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Edição brasileira de 'Gente Pobre' ganha lugar de destaque no Museu Dostoievski

27.09.2011
 

Edição brasileira de 'Gente Pobre' ganha lugar de destaque no Museu Dostoievski. 15672.jpegSÃO PETERSBURGO - A última edição brasileira do romance Gente Pobre (Biédnie Liúdi), de Fiodor Dostoievski (1821-1881), publicado em março de 2011 pela Associação Cultural Letra Selvagem, de Taubaté-SP, com tradução de Luís Avelima, ganhou lugar de destaque no Museu Dostoievski, em São Petersburgo, na Rússia. Um exemplar do livro, oferecido pelo editor Nicodemos Sena, foi entregue em mãos pelo professor Vadim Kopyl, diretor do Centro Lusófono Camões, da Universidade Estatal Pedagógica Hertezen, ao vice-diretor do Museu Dostoievski, Boris Tikhomirov.

            O professor Kopyl repassou também um exemplar da edição brasileira do livro para a Casa de Pushkin, de São Petersburgo, entregando-o nas mãos de seu diretor, professor Vsevolod Bagno, que cuida do acervo daquele que é considerado o maior poeta russo de todos os tempos, Alexandr S. Pushkin (1799-1837).

            Fundado em 1999, o Centro Lusófono Camões começa o ano, em média, com 15 estudantes russos de Português. Os estudantes entram no nível 0, passando para o nível médio, chegando ao nível superior. Em média, formam-se de sete a oito alunos por ano.  Desde a sua fundação, o Centro já publicou livros como o Guia de Conversação Russo-Portuguesa Contemporânea, Poesia Portuguesa Contemporânea (2004), que reúne poemas de 26 poetas portugueses, e Vou-me embora de mim (2007), do poeta português Joaquim Pessoa. Em 2006, com o apoio da Embaixada do Brasil em Moscou, o Centro publicou o livro Contos, de Machado de Assis (1839-1908), em edição russo-portuguesa. Em 2007, publicou Contos Escolhidos, também de Machado de Assis, igualmente em edição russo-portuguesa. Ambos os livros tiveram prefácio do professor Adelto Gonçalves, doutor em Letras pela Universidade de São Paulo.

            Edição brasileira de 'Gente Pobre' ganha lugar de destaque no Museu Dostoievski. 15673.jpegA Universidade de Coimbra, a Biblioteca Nacional de Lisboa, o Instituto Camões e a Fundação Calouste Gulbenkian são algumas das instituições culturais portuguesas que têm cooperado com o trabalho dos lusistas russos. A Academia Brasileira de Letras (ABL), a Academia Brasileira de Filologia (Abrafil), a Editora Unicamp e a Editora Cultrix, de São Paulo, entre outras instituições, editoras e escritores, já manifestaram disposição de colaborar com o desenvolvimento do Centro Lusófono Camões, enviando livros e publicações.

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Legendas das fotos:

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O professor Vadim Kopyl (E), do Centro Lusófono Camões, faz a entrega do exemplar da edição brasileira de Gente Pobre, de Dostoievski, ao diretor da Casa de Pushkin, professor Vsevolod Bagno, em São Petersburgo

 

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O vice-diretor do Museu Dostoievski, Boris Tikomirov (E), recebe das mãos do professor Vadim Kopyl um exemplar da edição brasileira de Gente Pobre


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