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EUA mostra-se infantil perante o ensaio da bomba de vácuo da Rússia

15.09.2007
 
EUA mostra-se infantil perante o ensaio da bomba de vácuo da Rússia

A Rússia testou a bomba de vácuo, muito vantajoso do ponto de vista militar, e Washington precisa deixar dessa disputa de “quem tem mais” – disse na entrevista à “Pravda.ru” o perito americano, advertindo o Kremlin duma política agressiva. Nesse contesto, os Estados Unidos debatem o plano de ataque contra o Irão, mas os membros do Congresso condenam o Bush pela guerra no Iraque.

Na primeira metade do mês de Setembro a Rússia terminou o teste da bomba de vácuo mais potente do mundo. Essa bomba recebeu o nome de “Pai de todas as bombas” ela possui eficácia e capacidade destrutiva comparável a uma carga atômica. “Pravda.ru” pediu o comentário dos expertos americanos.

“A melhor forma de EUA e a Europa reagirem nisto, - bocejar com cortesia. Os Estados Unidos deve deixar dessa desputa infantil “eu tenho mais do que voce”. Se a Rússia quer fabricar uma nova bomba de vácuo que faça, mas sem contradizer o acordo militar internacional”, considera o Andrew J. Grotto, analista dos problemas da seguranca nacional do Centro para o Progresso Americano (CPA).

“Não existe nenhum acordo que, proibiria a bomba de vácuo. E um acordo deste tipo não tem necessidade”, - acrescenta o seu colega do CPA, Joseph Cirincione.

“Duvido que, os EUA e a Europa não reagissem durante o ensaio da nova bomba de vácuo russo. Os Estados Unidos há muito que elabora uma arma semelhante. Todavia, os americanos queriam conseguir não só uma bomba potente, mas também com precisão para atingir o alvo”, - diz Baker Spring, perito da segurança nacional do centro analítico, Heritage Foundation.

“Um dos pontos positivos dessa bomba, é que, com a sua ajuda podemos atingir alvos que, encotram-se em espaços profundos e fechados como bunkers, edifícios e cavernas. Entre os difeitos, podemos nomear o tamanho da bomba e o peso dela. Além disso, a sua precisão é consideravelmente fraca, e por esse motivo, ela traz consequências indesejáveis”, afirma Spring.

Este ponto de vista defende o Joseph Cirincione: “Para a sua transporte, maioria das vezes é preciso aviões de carga ou bombardeiro pesado. Estas bombas terão o seu resultado contra alvos “brutos” como bunkers”.

Mas, parece que contrariamente aos expertos, o Washington mesmo assim continua nesta “disputa infantil” de “quem tem mais”. Dizendo a verdade, logo no dia seguinte, depois do ensaio russo o reformado tenente-general, Thomas McNerney em sua declaração para a companhia televisiva Fox disse que, no caso duma guerra contra o Irão, o Pentágono já preparou uma arma superpotente, que é superior a bomba russa”: “Nós temos uma bomba de alta penetração – o Irão não tem nenhum alvo que não podemos alcançar.”

Está claro que, interessa muito aos americanos bombas capazes de destruir refúgios subterrâneos. Comprendendo que, com as operações no terreno não conseguem nenhum resultado, o Woshington aposta no ataque aéreo. Os principais alvos são bunkers e instalações nucleares.

Da Versão Pravda.ru em russo

Tradução Dério Nunes


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