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Federação Russa

Medvedev defende legado da Grande Guerra patriótica

16.11.2009
 
Medvedev defende legado da Grande Guerra patriótica

Falando em Singapura depois da Cimeira da APEC no final de semana, Presidente Dmitry Medvedev mais uma vez defendeu o legado soviético na Grande Guerra Patriótica (Segunda Guerra Mundial) e investiu fortemente contra a onda de revisionismo que tenta diminuir o enorme contributo da União Soviética para a vitória sobre o Nazismo.

Presidente Medvedev, falando com marinheiros a bordo do cruzeiro de mísseis Varyag, declarou que se for entregue “poder real” aos falsificadores que tentam re-escrever a história, “vamos encontrar-nos a receber pedidos para indemnizar as vítimas”. Os historiadores, considerou, “podem debater alguns temas mas acerca da Grande Guerra Patriótica não há controvérsia nenhuma”.

Para Medvedev, tais revisões da história são potenciais perigos para o Estado.

Há poucos anos , e na véspera da Guerra Fria, soldados russos, britânicos, da Commonwealth e norte-americanos apertaram as mãos e dançaram juntos, comemorando uma vitória comum e tremenda sobre o fascismo. Cada uma das nações aliadas, à sua maneira, fez enormes sacrifícios para contribuir no sentido de eliminar este flagelo e a URSS não foi excepção, tendo perdido quase 27 milhões de almas, enquanto 90% das vítimas do Wehrmacht foram efectuadas na frente Leste.

Rússia nunca menosprezou o esforço de guerra feito por soldados e civis britânicos, lutando sozinhos no Ocidente, enquanto ela suportou o peso total das forças de Hitler no Leste, também sozinha. Rússia nunca menosprezou a ajuda prestada pelos E.U.A. também.

A lembrar, o grande número de campos de exterminação nos países bálticos, que continuam a glorificar colaboradores Nazistas e a realizar paradas de veteranos apoiando o Waffen-SS e na Ucrânia, eventos que honram o UPA (Exército Insurgente Ucraniano) que colaborou com os Fascistas.

Timofei BYELO

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