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Federação Russa

Ameaça do terrorismo nuclear está longe de ser virtual

26.09.2006
 
Ameaça do terrorismo nuclear está longe de ser virtual

O Conselho da  Federação (câmara alta do parlamento) da Rússia  ratificou esta segunda-feira   a Convenção Internacional para a Repressão dos Atos de Terrorismo Nuclear  aprovada no ano passado na ONU, por iniciativa de  vários paises .

 Desse modo a Rússia foi o sexto país a ratificar este documento. É evidente que o significado da Convenção Internacional de combate aos atos de terrorismo nuclear é extremamente importante para a segurança no planeta.

 O papel deste acordo é preventivo. Seu objetivo é não permitir que Al Qaeda e outros grupos terroristas, consigam a arma de extermínio em massa e empregá-la com todas as terríveis consequências para a humanidade.

A realidade desta ameaça está longe de ser virtual acredita  o presidente do Comitê do Conselho da Federação para assuntos internacionais, Mikhail Marguelov.


 “É claro que os serviços especiais não podem revelar grande parte de semelhante gênero de informação. Mas sentimos que os objetivos nucleares atraem grande atenção dos que têm estas ou outras intenções terroristas.” disse  Margelov.


A Convenção citada considera crime a fabricação, posse e uso ilegal e intencional de materiais radioativos, ou engenhos nucleares contra pessoas, propriedades ou meio ambiente.

 O documento ratificado na segunda-feira pela Câmara alta do parlamento visa o desenvolvimento ulterior da base jurídica da cooperação internacional, na causa da prevenção de atos de terrorismo nuclear. Até o momento, a Convenção já foi assinada por 107 Estados, mas apenas seis o ratificaram.

Segundo Andrei Denisov, vice-ministro de Assuntos Exteriores russo, o pacto precisa ser ratificado por ao menos 22 países signatários para entrar em vigor.

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