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Ciência

Ministro da Saúde descarta o risco de epidemia da febre amarela

14.01.2008
 
Ministro da Saúde descarta o risco de epidemia da febre amarela

O ministro da Saúde brasileiro , José Gomes Temporão afirmou em cadeia da TV nacional que não “existe risco de epidemia “ da febre amarela  no país. Desde o começo do ano, 24 casos suspeitos de febre amarela foram notificados no país. Do total, 17 ainda estão sob investigação.

 Segundo o Ministério da Saúde, dois dos casos notificados tiveram diagnóstico confirmado --Graco Carvalho Abubakir, 38, que morreu no último dia 8, e uma mulher de 42, que contraiu a doença em Mato Grosso do Sul e está internada no Hospital São Luiz, em São Paulo.

Outros cinco casos foram descartados. Durante o pronunciamento, Temporão afirmou que o governo tem adotado medidas para proteger Estados e municípios contra a febre amarela.

Ele reforçou a necessidade de vacinação para as pessoas que vão viajar ou moram em áreas de mata, consideradas zonas de risco. "Se você não mora ou não viajar para estas regiões não precisa se vacinar. Quem já se vacinou pode ficar tranqüilo: o efeito da vacina protege as pessoas durante dez anos", afirmou.

Como argumento para descartar o risco de uma epidemia, o ministro afirmou que o não registra casos de febre amarela urbana desde 1942. "Os casos registrados de lá para cá foram todos de febre amarela silvestre, ou seja, de pessoas que contraíram a doença nas florestas". Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios, mal-estar, vômito, dores no corpo, pele e olhos amarelados e sangramentos


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