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Ciência

Antienvelhecimento: minhas considerações sobre o assunto

15.08.2012
 
Antienvelhecimento: minhas considerações sobre o assunto. 17098.jpeg

Tendo-se em vista a grande quantidade de pessoas que têm me perguntado se vi a matéria do Fantástico de 05/08/2012 sobre o assunto (vide link para ela aqui) e o que achei dela, achei por bem manifestar-me: em síntese, acredito que "antienvelhecimento" é um nome/rótulo errado para o que a maioria dos profissionais éticos efetivamente faz, que é ajudar o paciente a ter um envelhecimento mais saudável e funcional, com bem-estar, qualidade de vida, produtividade e o mínimo possível de perdas com o avançar da idade (e não prometer rejuvenescimento ou resultados "milagrosos") mas sempre dentro do que é cientificamente comprovado e razoável; abaixo, segue o que tenho a considerar:

- O título já é por demais sensacionalista e parece definir o objetivo da reportagem mais como "colocar medo" que realmente informar: "Médicos oferecem tratamentos hormonais condenados pelo Conselho - Nos últimos três anos, cinco médicos foram cassados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) por terapias hormonais não reconhecidas aqui no Brasil"; os tratamentos hormonais não são condenados pelo CFM ou especialidades medicas como Endocrinologia e Ginecologia não existiriam; e se médicos foram cassados, seria pelas terapias hormonais ou pelo uso que cada profissional fez delas e demais em sua prática de consultório?

- Quem quer "se manter jovem a qualquer preço" e "viver eternamente" já começou errado uma vez que sua busca não é por saúde mas por vida longa "a qualquer preço", ou seja, é um tipo de paciente que não serve de parâmetro para qualquer comparação que preste-se a ser útil em Medicina e Saúde.

- A matéria começa dizendo que quem trabalha com antienvelhecimento "são médicos que". Ou seja, já começa errada porque coloca "no mesmo balaio", como se fossem todos iguais, os que "trabalham com antienvelhecimento". Sobre isto, tenho a dizer que:

  • Se algum paciente chega ao meu consultório dizendo que quer tratamento para não envelhecer mais ou mesmo rejuvenescer, vou dizer-lhe que, biologicamente e pelo que conheço em Medicina, isto é impossível e, se ele insistir, pedirei que procure outro médico, até porque acredito que longevidade com funcionalidade seja acima de tudo conseqüência de obter e manter boa saúde, integral... É fato, entretanto, que experimento científico já conseguiu rejuvenescimento em ratos e que a ciência avança tanto (e cada vez mais rápido) a cada dia que já pode ser isto possível em humanos (ainda que eu não conheça) ou vir a ser em breve (que ninguém tenha a prepotência e falta de bom senso de dizer que isto sempre será impossível pois nenhum humano é Deus, certo?);
  • O ser humano tende a viver cada vez mais mas não necessariamente com qualidade de vida: torna-se então importante, em um contexto ideal, atuar nas causas básicas do envelhecimento ao invés de meramente tentar minimizar suas conseqüências. A proposta da estratégia de "anti-envelhecimento", portanto, na minha opinião, não é "parar o tempo" mas buscar reduzir significativamente a velocidade com que ele acontece ao mesmo tempo em que age-se para melhorar a qualidade do processo;
  • Se um paciente tem bons resultados com um médico e diz sentir-se "mais jovem", espalhando este conceito entre seus conhecidos, este médico agora "é de antienvelhecimento"? Se a atividade de um médico permite que seus pacientes vivam melhor, com mais funcionalidade, bem-estar e qualidade de vida, em decorrência disto sentindo-se "mais jovem" que sua idade biológica isto está errado, é "antienvelhecimento" e o médico deve ser punido por isto? Ou seja: TODO médico que realmente importa-se com seu paciente busca com a sua prática diária, direta ou indiretamente, o que preceitua o chamado "anti-envelhecimento" (rótulo mais adequado seria "longevidade com saúde").
  • O médico que procura (de verdade) ajudar seu paciente a envelhecer com mais saúde e funcionalidade (isto é o que realmente quer dizer o termo "antienvelhecimento" praticado com ética) NUNCA prioriza em sua atividade a reposição de hormônios mas sim a atenção integral ao paciente, melhoria dos seus hábitos de vida, desintoxicação, reposição de nutrientes, combate aos radicais livres, etc. Em outras palavras os hormônios, QUANDO NECESSÁRIOS, são utilizados dentro de um complexo contexto, individualizado de acordo com as necessidades de cada paciente. E estes conceitos transcendem a necessidade de ter uma ou outra especialidade medica para que sejam aplicados na prática.

- Estudo recente mostrou que a ciência já conseguiu reverter a idade biológica em ratos, o que torna possível o mesmo, em breve, nos seres humanos (ainda que eu desconheça se já aconteceu): afinal, por exemplo, órgãos inteiros já são criados a partir de células-tronco, não?

- Quem promete resultados para um paciente está fazendo algo perigoso e inadequado, já que estes dependem não só do conhecimento do médico, tratamento prescrito e exames laboratoriais mas também (e sobretudo) do organismo do paciente e de este fazer a sua parte! Ou seja, mais uma vez ressalto o óbvio: em toda área do conhecimento humano há bons e maus profissionais (e mesmo os bons que por vezes cometem deslizes, afinal "errar ainda é humano") e nem por isto toda uma área da Medicina deve ser condenada (ou seus bons praticantes) pelo que fazem os maus.

- Nos países desenvolvidos as críticas ao chamado "antiaging" (pai do antienvelhecimento brasileiro) são cada vez menos aceitas tendo-se em vista a grande aceitabilidade da terapêutica, respaldada por milhares de trabalhos científicos e grandes nomes da Medicina.

- É claro que, sempre que possível, o melhor é que exames possam corroborar qualquer prescrição/tratamento mas não é vigente a máxima da Medicina, explicitada em diversos livros e textos técnicos que diz que "A Clínica é Soberana", ou seja, que o quadro clínico do paciente é o melhor respaldo que um profissional pode ter para respaldar sua conduta? Ou para áreas particulares da Medicina há pesos e medidas diferentes para um mesmo assunto? Ademais, há hormônios cuja dosagem não está disponível comercialmente, a exemplo da melatonina: sua produção cai a partir dos 30-35 anos e, sobretudo, o relato do paciente é quem norteia o médico quanto à sua possível carência.

- QUALQUER excesso faz mal e pode causar câncer, seja ele de analgésicos, antiinflamatórios, minerais e também de hormônios: só que estes estão entre os mais temidos pelas inúmeras falhas cometidas na sua prescrição desde passado recente (em grande parte respaldadas por estudos científicos hoje reconhecidamente de qualidade ruim e/ou tendenciosos MAS aceitos à época); só que, em doses fisiológicas, estudos mostram que equilíbrio hormonal tende até a ajudar a proteger contra inúmeros distúrbios. E mais um detalhe: quem ainda diz que testosterona causa câncer parece desconhecer que são estrogênio e diidrotestosterona os principais vilões nesta questão, bem como desconhecer o trabalho do Prof. Abraham Morgentaler (falha de pesquisa para a confecção da matéria, talvez).

- A melatonina NÃO é "proibida" no Brasil: sua venda é proibida, por questões que caberia às autoridades sanitárias explicar (eu não sei e a maioria dos profissionais que conheço, também não), mas sua prescrição médica é permitida e há inúmeros trabalhos nacionais e internacionais comprovando suas dezenas de benefícios possíveis (é claro, como tudo na vida, quando bem utilizada)

- Nenhum médico pode vender produtos que prescreva em sua própria clínica: isto é inquestionavelmente antiético.

- A procainoterapia é proibida pelo CFM no Brasil mas é fato que é permitida e utilizada com inúmeros relatos de excelentes resultados em vários países pelo mundo, muitos de primeiro mundo.

- Quem tem que ser tratado é o paciente e não seus exames: eles ajudam na análise do caso mas não são mais importantes que o quadro clínico do paciente; ademais, todos querem ter uma saúde ótima mas têm que contentar-se com exames meramente "aceitáveis"? Por exemplo o paciente da reportagem: testosterona de 234 em um intervalo de "normalidade" de 131 a 640 pmol/L - Não é porque o paciente apresenta um resultado tido como "normal" (que na minha opinião parece mais estar abaixo da média, como de fato está mais próximo do mínimo aceitável - e pacientes nesta situação freqüentemente apresentam sintomas que melhoram com tratamento) que não possa ter sintomas e nestes casos caberia o questionamento: não seria este valor já sinal de distúrbios para aquele paciente? Como podem criticar a avaliação do mero exame sem correlação com a totalidade dos exames e do quadro clínico do paciente em questão?

- Os pacientes com "maus resultados" têm bastante espaço para contar suas mazelas mas os com "bons resultados" têm menos tempo e sequer dizem do que melhoraram e com que intensidade com os tratamentos, algo deveras curioso em uma matéria que supostamente destina-se a prestar um serviço de alerta pela saúde da comunidade.

- A terapia e dieta do beta-HCG ainda está em estudos mas já é bastante utilizada (com bons resultados, segundo inúmeros relatos) no exterior; até porque, curiosamente, muitas terapêuticas aceitas, efetivas e recomendadas no exterior são bloqueadas no Brasil, muitas vezes sem motivos plausíveis aparentes (vide questão da Ozonioterapia, por exemplo).

- Quanto à menção ao caso do Dr. Jeffry Life, pergunto-me se o caso dele não "incomoda" o repórter (e quem ele "representa") mais pelo fato de ser uma prova-viva de que o que tanto está sendo criticado, quando científica e eticamente aplicado em paciente disposto a cooperar, simplesmente funciona! Forme seu próprio conceito, conhecendo sua história aqui: (afinal, como sempre digo: busque embasamento antes de formar e emitir opinião; afinal, todos podemos ser muito sábios em uma área e sermos totais ignorantes em outras, até correlatas).

- Efeitos colaterais/adversos são SEMPRE possíveis, mesmo quando todo o cuidado do mundo é empregado, seja para remédios comuns, seja para hormônios: dependem da dose e características das substâncias mas, acima de tudo, de suscetibilidades de cada paciente (muitas vezes imprevisíveis).

- Sobre os trabalhos analisados, chamou minha atenção que de 4000 trabalhos apenas 49 tenham sido considerados dignos de análise e destes nenhum concluísse nada de positivo no quesito longevidade com saúde (acredito já ter ficado bem claro que para mim, na verdade: "antienvelhecimento" = promoção de envelhecimento saudável com funcionalidade, bem-estar e qualidade de vida, ou seja, com menos disfunções que muitos por aí acreditam ser "naturais da idade")... Ou só eu acho isso no mínimo estranho?

- A sociedade precisa denunciar irregularidades? É CLARO e sempre, em todas as áreas. Mas quais os critérios para julgar algo como irregular? Por exemplo como assegurar que um médico prescreveu uma substância para tentar artificialmente prolongar a vida de um paciente e não para corrigir alguma irregularidade orgânica detectada por quadro clínico associado a alterações de exames (quando possíveis)? Quem responder a estas perguntas realmente precisa ter julgamento isento e bem embasado e é claro: estar continuamente se atualizando uma vez que em ciência o que é o "certo incontestável" de hoje pode tornar-se a grande besteira, até mesmo danosa e contra-indicada de amanhã.

- Enfim, uma última consideração: especialmente em saúde, uma informação de má qualidade pode prejudicar de várias formas, inclusive gerando medo que afaste as pessoas de tratamentos que poderiam efetivamente ajudá-las a recuperar saúde e viver melhor: seria isto correto? NÃO e talvez até digno de matéria séria que se intitulasse: "Programas oferecem informações condenadas pela sociedade"

Por fim, reproduzo aqui a "Carta Aberta à População Brasileira", divulgada hoje amplamente pelo Dr. Ítalo Rachid, um dos citados na matéria do Fantástico em tela, que muito bem complementa/reitera o que busquei exprimir acima, na MINHA OPINIÃO sobre todo o assunto:

Caros amigos,

Muito bom dia!!!

A missão de introduzir um novo conceito de medicina no nosso país, aonde ações preventivas e preditivas sejam privilegiadas em detrimento do puro e simples tratamento de doenças é missão árdua, cheia de percalços, armadilhas e, ainda mais crítico, contraria interesses poderosos.

E a noite deste domingo, vai ficar marcada como um desses momentos negros, aonde por longos minutos, retrocedemos na história e voltamos a viver o tempo da inquisição, aonde pessoas eram queimadas vivas por defenderem suas ideias e por baterem de frente contra o status quo.

O que deve ser ressaltado é que o modelo de medicina que praticamos e defendemos não assume a configuração de nenhuma especialidade, uma vez que, o nosso trabalho é alicerçado sobre a fisiologia humana, fisiologia do envelhecimento e fisiologia hormonal.

Sendo assim, pode ser praticada por qualquer médico, desde que adequadamente treinado e qualificado para tal.

E é exatamente por isto que não reconhecemos a autoridade de nenhuma especialidade médica, atuando de forma isolada, para emitir valor de juízo sobre o tema.

Importante também é ressaltar o fato de que as modalidades terapêuticas que disponibilizamos aos nossos clientes, vão bem além de hormônios, e incluem:

- Detoxificação;
- Reeducação Alimentar;
- Manuseio do estresse;
- Prática regular de atividade física;
- Diagnóstico e correção da fadiga mitocondrial;
- Diagnóstico e correção da atividade inflamatória sub-clínica;
- Mapeamento genético;
- Aconselhamento genético;
- Suplementação nutracêutica funcional;
- Modulação hormonal bioidêntica nanoestruturada.

Tudo isto nos leva a constatação básica de que nenhum dos assuntos acima elencados faz parte do programa pedagógico de formação de um geriatra, endocrinologista ou ginecologista.

Portanto, por serem assuntos que fogem completamente ao conhecimento, domínio ou universo do médico tradicional, o mesmo não reúne condições de opinar adequadamente sobre algo que desconhece na sua plenitude.

Do mesmo modo, o argumento de que existem relatos pontuais de pessoas exibindo supostos "efeitos colaterais" aos hormônios também é improcedente, uma vez que não se pode identificar com clareza que hormônios utilizados foram estes, ou, ainda, qual a qualidade, dose e indicação terapêutica adotados para prescrição destes supostos hormônios.

O que precisa ficar claro ao público é que a prática de medicina não é um ato isento de riscos.

Todos nós já ouvimos falar de pessoas que foram gravemente mutiladas durante uma cirurgia plástica, outros que perderam a vida durante uma lipoaspiração, ou ainda cirurgiões que esqueceram pinças e tesouras dentro do abdome de pacientes, pessoas que tiveram choque anafilático depois de tomar uma simples aspirina, e nem por isto estamos autorizados a denegrir os cirurgiões plásticos, cirurgiões gerais ou as especialidades indiretamente envolvidas com os fatos.

A exemplo das demais áreas da prática médica, a Medicina da Longevidade, embora não isenta de riscos, é segura, sendo um modelo baseado em ciências, evidências e prática direta de milhares de médicos, cientistas e pesquisadores ao redor de todo o planeta.

O que aconteceu hoje foi um julgamento sumário, precipitado e à revelia dos fatos e contrário a todas as evidências de que esta é uma boa medicina e uma medicina que simplesmente funciona!

Um assunto desta magnitude requer um amplo, longo e demorado debate multidisciplinar, com a presença de representantes de todas as áreas e especialidades da medicina, que dela potencialmente podem se beneficiar.

Os médicos, cientistas e pesquisadores que a praticam e defendem tem, necessariamente, que ser ouvidos.

De modo semelhante, a voz de milhares de cidadãos brasileiros que dela hoje se beneficiam não pode ser silenciada pela ignorância e cegueira de uns poucos, que, com a intenção velada de manter privilégios e interesses escusos, tentam esconder a verdade contida na fisiologia.

Em nome do Grupo Longevidade Saudável e dos médicos e cidadãos que acreditam neste modelo de medicina e que por ele fizeram uma opção livre e consentida, informamos que todos os recursos e instrumentos médicos, técnicos e jurídicos serão adotados no sentido de garantir e salvaguardar os nossos direitos sagrados e constitucionais da liberdade de escolha e de expressão.

Vamos nos manter unidos, com a mente serena e tranqüila, acreditando de modo firme, resoluto e inabalável que a verdade prevalecerá.

Reflexões Complementares

Desde o primeiro instante, quando abracei esta causa há cerca de 14 anos atrás, em meados de 1997, fui movido e motivado por duas certezas inabaláveis:

- A primeira era que, depois de conhecer este movimento, as suas bases e as pessoas que dele estavam se beneficiando, jamais conseguiria voltar a exercer novamente a medicina tradicional, pois, a partir daquele instante, a mesma para mim não mais fazia sentido, porquanto nela não mais acreditava, embora a respeitasse e ainda respeite, bem como aqueles que a praticam;

- A segunda era que, o caminho para a introdução destes conceitos no nosso país seria longo e desafiador.

Depois de 12 anos de uma luta incessante, aonde temos que, literalmente, abater dois leões famintos e ferozes por dia, o que assistimos hoje no nosso país é um movimento que estabeleceu suas bases, é utilizado por mais de 500.000 pessoas e atingiu um ponto crítico, do qual não existe mais retorno.

O momento atual é mais do que compreensível.

O momento atual era e é totalmente previsível.

Não apenas por conta dos médicos e usuários que já formam um respeitado e numeroso grupo, mas e principalmente, porque se trata de um modelo solidamente embasado em ciências e evidências!

E isto tem incomodado muito mais pessoas e contrariado muito mais interesses do que somos todos juntos capazes de imaginar.

Temos que enxergar nas entrelinhas e compreender que para toda forte posição, haverá sempre uma forte oposição.

Este é um modelo de medicina que produz resultados clínicos concretos e comprovados.

Isto é fato.

E, contra fatos, inexistem argumentos!

Simples assim!

O tempo é o doce remédio que a tudo cura.

O tempo cura a cegueira, a ignorância, as injustiças e sempre conspira a favor dos justos, dos nobres de caráter e, principalmente, o tempo sempre conspira a favor da verdade!

Lembremos que o mal não existe.

O mal é uma mera ilusão, percebida apenas pela mente daquele que não a ocupou com a mentalização concreta e real do bem.

Busquemos todos inspiração, forças e energias em Deus e no Universo justo e perfeito por ELE criado.

Quero que saibam que sinto-me privilegiado e tenho orgulho em poder compartilhar este espaço com pessoas tão especiais como vocês, que não hesito em nominar de uma grande família.

Obrigado pela crença, pela energia e dedicação com que acreditam, defendem e se doam a nossa causa!

Um carinhoso abraço,

Italo Rachid.

*Ícaro Alves Alcântara é médico graduado pela Universidade de Brasília em 2000, especialista em Homeopatia pela Associação Médico Homeopática Brasileira (Instituto de Saúde Integral), pós-graduado em estratégia ortomolecular (Fisicursos), conselheiro do CRM-DF (Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal), eleito para a gestão 2008-2013. Palestrante na área de Hábitos Saudáveis e promoção de Qualidade de Vida. Presidente da ASOMED - Associação para Estudos de Estratégias Ortomoleculares em Medicina, Membro da Associação Médica Homeopática Brasileira e do DF; membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar; membro da Sociedade Brasileira de Fitoterapia

www.icaro.med.br

http://www.debatesculturais.com.br/antienvelhecimento-minhas-consideracoes-sobre-o-assunto/

 


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