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PRINCÍPIO DA REPRESENTATIVIDADE TOTAL

18.10.2003 | Fonte de informações:

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Os habitantes do planeta Terra devem possuir os mesmos direitos e deveres. Não existem justificativas para vantagens ou benefícios especiais. Infelizmente a palavra competir é compreendida ainda como dominar. E na acepção mais adequada, escravizar ou subjugar. Esse poder sempre será rejeitado, em qualquer tempo e momento, por pura questão de lógica. E justiça.

O mundo não está representado adequadamente. O mesmo poderio conquistado no pós-segunda guerra mundial perdura como se o cenário permanecesse absolutamente igual. Vivemos outros tempos, outros desafios, outros compromissos, outras responsabilidades.

As democracias, estruturadas a partir dos princípios oriundos da Revolução Francesa, não se atualizaram. Falta o Poder Representante composto por indivíduos com o papel específico de zelar pelo crescimento contínuo e permanente de suas bases representadas.

Erroneamente confunde-se o atual poder legislativo, aquele que faz as leis, com essa representatividade. Este poder, em regra geral, não possui compromisso a não ser praticar a política da simpatia e demagogia com o intuito de se reeleger.

Todo vivente deste planeta terra deve ser representado em nível superior. Para existir legitimidade no processo, é necessário que o representado tenha pleno e total acesso ao seu representante. Hoje, na falsa democracia, elegemos os representantes para participar das benesses palacianas e só vamos relembrar de suas atribuições nas próximas eleições.

O mundo não pode ser tratado como um grande rebanho de idiotas que segue a direção traçada previamente pelos donos do poder. Desde a metade do século passado vivemos sob o jugo imperialista. Ninguém vê, ninguém fala, ninguém ouve. Cada um procura seu próprio espaço, desde que as bombas não caiam ao seu lado.

A humanidade vem usufruindo o poder como forma de dominar seu próprio povo, impondo um marketing terrível de condução e sugestionamento, protegidos pelos pretensos direitos humanos, pela desacreditada Cartas das Nações Unidas, pela hipócrita democracia.

Este Princípio da Representatividade Total Mútuo está sendo exposto como um alicerce da Nova Constituição do Planeta Terra.

Você concorda? Não? Proponha suas objeções. Sim? Passe a idéia para frente.

Orquiza, José Roberto

52 anos, consultor de marketing, autor dos livros Jogo da Vitória, Editora Juruá; Dez Lições de Sucesso, Editora Posigraf; Fato ou Boato, Você Decide, Ieditora. Formação: Filosofia e Ciências Econômicas. Especialização: Análise Empresarial. Contato: workisa@onda.com.br

 
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