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Ciência

“Domingo é dia de cinema” discute reforma agrária

07.07.2008
 
“Domingo é dia de cinema” discute reforma agrária

Homenagem ao Dia do Trabalhador Rural - Em homenagem ao Dia do Trabalhador Rural, comemorado em 25 de julho, o projeto “Domingo é Dia de Cinema” apresenta na sua próxima edição, em 6 de julho, quatro curtas com o tema Reforma Agrária e Meio Ambiente – Ocupar, resistir, produzir, mas... sem transgênicos.

Em homenagem ao Dia do Trabalhador Rural, comemorado em 25 de julho, o projeto “Domingo é Dia de Cinema” apresenta na sua próxima edição, em 6 de julho, quatro curtas com o tema Reforma Agrária e Meio Ambiente – Ocupar, resistir, produzir, mas... sem transgênicos. A mostra será realizada a partir das 9h, no Cine Odeon-Petrobrás, por R$ 2. Depois da exibição haverá um debate com João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST e da Via Campesina, e Denis Monteiro, também do MST e integrante da Articulação de Agroecologia-RJ.


O projeto existe há sete anos, com o objetivo de exibir filmes e promover uma discussão posterior para alunos de Pré-Vestibular Comunitários. O professor Leon Diniz, um dos responsáveis pela atividade, destaca a importância da iniciativa pela possibilidade de unir jovens “e não tão jovens” para uma melhor compreensão da realidade brasileira por meio da sétima arte. Ele afirma que o vestibular que será feito por esses alunos no final do ano também conta como critério de seleção dos filmes e assuntos, juntamente com a preocupação com o crescimento político e social desses jovens.

Vito Giannotti, do Núcleo Piratininga de Comunicação, outro realizador do evento, diz que é de fundamental importância discutir, hoje, a Reforma Agrária, o latifúndio, dos transgênicos e as agroindústrias. “É um tema super atual, num momento em que o Brasil está sendo escolhido pelo mundo para ser um grande produtor de alimentos primários, como milho, soja e o etanol”. Ele afirma que a discussão do próximo domingo vai esclarecer sobre os prejuízos que os trabalhadores do campo terão com esse projeto de o Brasil voltar a ser um grande produtor agrícola, “porque estará a serviço exclusivamente dos banqueiros e das multinacionais”.

Vito lembra ainda que o projeto Domingo é Dia de Cinema é uma tentativa, mesmo que tímida, de combate ideológico à mídia empresarial e comercial, e serve como estímulo para a multiplicação de outras ações como essa, o que já vem acontecendo em varias cidades do País.

Depois do livro A Grande Partida: Anos de Chumbo, Francisco Soriano toma para si uma segunda missão: reunir vários companheiros, sobreviventes da ditadura de 1964, para juntos relembrarem, em vídeo, a saga vivida na luta legal e clandestina, buscando a libertação da sociedade brasileira submetida ao terrorismo do Estado policial.

Fonte: www. piratininga .org.br


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