e fatais H1N1.

Portanto, a comunidade internacional deve olha para tudo o que podia ser feito em conjunto para proteger os países em desenvolvimento contra o peso de uma pandemia de gripe, concluiu.

Fátima CHANTRE

Fonte: OMS


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