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De sementes e partos

15.07.2005 | Fonte de informações:

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Houve dias de chuva, de temporal, de maresia, de calor, de frio, mas, depois, com a inspiração que veio da história que faz o futuro, se instalou o SOL em Santa Catarina e, a cada dia, abriga e esquenta nosso passo a caminho da liberdade e do socialismo.

Depois do ato de lançamento do P-SOL em SC

A partir de ato de lançamento na UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, em 5 de abril de 2004, com a presença dos companheiros Heloísa Helena, Luciana Genro e Babá, começaram a realizar-se reuniões semanais tentando formar uma pequena equipe. As três primeiras reuniões realizaram-se numa sala da Assembléia Legislativa. Participaram: Marcos Arenhart, Eric Coimbra, Melissa Barcellos, Andréia Boeira, Paulo Minardi, Ana Marise Monero, Carmem Roveda, Hilário Carlos Scherner, Maurício Witzke e Elimar Russi Filho.

Houve ainda uma segunda reunião de Executiva ampliada que foi realizada em Balneário Camboriú em junho de 2004 na Câmara Municipal. Contou com a presença de Izabel Campana, Carmen Roveda, Hilário Scherner, munícipes de Balneário Camboriu, Elimar Russi F., Gelson Oliveira e companheiros de Joinville. Nessa ocasião também se debateram o programa, o estatuto, os possíveis nomes do partido e a viagem para o Encontro Nacional.

Já na terceira reunião constituiu-se uma equipe provisória com Ana Monero, Carmem, Eric, Andréia Boeira e Paulo Minardi. Marcos Arenhart avisou que não podia assumir nenhuma responsabilidade e a partir desse momento se afastou definitivamente, seguindo a linha teórica de Robert Kurtz. No decorrer de maio as reuniões passaram a se fazer na UFSC e, em duas reuniões prévias à Primeira Plenária Nacional, discutiram-se o projeto de Documento Nacional e o Projeto de Estatuto. Nessas reuniões somou-se Izabel Campana e anunciou sua integração Denise Vieira. Izabel e Andréia propuseram-se para viajar a Brasília. Denise não participou do grupo até depois do 1o Encontro Nacional, mas solicitou –através de Isabel- participar no Encontro já que viajava a Brasília por motivos particulares. Na discussão dos documentos fizeram-se algumas observações que levariam as companheiras que viajaram.

A reunião posterior ao 1o Encontro Nacional realizou-se na casa de Carmem Roveda onde se informou sobre as resoluções adotadas. Nessa reunião somou-se Rogério Viceconti (OAB/SC).

Com nove pessoas o grupo começou a funcionar semanalmente. Era necessário distribuir as tarefas e começar a organizar as responsabilidades. Raul fez uma proposta de distribuição de responsabilidades, das quais só duas tiveram continuidade até hoje. Raul na comunicação e Juan Luis na formação.

Os primeiros problemas

Nesse período iniciaram-se três tipos de problemas. Por um lado, no Encontro Nacional foi inscrito como assinante dos 101 por SC, Gelson Oliveira. Desrespeitoso com a equipe em funcionamento, interveio dando todo tipo de contra-ordens, convocando reuniões paralelas e manipulando camaradas para criar conflitos internos. Por mais de três meses a equipe sofreu o atropelo de Gelson que, de um dia para outro, desapareceu com 500 assinaturas de Joinville realizadas no SINTESC.

Em segundo lugar com motivo da realização da discussão sobre a organização das secretarias ou coordenações, Eric propôs um sistema de funcionamento de assembléias permanentes (do tipo autonomista) onde todos os temas se resolveriam em conjunto sem distribuir responsabilidades. Para ele esse sistema organizativo impediria a repetição dos processos burocráticos que haviam corrompido o PT. Raul e Juan opinaram que nenhum sistema organizativo impedia a burocratização e que esta era produto e resultado de uma determinada (des)orientação ideológica. Esse debate somado ao desgaste produzido por G. Oliveira terminou afastando Eric, (mais adiante Melissa) e Paulo Minardi. Paulo uniu-se ao PC do B e à campanha para a eleição de Ângela Albino.

O terceiro problema proveio de uma tendência nacional formada por Maestri. Izabel e Denise que provinham do grupo universitário Ruptura, seguiram Maestri (assim como também Mário Santos de Blumenau e aparentemente também Marlene Soccas de Criciúma) depois da participação no Encontro Nacional. Começaram a fazer críticas sistemáticas à direção nacional, parlamentares, etc. e delinear uma orientação sectária. Porém, Izabel Campana, hoje em Curitiba, cumpriu também um papel positivo no debate de COMLUTAS pelo P-SOL/SC e participando ativamente na coleta de assinaturas pela legalização do partido.

As eleições municipais

Em agosto o grupo se constituiu como Executiva Provisória Estadual. Mas sofreu um novo enfraquecimento quando alguns companheiros se afastaram para realizar a campanha de Cedenir Simon para vereador. Esta campanha, por sua defesa pública à Senadora Heloísa Helena produziu duas comissões de ética ainda em curso (estadual e municipal) contra Simon; além de uma expressiva vitória na justiça eleitoral, que fez com que toda a programação eleitoral de 2004 em SC terminasse na última 5a feira, com uma mensagem gravada em rádio e TV da nossa Presidenta HH – depois ... a novela da Globo. (No dia seguinte, Simon foi agredido pelas costas pelo coordenador da campanha da coligação em plena rua.) Falamos então do afastamento temporário de Melissa, Andréia e Raul. A ausência deste último foi fundamental porque era quem detinha maior conhecimento do ambiente político de SC. A oportunidade desta decisão conduziu a várias discussões na equipe restante, com o devido desgaste. Durante a campanha eleitoral somaram-se Carlos e Elias Cidral.

Respeito às assinaturas houve idas e vindas com relação ao modelo de ficha a preencher, os dados a incluir, a necessidade ou não de listagens e outras confusões que demoraram a coleta. A primeira atividade se realizou num ato pelo centenário de Neruda na Lagoa da Conceição. Editou-se um mosquitinho para promover as assinaturas. Foram apenas dois companheir@s que colheram 37 assinaturas. A campanha de Simon também foi usada com esses fins, produzindo umas 200 assinaturas. No dia da votação municipal participaram 5 companheir@s e colheram mais de 250 assinaturas. Desta vez se contou com material de propaganda vindo de POA. No segundo turno choveu de forma terrível e não foi possível colher assinaturas. O ambiente estava pesado demais na cidade. Denise Vieira (do grupo de Maestri) informou através de documento que faria campanha pelo voto nulo nos dois turnos (o P-SOL/SC seguiu a orientação nacional) e com essa desculpa não participou da coleta de assinaturas. Finalizada a campanha eleitoral Raul se reintegrou à Executiva Provisória. Ana Monero e Rogério Viceconti se afastaram do dia-a-dia por compromissos de trabalho. Carmem Roveda voltou para POA e Izabel Campana mudou-se para Curitiba. Andréia Boeira ficou absorvida pela tese de formatura.

Visita de Luciana

Em novembro, Luciana Genro viajou a Florianópolis e realizamos uma reunião no SEEB. Participaram cerca de 80 pessoas, dirigentes dos sindicatos

APUFSC/SINTUFSC/BANCARIOS/FAZENDA/FEDERAIS/SINTE/ANDES/PRACINHAS/BANCÁRIOS, o DCE da UFSC, a JA e a Corrente L. C. Prestes, o presidente da AMORV e Marcelo Pomar, líder do Movimento Passe Livre – MPL, que vinham de obter uma grande vitória com a redução do custo da passagem. Visitaram-nos quatro companheiros de Blumenau (Elimar Russi F., M. Santos, I. Theiss e Maurício Witzke).

Abordamos dezembro quase sem integrantes na Executiva e, pouco antes das festas, Raul convocou uma reunião na tentativa de integrar novos companheiros à equipe. A reunião aconteceu no SINTESC e os convidados foram Mauri Freitas (Vice-presidente do SINTE/SC), Gert Schinke (Ex-vereador e ambientalista em POA), Marcelo Gamba (Estudante de Direito na UNISUL), Caê Martins (jornalista) e participamos Raul, Elias Cidral e Juan Luis. Carlos Cidral se mudou para Joinville por problemas familiares e lá ficou porque passou num concurso do IBGE.

Semanas depois Raul convidou Carlos Raulino, Assistente Social e Estudante de Políticas Públicas na UDESC. Hoje, Carlos Raulino está organizando a micro de Florianópolis e representa legalmente o P-SOL através de procuração da companheira Heloísa Helena.

O II Encontro Nacional em POA

Para fins de janeiro/2005 foi convocado o II Encontro Nacional em POA. Na reunião de fins de dezembro, aprovou-se um plano ambicioso de discussões para levar um texto a Porto Alegre. Apenas conseguimos realizar duas reuniões antes do Encontro onde se discutiu a base do projeto. Com modificações dos integrantes de Floripa e acréscimos quanto à Reforma Universitária feitos pelos companheir@s de Blumenau, aprovamos um texto que pretendia, e ainda pretende, intervir na discussão preparatória do 1o Congresso Nacional.

No II Encontro Nacional participaram pela Executiva Provisória Carlos Raulino, Gert Schinke, Juan Luis, Mário Santos, Elimar Russi F., Ivo Theiss e Luciana Butzke.

Denise Vieira e Marlene Soccas participaram como parte da tendência de Maestri. Entregamos nosso documento à DN e distribuímos 50 cópias entre assistentes referenciais.

Voltamos com a resolução adotada em POA sobre a formação de uma Frente Social e Política e a necessidade de finalizar a campanha de assinaturas. Realizaram-se duas reuniões muito auspiciosas: uma com os Prestistas e outra com Marcelo Pomar pelo MPL. Em ambos os casos foi feita a proposta da Frente Social e obtivemos uma boa disposição para a conformação dessa frente no estado, debate que está decorrendo.

“Eleições” na União Catarinense de Estudantes

Num dos fatos mais repulsivos da aparelhagem estudantil por parte do PT e do PC do B, juntos com a Juventude Avançando e o P-SOL/SC, representado pelo Marcelo Gamba, fomos testemunhas do maior fraude estudantil no ambiente universitário. Dessa degeneração ideológica surgiram um presidente do PT e outro do PCdoB. Este último, Tiago Andrino, continuou sua trajetória fraudulenta montando-se em cima da luta dos estudantes de Florianópolis pelo Passe Livre, com a ajuda da imprensa e dos partidos que compõem a sustentação do Governo L.H.da Silveira: PT e PC do B.

Da aproximação com a Corrente Prestista e o MPL surgiu a atividade Contra a Guerra no Iraque em 19 de março. Fez-se na esquina democrática e participaram 150 militantes.Entregaram-se 2000 panfletos conjuntos. Pelo P-SOL falou Marcelo Gamba. No mesmo dia, Maurício e Elimar em Blumenau, e com base no material de Florianópolis divulgado pela internet, confeccionaram e entregaram 800 manifestos no seu município.

Dois días antes Gert Schinke deu una palestra sobre A esquerda e a questão ecológica na qual participaram 25 pessoas no SEEB.

Nesse período tinha começado a discutir-se uma reestrutura das secretarias da Executiva Provisória na base de uma proposta de Raul. Ali começou a participar cada 15 dias Mário Santos (Blumenau) das reuniões. Depois de várias tentativas para que Denise Vieira voltasse à Executiva Provisória participou da última de março e da primeira de abril. Desde o princípio viu-se que não existia acordo para a distribuição de responsabilidades. Chegados a fins de março continuava preterida, como primeira prioridade, a atividade central das assinaturas. Por esta razão Raul e Juan Luis apresentaram uma proposta (6 -4 -2005) para adiar esse debate e encarar de cheio as assinaturas. Gert e Denise se opuseram violentamente.

Em 1o de maio, junto com a Corrente Prestista, repartiram-se panfletos conjuntos alusivos ao dia no Estádio Scarpelli do Figueirense. Houve boa acolhida por parte dos torcedores.

A tensão interna

O clima na Executiva começou a ficar muito tenso. A última reunião foi bastante violenta e com intervenções desrespeitosas. Um mês antes Raul tinha proposto estudar a possibilidade de alugar uma salinha de propriedade de Gert, porém, observou-se que pelo momento não se tinham possibilidades materiais de fazê-lo. Gert, por iniciativa própria e inconsulta, solicitou ajuda ao gabinete de Luciana para o aluguel da sala, sem colocar o assunto em conhecimento da Executiva Provisória nem informar ao gabinete que se tratava de uma sala que lhe pertencia. Quando, por ocasião de uma conversa corriqueira de Raul com Brasília, isto chegou a conhecimento dos demais membros da Ex. Provisória a situação ficou mais tensa ainda. O urgente era preparar as assinaturas que tínhamos para entregar nos cartórios e terminar de juntar as que faltavam.

Cumprir a tarefa

Raul assumiu a responsabilidade de organizar o trabalho de centralizar as planilhas para a entrega de assinaturas e a construção do banco de dados, abrindo mão de fazer nosso informativo quinzenal (A Lanterna) e Carlos Raulino tomou a responsabilidade da relação com o TER/SC e a dinâmica de entrega nos cartórios. As reuniões foram se adiando, erro que nos cabe àqueles com maior experiência. Nesse período integrou-se Hilário Carlos Scherner, Professor de História, advogado, ex-prefeito de Paraíso e ex-hefe de gabinete do PT na Assembléia de SC.

Tornou-se urgente uma reunião de Executiva com outras regiões do estado para incentivar as assinaturas. Dois meses antes tinha sido convocada uma reunião estadual em Blumenau para sábado 21 de maio. Na semana anterior lembrou-se a todos o compromisso e informou-se sobre hora, local, contatos e horários de transporte. Três dias antes se distribuiu um texto para o debate sobre Análise de Conjuntura. Gert reclamou que não foi citado com suficiente antecedência, que não iria e declarou que no aceitaria a reunião como parte da agenda oficial da Executiva Provisória. Uma postura delirante.

A reunião foi um sucesso, muito bem organizada pelos companheiros de Blumenau, com todo o necessário numa sala da FURB. Abriu-se com uma excelente discussão política. Um companheiro novo de Joinville declarou que em quase 20 anos no PDT nunca teve uma reunião que começasse com uma discussão política nacional. Participaram 19 companheir@s representando Blumenau, Itajaí, Joinville, São José, Jaraguá do Sul, Barra Velha, Balneário Camboriú e Florianópolis. Discutiram-se os passos para o encaminhamento das assinaturas realizadas e a coleta de novas. Também alguns compromissos, contribuições financeiras e a nomeação de Maurício Vitzke para a futura organização das finanças partidárias, etc.

Desterro, Praça de Guerra

Dez dias depois (30 de maio) começou a mobilização contra o aumento da passagem de ônibus urbano em Florianópolis, e mais tarde, em Blumenau. (Ver artigos “Bomba de Neblina” de R.F. e “Porradas no Paraíso” de J.L.B., além de vários documentos de Carlos Raulino na área de Direitos Humanos e de intelectuais brasileiros na França em articulação com o P-SOL/SC e o MPL, no link de Rosângela de Souza “Lelê”.)

Em 6 de junho Luciana Genro e Roberto Robaina viajaram a Florianópolis a pedido de Raul Fitipaldi e Marcelo Pomar para apoiar os jovens que enfrentaram a repressão policial e paramilitar nos protestos pelo aumento da passagem. Participaram de uma audiência pública de denúncia sobre a agressão sofrida pelos estudantes e as lideranças por parte do Governo Municipal de Dário Berger (PSDB) e o Governo Estadual de L.H. da Silveira (PMDB, PPS, PT, PC do B), na Assembléia Legislativa. Luciana que almoçou com lideranças da Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes e da Juventude Avançando, mais tarde dirigiu-se à imprensa e a parlamentares de SC. Ao final da tarde foi na Marcha desse dia e falou na concentração frente ao Terminal Central (sendo muito aplaudida).Também foi muito aplaudido o dirigente do P-SOL Blumenau, Elimar Russi Filho. Depois Luciana, Roberto, Marcelo Gamba, Carlos Raulino, Hilário Scherner, Camila, além de Elimar Russi F. e Maurício Witzke do P-SOL e do MPL - Blumenau, marcharam com os manifestantes pelas ruas de Florianópolis. A intervenção de Luciana e Roberto fortaleceu nossa relação política já sólida com as lideranças do MPL. Em 3 de Julho de 2005 teremos uma reunião com a direção da Corrente Luiz Carlos Prestes e o MPL para ampliar sua participação na construção da Frente Social em SC e no país inteiro. Marcelo Pomar comprometeu-se a viajar a POA para apresentar a experiência do MPL em Floripa e Blumenau e a conta nacional conjunta, com base em Florianópolis para o pagamento das fianças que ainda restam dos companheiros estudantes Flora Müller (19), e André Moura (20). Serão apresentadas duas curta-metragens sobre os fatos, que hoje estão sendo entregues à companheira Presidenta do P-SOL, Heloísa Helena.

Chegou a hora de amanhecer

Neste momento, no qual estamos atingindo as metas almejadas de assinaturas, o trabalho de digitação e entrega é intenso em vários municípios. Isso pela característica geopolítica complexa de SC. Grandes distâncias e pequenos e médios municípios. Porém, podemos dizer que temos dirigentes na linha de frente em vários municípios. A tarefa produz o milagre da organização. Vejam alguns nomes dos responsáveis nessas microrregiões:

Florianópolis e Região: Carlos Raulino, Marcelo Gambá, Raul, Juan Luis, Caê Martins, Andréia Boeira, Gilberto, Graciane, Camila.

Blumenau e Região: Elimar Russi, Maurício Witzke, Mário Santos, Osni Vagner, Tatiana dos Santos Russi, Ivo Theiss, Luciana, Anderson.

Joinville e Região: Elton Guerra, Mauri Mattos, Rafael Castro, Edson Leitão, Carlos Cidral.

Balneário Camboriu e Região: Hilário C. Scherner, Rafael Rodrigues, e todos os integrantes do 1o diretório legal em SC.

Itajaí: Angelina Negreiros e Dudu.

Fraiburgo e Região: Jilson C. Souza e João.

Imarui: Jefferson Isidório.

Laguna e Região: Adriana Padilha.

Jaraguá do Sul e Região: Vanessa Spiess

Santa Terezinha do Progresso: João Assmann

São “Chico” do Sul – Carlos Gabriel Flores

E 17 municípios mais, onde começaremos a construir organicamente o P-SOL num grande encontro a acontecer em Setembro em Balneário Camboriú. Ao todo, obtivemos assinaturas em 73 municípios.O Próximo Encontro Estadual do P-SOL/SC será em 16 de julho em Laguna.

A história está sendo escrita pelas mãos abrigadas entre as mãos dos parceiros, pelos braços entre os abraços, pelos pés que reiniciam a caminhada, pelos que nunca pararam, pelas veias abertas, pelas feridas fechadas, pelas noites de sonhos e pelo SOL que nos abriga.

Relataram Juan Luis Berterretche e Elimar Russi Filho. Executiva Provisória do P-SOL/SC. Florianópolis, 27 de junho de 2005

 
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