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Amazonas: Internacionalização, Já!

28.06.2005 | Fonte de informações:

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O povo brasileiro não mais tem o direito de possuir a parte da região Amazônica em que ainda há floresta e deve ser entregue, imediatamente nas mãos daqueles que possuem capacidade e podem, mais responsavelmente, administrá-la e cuidar desta região que é o mais precioso presente que a natureza deu ao homem.

O povo brasileiro não merece mais a posse da região e deve ser punido com sua perda pois permite que seus governantes tratem desta região como se não fosse território brasileiro, agora mais que nunca pois o Presidente Lula e seu governo, têm se reocupado mais com assuntos externos e, quando se preocupam com assuntos internos, isto se restringe à região Sul e Sudeste, onde está o dinheiro. A região Norte, juntamente com o Nordeste, possui nadas mais que problemas.

A região Amazônica que para os estúpidos olhos dos governantes brasileiros não é nada mais que uma porção de árvores que seria melhor que não maus existissem, para os olhos das pessoas que se preocupam com a sobrevivência do planeta é um bem natural que deve ser preservado, porque ela não somente contribui com uma parte muito pequena, para a conservação da temperatura do planeta em níveis suportáveis como também possui a maior reserva de água potável do mundo que em pouco tempo se tornará tão preciosa que estará nos itens de exportação do Brasil, além de possuir a mais rica biodiversidade.

Entretanto, uma vez que ainda não há escassez de água potável em países desenvolvidos como os Estados Unidos como há em Israel, por exemplo e como a biodiversidade da Amazônia só é interessante para os olhos dos turistas e para os contrabandistas de animais silvestres e que o superaquecimento do planeta é causado quase que exclusivamente, pela emissão de monóxido de carbono na atmosfera e que já está comprovado que apenas árvores jovens consomem gás carbônico, liberando maior quantidade de oxigênio, ou seja, que a Amazônia não é o “pulmão“ do mundo, a devastação pode prosseguir, à vontade.

A Amazônia além de possuir cada vez menos estas maravilhas naturais, é também a maior reserva mineral do planeta que possui em seu solo o que já foi descoberto até agora, minério de ferro, ouro e mais recentemente, diamantes e não me admiraria, se no futuro, fosse descoberta uma grande reserva petrolífera.

Todas estas riquezas, obviamente, tem atraído a atenção de muitos líderes do mundo como foi o caso do ex-presidente norte-americano Bill Clinton. Tais líderes pregam que o melhor para a região seria a internacionalização, sob seu controle, obviamente. Contudo, aparentemente, os únicos líderes que não se sentem atraídos pelas riquezas da Amazônia, são os governantes brasileiros que somente exploraram o minério de ferro, pois não é atraente para garimpeiros ilegais. O ouro e os diamantes contudo, cuja prospecção, nas mãos do governo, traria grandes divisas para os cofres públicos, foram entregues nas mãos de garimpeiros,, o que fez com que muitos criminosos enriquecessem.

A situação dos índios na Amazônia é muito confortável pois o governo brasileiro tem provido a eles, ares do tamanho de países como Portugal e Bélgica para uma população que não alcançaria nem a um por cento da população de Portugal, por exemplo. Isto comprova o quanto o governo Brasileiro realmente se importa dom a causa indígena, mas na verdade, é apenas um bom pretexto para que aquea parte do território brasileiro seja oficialmente abandonada.

Questões ambientais são as últimas na agenda da maioria absoluta dos líderes do mundo. Há algumas exceções como os holandeses, por exemplo, que não podem nem cogitar a possibilidade de haver o o aumento do nível do mar ou verão metade de seu país ser inundado e talvez agora, os indianos que tiveram inúmeras vitimas fatais da onda de calor que assolou o país recentemente, mas definitivamente, assuntos ambientais são os últimos na agenda do presidente norte-americano George W. Bush que desprezou o protocolo de Kioto e até mesmo sugeriu que árvores fossem cortadas para que não houvesse risco de incêndio.

Tais questões infelizmente, também são as últimas na agenda dos governantes brasileiros, embora o Brasil tenha sido o pioneiro do carro movido à álcool, não como uma tentativa de buscar um combustível não poluente, mas para fugir da crise do petróleo, nos anos 1970..

Isto se reflete no abandono que a região Amazônica tem sofrido por décadas, sendo território livre de garimpeiros ilegais, contrabandistas de animais silvestres e madeireiros. A propósito, é bastante lucrativo para alguns setores, o comércio ilegal de madeira; inclusive para alguns funcionários do governo que supostamente deveriam estar lá, para combater este ato criminoso.

É compreensível, no entanto, que no Brasil seja dessa forma, pois neste país há problemas demais para serem resolvidos e é muito mais prioritário, cuidar-se do povo que de árvores, o que é sempre um bom pretexto para deixar tudo como está.

A devastação da floresta amazônica ainda perdurará por muito tempo, porque ainda há muitas árvores de pé, a menos que a região seja internacionalizada e sua tutela esteja a cargo de organizações não-governamentais mas, uma vez que isto nunca ocorrerá, é mais fácil deixar tudo como está. Afinal, quem precisa de árvores? Resposta: os madeireiros.

Jose Schettini Petropolis BRASIL

 
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