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Ciência

Universidade de Coimbra atribui Honoris Causa a Enrique Cadenas

02.06.2018
 
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Universidade de Coimbra atribui Honoris Causa a Enrique Cadenas

8 de junho| 10h30m| Sala Grande dos Atos

 

O prestigiado cientista Enrique Cadenas vai ser distinguido pela Universidade de Coimbra (UC) com o grau de Doutor Honoris Causa, no próximo dia 8 de junho, sob proposta da Faculdade de Farmácia (FFUC).

 

A cerimónia tem lugar na Sala Grande dos Atos (Sala dos Capelos), pelas 10h30m. O candidato terá como "Apresentante" Leonor Martins Almeida e os elogios serão feitos por João António Laranjinha (elogio do candidato) e Armanda Santos (elogio da apresentante).

 

Personalidade relevante no âmbito das Ciências Farmacêuticas, Enrique Cadenas integra o grupo de pioneiros cujas descobertas, na década de 70 do século XX, conduziram à formulação da teoria dos radicais livres, oxidantes e antioxidantes em Biologia e Biomedicina trazendo, assim, à luz uma nova área científica com profundo impacto na saúde e na doença.

 

A Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra nota que «na sequência do trabalho pioneiro que levou ao conhecimento sobre o envolvimento de radicais e oxidantes em Fisiopatologia, em Nutrição e Farmacologia, entre outros campos, Enrique Cadenas contribuiu significativamente para o posterior desenvolvimento da área, integrando mecanismos aparentemente díspares em hipóteses unificadoras e inspiradoras do trabalho de colegas em diversos países

 

A atribuição do grau de Honoris Causa pela Universidade de Coimbra reconhece a «extraordinária carreira» de Enrique Cadenas. De facto, fundamenta a FFUC, «ao longo da sua carreira, Enrique Cadenas fez contribuições seminais para o entendimento integrado da fisiologia mitocondrial com vias de sinalização e transcrição celular associadas ao envelhecimento e às doenças neurodegenerativas. Em particular, descreveu mecanismos moleculares inerentes à morte celular na doença de Alzheimer e ao envelhecimento essenciais à regulação do metabolismo da glucose no cérebro, abrindo, assim, a possibilidade de implementação de novas estratégias terapêuticas no âmbito da neurodegenerescência, do envelhecimento cerebral e declínio cognitivo

 

Cristina Pinto

Universidade de Coimbra

 


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