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Federação Russa

Rússia tenta devolver Coreia do Norte à mesa de negociações

16.10.2006
 
Rússia tenta devolver Coreia do Norte à mesa de negociações

 “O Governo norte-coreano não rejeita a idéia de conversações multilaterais e está pronto para examinar com espírito construtivo os passos a serem dados para fazer da península da Coréia uma zona livre das armas nucleares declarou o vice-primeiro ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Alexsandr Alexseyev, que acaba de visitar Pyongyang .


«Eu disse repetidamente em Pyongyang que o processo de negociações sobre a desnuclearização da península coreana tem de prosseguir», afirmou Alexander Alexeyev, após uma reunião mantida ontem em Seul com o chefe dos negociadores sul-coreano, Chun Yung-woo.


Alexeyev esteve em Pyongyang na última semana. Ele afirma também Rússia e Coreia do Sul ter chegado a um acordo a fazer esforços para renovar as negiciações com Coreia do Norte no formato de ” seis” .  "Coreia do Norte liga suas últimas ações “com posição assumida por EUA e suas atividades dirigidas a substituir o regime em Pyongyang”, disse o diplomata russo.

” A Coreia do Norte tem a intenção de renovr as negociações no formato de “seis” só depois de analizar a resolução da ONU", disse. Entetanto Alexeyev expressou o “pessimismo cauteloso” quanto à renovação rápida desses negociações.


O diplomata russo afirmou não ter trazido, no entanto, qualquer mensagem específica da Coreia do Norte.


Pyongyang realizou uma série de testes de mísseis em Julho e há dias anunciou ter efectuado um primeiro teste nuclear bem sucedido.

Como resposta, o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma resolução que impõe sanções à Coreia do Norte. O documento das Nações Unidas autoriza inspeções às cargas entrando e saindo da Coréia do Norte, mas não pressupõe recurso à força militar e  também pressão econômica sobre o infrator.

A Coreia do Norte tem recusado desde o último ano prosseguir as conversações sobre o seu programa nuclear que envolvem também a China, Japão, Rússia, Coreia Sul e os Estados Unidos, exigindo que Washington levante previamente o boicote internacional.

Pravda com agências de notícias


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